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    Meninas e Mulheres na Ciência
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Você conhece alguma menina com talento para ciências? Então ela não pode perder a nossa feira de ciências! 
A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência será realizada do dia 5 a 9 de novembro de 2018 na UERJ (Rio de Janeiro). Durante o evento serão oferecidas gratuitamente uma série de atividades: oficinas, palestras, mesa redonda... e uma feira de ciências com prêmios!

No dia 9 de novembro, dia do encerramento, as meninas poderão mostrar suas habilidades cientificas em qualquer área das ciências exatas, biológicas ou da Terra. Na nossa feira de ciências a menina levará seu projeto, apresentará e a nossa equipe de cientistas julgará os mais criativos e inovadores. Todas as participantes serão premiadas e as três primeiras colocadas ganharão um prêmio especial!

Para participar basta ser menina matriculada na escola, com idade de 12 a 17 anos, e pedir para o responsável realizar a inscrição pelo site! 
AS VAGAS SÃO LIMITADAS!

Não deixe sua cientista fora dessa! Inscreva-se no site: mmciencia.com.br (Link na bio)

#mmc #meninasemulheresnaciencia #girls #paidemenina #ciencia #meninasnaciencia #competição #criançasnaciencia #feminismo #feminismoeciencia #educaçao #ciencianorj #uerj #uerjresiste #semanademeninasemulheresnaciência
Você conhece alguma menina com talento para ciências? Então ela não pode perder a nossa feira de ciências! A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência será realizada do dia 5 a 9 de novembro de 2018 na UERJ (Rio de Janeiro). Durante o evento serão oferecidas gratuitamente uma série de atividades: oficinas, palestras, mesa redonda... e uma feira de ciências com prêmios! No dia 9 de novembro, dia do encerramento, as meninas poderão mostrar suas habilidades cientificas em qualquer área das ciências exatas, biológicas ou da Terra. Na nossa feira de ciências a menina levará seu projeto, apresentará e a nossa equipe de cientistas julgará os mais criativos e inovadores. Todas as participantes serão premiadas e as três primeiras colocadas ganharão um prêmio especial! Para participar basta ser menina matriculada na escola, com idade de 12 a 17 anos, e pedir para o responsável realizar a inscrição pelo site! AS VAGAS SÃO LIMITADAS! Não deixe sua cientista fora dessa! Inscreva-se no site: mmciencia.com.br (Link na bio) #mmc  #meninasemulheresnaciencia  #girls  #paidemenina  #ciencia  #meninasnaciencia  #competição  #criançasnaciencia  #feminismo  #feminismoeciencia  #educaçao  #ciencianorj  #uerj  #uerjresiste  #semanademeninasemulheresnaciência 
Vamos debater os desafios das mulheres nas ciências?

A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência será realizada do dia 5 a 9 de novembro de 2018 na UERJ (Rio de Janeiro). Durante o evento serão oferecidas gratuitamente uma série de atividades: oficinas, palestras, uma feira de ciências e uma mesa redonda! 
No dia 9 de novembro, dia do encerramento, teremos uma mesa redonda, livre para todos os públicos, mas direcionada principalmente para adultos! Como convidadas, receberemos ilustres mulheres cientistas da academia e da indústria:

Cheila Gonçalves Mothé – Química, Professora Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro e presidente da Associação Brasileira de Análise Térmica e Calorimetria;

Cristina Garcia – Engenheira Química: Diretora Científica de Pesquisa e Inovação da L'Oréal Brasil;

Marcela Trindade – Engenheira Eletrônica: Gerente de Desenvolvimento na OPAL-RT TECHNOLOGIES;

Lila Queiroz – Geóloga: Geóloga e Pesquisadora do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) em Manaus, e membro do Comitê de Pró-Equidade de Gêreno e Raça da CPRM;

Katleen Conceição – Médica: Dermatologista na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro e na Clínica Dermatológica Paula Bellotti, e única dermatologista especialista em peles negras no Brasil.

Para assistir as palestras e a mesa redonda não será necessária inscrição prévia, venha e chame as amigas e amigos!

Para saber a programação completa da Semana de Meninas e Mulheres na ciência, acesse o site mmciencia.com.br

#girlpower #semanademeninasemulheresnaciencia #science #girlsinscience #maedemenina #paidemenina #meninas #ciencia #educacao #eventogratuito #riodejaneiro #rj #uerj #brasil #lutecomoumagarota #maefeminista #feminismo #feminista #lutecomoumagarota
Vamos debater os desafios das mulheres nas ciências? A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência será realizada do dia 5 a 9 de novembro de 2018 na UERJ (Rio de Janeiro). Durante o evento serão oferecidas gratuitamente uma série de atividades: oficinas, palestras, uma feira de ciências e uma mesa redonda! No dia 9 de novembro, dia do encerramento, teremos uma mesa redonda, livre para todos os públicos, mas direcionada principalmente para adultos! Como convidadas, receberemos ilustres mulheres cientistas da academia e da indústria: Cheila Gonçalves Mothé – Química, Professora Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro e presidente da Associação Brasileira de Análise Térmica e Calorimetria; Cristina Garcia – Engenheira Química: Diretora Científica de Pesquisa e Inovação da L'Oréal Brasil; Marcela Trindade – Engenheira Eletrônica: Gerente de Desenvolvimento na OPAL-RT TECHNOLOGIES; Lila Queiroz – Geóloga: Geóloga e Pesquisadora do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) em Manaus, e membro do Comitê de Pró-Equidade de Gêreno e Raça da CPRM; Katleen Conceição – Médica: Dermatologista na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro e na Clínica Dermatológica Paula Bellotti, e única dermatologista especialista em peles negras no Brasil. Para assistir as palestras e a mesa redonda não será necessária inscrição prévia, venha e chame as amigas e amigos! Para saber a programação completa da Semana de Meninas e Mulheres na ciência, acesse o site mmciencia.com.br #girlpower  #semanademeninasemulheresnaciencia  #science  #girlsinscience  #maedemenina  #paidemenina  #meninas  #ciencia  #educacao  #eventogratuito  #riodejaneiro  #rj  #uerj  #brasil  #lutecomoumagarota  #maefeminista  #feminismo  #feminista  #lutecomoumagarota 
Vocês estão curiosos para saber sobre nossas oficinas?

A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência será realizada do dia 5 a 9 de novembro de 2018 na UERJ (Rio de Janeiro). Durante o evento serão oferecidas quatro oficinas por dia para meninas de 12 a 17 anos. As oficinas focarão nos seguintes temas: física, química, biologia e geociências. E o é claro: o evento é totalmente gratuito!

Para conseguir fazer este evento, nós estamos contando com o apoio de três projetos muito legais!

As oficinas de geociências serão apoiadas pelo projeto "As geociências em nossas vidas: despertando o interesse pela ciência", que é um parceria da UERJ com a Universida de Aveiro e a Universidade Castelo Branco, e foi gentilmente cedida pelo Professor Marcelo Salomão.

Vocês podem conhecer mais sobre este projeto na página: https://www.facebook.com/GeocienciasUERJ/

As oficinas de física serão apoiadas pelo projeto "Tem criança no circuito", que é um projeto criado pelas professoras do Instituto de Física da UFRJ, e foi gentilmente cedido pela Professora Thereza Paiva, Elis e Tatiana.

Vocês podem conhecer mais sobre este projeto na página: https://temcriancanocircuito.wordpress.com/

As oficinas de química e biologia serão apoiadas pelo Projeto ADEC/UERJ - APOIO DIDÁTICO AO ENSINO DE CIÊNCIAS, que é um projeto de extensão da UERJ com o SR3, e foi gentilmente cedida pelo Professor Pedro Queiroz.

Vocês podem conhecer mais sobre este projeto na página: https://nomeiodaterra.wordpress.com/projeto-adecuerj-minicurso/ 
Gostaríamos de demonstrar toda nossa gratidão por estas parcerias que possibilitaram a realização deste evento! Todos estes professores trabalham o ano inteiro nestes projetos de divulgação cientifica com o único objetivo de compartilhar conhecimento com as novas gerações, e desde o primeiro contato foram muito solícitos em nos ajudar!

A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência é um evento gratuito, mas precisa da ajuda de todos para acontecer <3 
E você ainda não inscreveu sua menina? Está esperando o que? As inscrições vão até 1 de novembro ou até esgotarem as vagas! Corre no nosso site para saber mais: mmciencia.com.br

#girlpower #semanademeninasemulheresnaciencia
Vocês estão curiosos para saber sobre nossas oficinas? A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência será realizada do dia 5 a 9 de novembro de 2018 na UERJ (Rio de Janeiro). Durante o evento serão oferecidas quatro oficinas por dia para meninas de 12 a 17 anos. As oficinas focarão nos seguintes temas: física, química, biologia e geociências. E o é claro: o evento é totalmente gratuito! Para conseguir fazer este evento, nós estamos contando com o apoio de três projetos muito legais! As oficinas de geociências serão apoiadas pelo projeto "As geociências em nossas vidas: despertando o interesse pela ciência", que é um parceria da UERJ com a Universida de Aveiro e a Universidade Castelo Branco, e foi gentilmente cedida pelo Professor Marcelo Salomão. Vocês podem conhecer mais sobre este projeto na página: https://www.facebook.com/GeocienciasUERJ/ As oficinas de física serão apoiadas pelo projeto "Tem criança no circuito", que é um projeto criado pelas professoras do Instituto de Física da UFRJ, e foi gentilmente cedido pela Professora Thereza Paiva, Elis e Tatiana. Vocês podem conhecer mais sobre este projeto na página: https://temcriancanocircuito.wordpress.com/ As oficinas de química e biologia serão apoiadas pelo Projeto ADEC/UERJ - APOIO DIDÁTICO AO ENSINO DE CIÊNCIAS, que é um projeto de extensão da UERJ com o SR3, e foi gentilmente cedida pelo Professor Pedro Queiroz. Vocês podem conhecer mais sobre este projeto na página: https://nomeiodaterra.wordpress.com/projeto-adecuerj-minicurso/ Gostaríamos de demonstrar toda nossa gratidão por estas parcerias que possibilitaram a realização deste evento! Todos estes professores trabalham o ano inteiro nestes projetos de divulgação cientifica com o único objetivo de compartilhar conhecimento com as novas gerações, e desde o primeiro contato foram muito solícitos em nos ajudar! A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência é um evento gratuito, mas precisa da ajuda de todos para acontecer <3 E você ainda não inscreveu sua menina? Está esperando o que? As inscrições vão até 1 de novembro ou até esgotarem as vagas! Corre no nosso site para saber mais: mmciencia.com.br #girlpower  #semanademeninasemulheresnaciencia 
Estamos muito felizes em anunciar nossa nova parceira! 
Há mais de 110 anos o Grupo Editorial Pensamento vem colecionando histórias, e sempre apoiando a educação e a transformação de nossa sociedade, sendo assim, o Grupo Pensamento não poderia ficar de fora do nosso projeto!

O Grupo Pensamento doou para a Semana de Meninas e Mulheres na Ciência três exemplares do livro "Lute como uma garota", que conta a história de 60 feministas que mudaram o mundo. Se você gosta das publicações da nossa página, certamente vai amar este livro, pois ele é uma das referências que usamos para contar a história dessas fantásticas cientistas. Nele você vai conhecer também a história de mulheres como Frida Kahlo, Simone de Beauvoir, Djamila Ribeiro e muitas outras!

Além dos livros, ganhamoa três camisas lindas com a frase "Lute como uma garota". Durante a Semana de Meninas e Mulheres na Ciência estes livros e camisas serão sorteados para as meninas que participarem das nossas oficinas! Quer concorrer? Inscreva-se para as oficinas em nosso site mmciencia.com.br e boa sorte!

Agradecemos muito a parceria e o incentivo à igualdade de gênero e às ciências! Empresas como o Grupo Editorial Pensamento fazem toda a diferença!

E a sua empresa? Quer ser nossa parceira também? Entre em contato com a gente. A  Semana de Meninas e Mulheres na Ciência é um evento gratuito, sem fins lucrativos e não governamental, mas para acontecer precisa da ajuda de todos e todas!

Email para contato: mmciencia@gmail.com

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Estamos muito felizes em anunciar nossa nova parceira! Há mais de 110 anos o Grupo Editorial Pensamento vem colecionando histórias, e sempre apoiando a educação e a transformação de nossa sociedade, sendo assim, o Grupo Pensamento não poderia ficar de fora do nosso projeto! O Grupo Pensamento doou para a Semana de Meninas e Mulheres na Ciência três exemplares do livro "Lute como uma garota", que conta a história de 60 feministas que mudaram o mundo. Se você gosta das publicações da nossa página, certamente vai amar este livro, pois ele é uma das referências que usamos para contar a história dessas fantásticas cientistas. Nele você vai conhecer também a história de mulheres como Frida Kahlo, Simone de Beauvoir, Djamila Ribeiro e muitas outras! Além dos livros, ganhamoa três camisas lindas com a frase "Lute como uma garota". Durante a Semana de Meninas e Mulheres na Ciência estes livros e camisas serão sorteados para as meninas que participarem das nossas oficinas! Quer concorrer? Inscreva-se para as oficinas em nosso site mmciencia.com.br e boa sorte! Agradecemos muito a parceria e o incentivo à igualdade de gênero e às ciências! Empresas como o Grupo Editorial Pensamento fazem toda a diferença! E a sua empresa? Quer ser nossa parceira também? Entre em contato com a gente. A  Semana de Meninas e Mulheres na Ciência é um evento gratuito, sem fins lucrativos e não governamental, mas para acontecer precisa da ajuda de todos e todas! Email para contato: mmciencia@gmail.com #girlpower  #semanademeninasemulheresnaciencia  #science  #girlsinscience  #maedemenina  #paidemenina  #meninas  #ciencia  #educacao  #eventogratuito  #riodejaneiro  #rj  #uerj  #brasil  #lutecomoumagarota  #maefeminista  #feminismo  #feminista  #grupoeditorialpensamento  #lutecomoumagarota  #grupopensamento 
O DIREITO DAS MULHERES NO BRASIL

Geralmente contamos em nossa página a história de mulheres cientistas e suas descobertas, mas a verdade é que até nosso direito de ser cientista foi conquistado com muita luta. Se hoje podemos votar, estudar e buscar nossa independência é porque mulheres gigantes construíram estes degraus.

Por isso, hoje contaremos a história dos direitos das mulheres no Brasil.

1932: Direito ao voto. Depois de anos do movimento feminista ganhando força pelo Brasil, Bertha Lutz e outras brilhantes mulheres, conquistaram o nosso direito ao voto. 
1933: Bertha Lutz é nomeada pelo Governo Provisório para elaborar a primeira página da nova Constituição, incluindo várias medidas para promover a igualdade de direitos entre homens e mulheres.

1934: Com a mudança na constituição, duas mulheres foram eleitas para o Congresso, e dez foram eleitas prefeitas e vereadoras.

1962: Mulheres casadas passam a ter legalmente o direito de adquirir ou possuir propriedade própria.

1988: A Constituição declarou as mulheres direitos iguais aos homens em todos os aspectos legais.

2001: Finalmente o assédio sexual passa a ser crime no Brasil, com pena de um a dois anos de detenção.

2006: Lei Maria da Penha é criada, coibindo a violência doméstica e familiar contra a mulher. A contribuiu para uma diminuição de cerca de 10% na taxa de homicídios contra mulheres praticados dentro das residências das vítimas.

2012: O aborto se torna legal em três casos: em caso de risco de vida para a mulher causado pela gravidez, quando a gestação é resultante de um estupro, e se o feto for anencefálico.

2015: Lei do feminicídio. A nova lei alterou o código penal para incluir mais uma modalidade de homicídio qualificado, o feminicídio: quando crime for praticado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, como em decorrência da violência doméstica e familiar.

2018:  Semana passada a importunação sexual passou a ser crime. Ela foi definida em termos legais como a prática de ato libidinoso contra alguém sem seu consentimento, como por exemplo, ejacular em uma mulher no transporte público.

A luta por igualdade de gênero também é um ato político.
O DIREITO DAS MULHERES NO BRASIL Geralmente contamos em nossa página a história de mulheres cientistas e suas descobertas, mas a verdade é que até nosso direito de ser cientista foi conquistado com muita luta. Se hoje podemos votar, estudar e buscar nossa independência é porque mulheres gigantes construíram estes degraus. Por isso, hoje contaremos a história dos direitos das mulheres no Brasil. 1932: Direito ao voto. Depois de anos do movimento feminista ganhando força pelo Brasil, Bertha Lutz e outras brilhantes mulheres, conquistaram o nosso direito ao voto. 1933: Bertha Lutz é nomeada pelo Governo Provisório para elaborar a primeira página da nova Constituição, incluindo várias medidas para promover a igualdade de direitos entre homens e mulheres. 1934: Com a mudança na constituição, duas mulheres foram eleitas para o Congresso, e dez foram eleitas prefeitas e vereadoras. 1962: Mulheres casadas passam a ter legalmente o direito de adquirir ou possuir propriedade própria. 1988: A Constituição declarou as mulheres direitos iguais aos homens em todos os aspectos legais. 2001: Finalmente o assédio sexual passa a ser crime no Brasil, com pena de um a dois anos de detenção. 2006: Lei Maria da Penha é criada, coibindo a violência doméstica e familiar contra a mulher. A contribuiu para uma diminuição de cerca de 10% na taxa de homicídios contra mulheres praticados dentro das residências das vítimas. 2012: O aborto se torna legal em três casos: em caso de risco de vida para a mulher causado pela gravidez, quando a gestação é resultante de um estupro, e se o feto for anencefálico. 2015: Lei do feminicídio. A nova lei alterou o código penal para incluir mais uma modalidade de homicídio qualificado, o feminicídio: quando crime for praticado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, como em decorrência da violência doméstica e familiar. 2018:  Semana passada a importunação sexual passou a ser crime. Ela foi definida em termos legais como a prática de ato libidinoso contra alguém sem seu consentimento, como por exemplo, ejacular em uma mulher no transporte público. A luta por igualdade de gênero também é um ato político.
Você conhece esta mulher?

Mercedes Tharam Davis nasceu em 1955 na capital da Jamaica, Kingston. Ficou conhecida por seu nome de casada: Mercedes Richards. Sabia desde os seis anos de idade o que queria para seu futuro, ser astrônoma. Apesar de seus grandes sonhos, seu país não estimulava meninas a estudarem e as escolas eram separadas por gênero. Em 1977, Mercedes se formou em Física pela University of the West Indies, na Jamaica, mas dois anos depois se mudou para o Canadá e obteve o mestrado em Astronomia na York University, em Toronto, e em 1986 o doutorado em Astronomia e Astrofísica na Universidade de Toronto.
Suas pesquisas tinham enfoque em astrofísica computacional, astrofísica estelar e exoplanetas e anãs marrons, e a dinâmica física de sistemas de estrelas binárias interagentes. Seu avanço mais reconhecido foi o de ser uma pioneira no uso de uma técnica médica para a análise dessas estrelas binárias. Para analisar como o gás flui de uma estrela para outra ou para outro corpo no início do evento cataclísmico, Mercedes inventou a astrotomografia. O método consiste em fazer tomografia computorizada para uma estrela, o resultado é uma imagem combinada em que vemos como o gás se move de uma estrela para outra. Desta forma, ela não apenas confirmou seu próprio modelo anterior, mas também comprovou a teoria física de como força da gravidade entre os dois componentes desse sistema se comporta.
Além de pesquisadora, Mercedes amava lecionar. Foi professora e pesquisadora na Universidade de Charlottesville, Virgínia, mas a maior parte de sua carreira foi na Universidade Estadual da Pensilvânia, onde ocupou o cargo de professora de Astronomia e Astrofísica.
Seu amplo reconhecimento na ciência fez com que em 2006 ela fizesse parte da equipe que decidiu que Plutão não deveria ser considerado um planeta. Esta conclusão se deu pois comparando com outros planetas do sistema solar, ele se enquadra na característica de planeta anão.
Em reconhecimento ao seu enorme progresso científico, recebeu diversos prêmios, como a Medalha Musgrave, concedida anualmente pelo Instituto da Jamaica aos jamaicanos que fizeram grandes contribuições.
Você conhece esta mulher? Mercedes Tharam Davis nasceu em 1955 na capital da Jamaica, Kingston. Ficou conhecida por seu nome de casada: Mercedes Richards. Sabia desde os seis anos de idade o que queria para seu futuro, ser astrônoma. Apesar de seus grandes sonhos, seu país não estimulava meninas a estudarem e as escolas eram separadas por gênero. Em 1977, Mercedes se formou em Física pela University of the West Indies, na Jamaica, mas dois anos depois se mudou para o Canadá e obteve o mestrado em Astronomia na York University, em Toronto, e em 1986 o doutorado em Astronomia e Astrofísica na Universidade de Toronto. Suas pesquisas tinham enfoque em astrofísica computacional, astrofísica estelar e exoplanetas e anãs marrons, e a dinâmica física de sistemas de estrelas binárias interagentes. Seu avanço mais reconhecido foi o de ser uma pioneira no uso de uma técnica médica para a análise dessas estrelas binárias. Para analisar como o gás flui de uma estrela para outra ou para outro corpo no início do evento cataclísmico, Mercedes inventou a astrotomografia. O método consiste em fazer tomografia computorizada para uma estrela, o resultado é uma imagem combinada em que vemos como o gás se move de uma estrela para outra. Desta forma, ela não apenas confirmou seu próprio modelo anterior, mas também comprovou a teoria física de como força da gravidade entre os dois componentes desse sistema se comporta. Além de pesquisadora, Mercedes amava lecionar. Foi professora e pesquisadora na Universidade de Charlottesville, Virgínia, mas a maior parte de sua carreira foi na Universidade Estadual da Pensilvânia, onde ocupou o cargo de professora de Astronomia e Astrofísica. Seu amplo reconhecimento na ciência fez com que em 2006 ela fizesse parte da equipe que decidiu que Plutão não deveria ser considerado um planeta. Esta conclusão se deu pois comparando com outros planetas do sistema solar, ele se enquadra na característica de planeta anão. Em reconhecimento ao seu enorme progresso científico, recebeu diversos prêmios, como a Medalha Musgrave, concedida anualmente pelo Instituto da Jamaica aos jamaicanos que fizeram grandes contribuições.
A MULHER, A POLITICA E A CIÊNCIA

Em 1932 a mulher brasileira conquistou o direito ao voto. Mas você sabe como conquistamos este direito?

Com a luta de mulheres como Bertha Lutz, considerada a maior líder na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras.

Bertha Maria Julia Lutz nasceu na cidade de São Paulo, de mãe enfermeira e pai cientista, Bertha se formou em ciências naturais na Universidade de Paris, a Sorbonne, especializando-se em anfíbios anuros, subclasse que inclui os sapos, as rãs e as pererecas. Entrando em contato com os movimentos feministas da Europa, Bertha criou as bases do feminismo no Brasil. Em 1919 começau a se destacar na busca de igualdade de direitos jurídicos entre os sexos, ao se tornar a segunda mulher a ingressar no serviço público brasileiro, após ser aprovada em concurso do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. No mesmo ano fundou a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher. Em 1922, representou as brasileiras na assembléia-geral da Liga das Mulheres Eleitoras, nos Estados Unidos, onde é eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana. Ao voltar ao Brasil, criou a Federação Brasileira para o Progresso Feminino, que substitui a liga criada em 19, para encaminhar a luta pela extensão de direito de voto às mulheres. O direito de voto feminino foi estabelecido por decreto-lei do presidente Getúlio Vargas apenas dez anos depois, em 1932. Em 1936 assumiu uma cadeira de deputada na Câmara Federal. Durante seu mandato, defendeu a mudança da legislação referente ao trabalho da mulher e dos menores de idade, propondo a igualdade salarial, a licença de três meses para a gestante e a redução da jornada de trabalho, então de 13 horas.

Com o Estado Novo implantado em 1937 e o fechamento das casas legislativas, Bertha não ocupou mais cargos políticos, mas assumiu a chefia do setor de Botânica do Museu Nacional, cargo no qual se aposentou em 1964. Em 1975, Ano Internacional da Mulher, estabelecido pela ONU, Bertha foi convidada pelo governo brasileiro a integrar a delegação do país no primeiro Congresso Internacional da Mulher. Foi seu último ato público em defesa da condição feminina, pois faleceu no ano seguinte, aos 84 anos.
A MULHER, A POLITICA E A CIÊNCIA Em 1932 a mulher brasileira conquistou o direito ao voto. Mas você sabe como conquistamos este direito? Com a luta de mulheres como Bertha Lutz, considerada a maior líder na luta pelos direitos políticos das mulheres brasileiras. Bertha Maria Julia Lutz nasceu na cidade de São Paulo, de mãe enfermeira e pai cientista, Bertha se formou em ciências naturais na Universidade de Paris, a Sorbonne, especializando-se em anfíbios anuros, subclasse que inclui os sapos, as rãs e as pererecas. Entrando em contato com os movimentos feministas da Europa, Bertha criou as bases do feminismo no Brasil. Em 1919 começau a se destacar na busca de igualdade de direitos jurídicos entre os sexos, ao se tornar a segunda mulher a ingressar no serviço público brasileiro, após ser aprovada em concurso do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. No mesmo ano fundou a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher. Em 1922, representou as brasileiras na assembléia-geral da Liga das Mulheres Eleitoras, nos Estados Unidos, onde é eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana. Ao voltar ao Brasil, criou a Federação Brasileira para o Progresso Feminino, que substitui a liga criada em 19, para encaminhar a luta pela extensão de direito de voto às mulheres. O direito de voto feminino foi estabelecido por decreto-lei do presidente Getúlio Vargas apenas dez anos depois, em 1932. Em 1936 assumiu uma cadeira de deputada na Câmara Federal. Durante seu mandato, defendeu a mudança da legislação referente ao trabalho da mulher e dos menores de idade, propondo a igualdade salarial, a licença de três meses para a gestante e a redução da jornada de trabalho, então de 13 horas. Com o Estado Novo implantado em 1937 e o fechamento das casas legislativas, Bertha não ocupou mais cargos políticos, mas assumiu a chefia do setor de Botânica do Museu Nacional, cargo no qual se aposentou em 1964. Em 1975, Ano Internacional da Mulher, estabelecido pela ONU, Bertha foi convidada pelo governo brasileiro a integrar a delegação do país no primeiro Congresso Internacional da Mulher. Foi seu último ato público em defesa da condição feminina, pois faleceu no ano seguinte, aos 84 anos.
AS INSCRIÇÕES DAS OFICINAS ESTÃO ABERTAS!

A Semana De Meninas e Mulheres Na Ciência é um evento que busca incentivar meninas que ainda estão em idade escolar a conhecer as ciências e motivá-las para que acreditem que mulheres podem ocupar todos os espaços na sociedade. O evento será realizado do dia 5 a 9 de novembro de 2018 na UERJ (Rio de Janeiro). Durante o evento serão oferecidas quatro oficinas por dia para meninas de 12 a 17 anos. As oficinas focarão nos seguintes temas: física, química, biologia e geociências.

As inscrições estão abertas no site até dia 1 de Novembro! Não deixe para última hora pois as vagas são limitadas! 
Ah, e os adultos e meninos não precisam ficar chateados, pois o evento também contará com outras atividades para todos os públicos!

ATENÇÃO: Apenas as oficinas necessitam de inscrição, para participar das outras atividades do evento ela não será necessária, é só aparecer lá!

Inscreva-se no site: mmciencia.com.br
AS INSCRIÇÕES DAS OFICINAS ESTÃO ABERTAS! A Semana De Meninas e Mulheres Na Ciência é um evento que busca incentivar meninas que ainda estão em idade escolar a conhecer as ciências e motivá-las para que acreditem que mulheres podem ocupar todos os espaços na sociedade. O evento será realizado do dia 5 a 9 de novembro de 2018 na UERJ (Rio de Janeiro). Durante o evento serão oferecidas quatro oficinas por dia para meninas de 12 a 17 anos. As oficinas focarão nos seguintes temas: física, química, biologia e geociências. As inscrições estão abertas no site até dia 1 de Novembro! Não deixe para última hora pois as vagas são limitadas! Ah, e os adultos e meninos não precisam ficar chateados, pois o evento também contará com outras atividades para todos os públicos! ATENÇÃO: Apenas as oficinas necessitam de inscrição, para participar das outras atividades do evento ela não será necessária, é só aparecer lá! Inscreva-se no site: mmciencia.com.br
Não, você não está na página errada! Você certamente já conhece essa mulher, mas você sabia que além de atriz Natalie Portman é cientista?

Natalie Portman nasceu em Jerusalem, Israrel, e desde os quatro anos de idade fala fluentemente inglês e hebraico, seus idiomas maternos. Natalie também domina o francês, espanhol, alemão e japonês. Vencedora de um Oscar e dois Globos de Ouros, ela também conquistou um diploma na renomada Universidade de Harvard enquanto gravava a saga Star Wars. Ela também cursou a Universidade Hebraica de Jerusalém.

Natalie teve dois artigos publicados em revistas científicas. No primeiro ela contribuiu com o estudo de um método simples para demonstrar a produção enzimática de hidrogênio a partir de açúcar, no segundo para um estudo sobre a memória chamado “Ativação do lobo frontal durante a permanência de objeto”. Na época de sua graduação, a atriz chegou a afirmar que ficaria afastada do cinema para se dedicar à faculdade e que não se importava em arruinar sua carreira, pois preferia ser inteligente a ser uma estrela de Hollywood. Mas ela claramente, consegue ser os dois!
Não, você não está na página errada! Você certamente já conhece essa mulher, mas você sabia que além de atriz Natalie Portman é cientista? Natalie Portman nasceu em Jerusalem, Israrel, e desde os quatro anos de idade fala fluentemente inglês e hebraico, seus idiomas maternos. Natalie também domina o francês, espanhol, alemão e japonês. Vencedora de um Oscar e dois Globos de Ouros, ela também conquistou um diploma na renomada Universidade de Harvard enquanto gravava a saga Star Wars. Ela também cursou a Universidade Hebraica de Jerusalém. Natalie teve dois artigos publicados em revistas científicas. No primeiro ela contribuiu com o estudo de um método simples para demonstrar a produção enzimática de hidrogênio a partir de açúcar, no segundo para um estudo sobre a memória chamado “Ativação do lobo frontal durante a permanência de objeto”. Na época de sua graduação, a atriz chegou a afirmar que ficaria afastada do cinema para se dedicar à faculdade e que não se importava em arruinar sua carreira, pois preferia ser inteligente a ser uma estrela de Hollywood. Mas ela claramente, consegue ser os dois!
Você conhece esta mulher?

Salome Gluecksohn Waelsch nasceu na Alemanha em 1907. Ela cresceu entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, onde sua família viveu dificuldades, incluindo a morte de seu pai na epidemia de gripe de 1918, a severa inflação pós-guerra e o intenso sentimento anti-semita. Como uma mulher judia na Alemanha enfrentou grandes barreiras.

Em 1928, Salome estudou química e zoologia em Königsberg e Berlim antes de ingressar no laboratório de Spemann, na Universidade de Freiburg. Na época ela já denunciava as tendências nacionalistas de Spemann e o preconceito contra as mulheres cientistas.

Em 1932, ela concluiu seu doutorado e se casou com o bioquímico Rudolph Schönheimer, com quem fugiu da Alemanha nazista em 1933.

O casal fugiu para os EUA, onde trabalharam na Universidade de Columbia. Ele conseguiu um emprego remunerado, mas como as políticas da universidade não permitiriam que uma mulher refugiada e judia ocupasse um cargo no corpo docente, ela trabalhou como assistente de laboratório não remunerada de um neurobiólogo do desenvolvimento. Pouco tempo depois, ela trabalhou com a geneticista Leslie C. Dunn em um projeto que combinaria seu novo conhecimento de genética com seu treinamento em embriologia.

Em 1938, ela publicou seu primeiro trabalho sobre os genes envolvidos na formação do embrião do rato. Ela tentou descobrir quais mutações que afetavam o desenvolvimento inicial dos mamíferos, e assim descobriu os processos afetados por esses genes.

Apesar de seus avanços como cientista, permaneceu como pesquisadora associada da Universidade de Columbia por dezessete anos. Apenas em 1955, Salome foi recrutada para o recém-formado Colégio de Medicina Albert Einstein, onde encontrou um lugar onde mulheres judias competentes eram bem-vindas. Em 1958, tornou-se professora titular e, em 1963, tornou-se presidente do departamento de genética. 
Ela é considerada a fundadora da genética do desenvolvimento de mamíferos, sendo autora e coautora de mais de 100 publicações sobre genética do desenvolvimento. Salome fez descobertas fundamentais no desenvolvimento de mamíferos e na pesquisa do câncer. (+)
Você conhece esta mulher? Salome Gluecksohn Waelsch nasceu na Alemanha em 1907. Ela cresceu entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, onde sua família viveu dificuldades, incluindo a morte de seu pai na epidemia de gripe de 1918, a severa inflação pós-guerra e o intenso sentimento anti-semita. Como uma mulher judia na Alemanha enfrentou grandes barreiras. Em 1928, Salome estudou química e zoologia em Königsberg e Berlim antes de ingressar no laboratório de Spemann, na Universidade de Freiburg. Na época ela já denunciava as tendências nacionalistas de Spemann e o preconceito contra as mulheres cientistas. Em 1932, ela concluiu seu doutorado e se casou com o bioquímico Rudolph Schönheimer, com quem fugiu da Alemanha nazista em 1933. O casal fugiu para os EUA, onde trabalharam na Universidade de Columbia. Ele conseguiu um emprego remunerado, mas como as políticas da universidade não permitiriam que uma mulher refugiada e judia ocupasse um cargo no corpo docente, ela trabalhou como assistente de laboratório não remunerada de um neurobiólogo do desenvolvimento. Pouco tempo depois, ela trabalhou com a geneticista Leslie C. Dunn em um projeto que combinaria seu novo conhecimento de genética com seu treinamento em embriologia. Em 1938, ela publicou seu primeiro trabalho sobre os genes envolvidos na formação do embrião do rato. Ela tentou descobrir quais mutações que afetavam o desenvolvimento inicial dos mamíferos, e assim descobriu os processos afetados por esses genes. Apesar de seus avanços como cientista, permaneceu como pesquisadora associada da Universidade de Columbia por dezessete anos. Apenas em 1955, Salome foi recrutada para o recém-formado Colégio de Medicina Albert Einstein, onde encontrou um lugar onde mulheres judias competentes eram bem-vindas. Em 1958, tornou-se professora titular e, em 1963, tornou-se presidente do departamento de genética. Ela é considerada a fundadora da genética do desenvolvimento de mamíferos, sendo autora e coautora de mais de 100 publicações sobre genética do desenvolvimento. Salome fez descobertas fundamentais no desenvolvimento de mamíferos e na pesquisa do câncer. (+)
Você conhece esta mulher?

Apaixonada por ciência desde a infância, a pesquisadora carioca Maria Augusta Arruda, de 42 anos, se destacou pelo trabalho na área da oncologia. Ela cursou Biotecnologia na Escola Técnica Federal e, após concluir o curso, ingressou em Ciências Biológicas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Da graduação seguiu direto para o Doutorado em Biociências Nucleares, e como já estava engajada com seu projeto de pesquisa, concluiu seu doutorado em apenas dois anos, metade do tempo tradicional.

Maria Augusta atuou durante doze anos como pesquisadora e cinco anos como professora na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Hoje ela atua como pesquisadora na Universidade de Nottingham, no Reino Unido.

Maria Augusta Arruda teve como principal pesquisa a atividade da NADPH oxidase na resposta inflamatória a doenças vasculares e câncer. Esta enzima é responsável pela geração de radicais livres, e seu estudo compreende a liberação destas enzimas em diferentes situações patológicas, pois quando a produção de radicais livres é exagerada pode ser prejudicial. Nesse sentido, o estudo busca delimitar as doenças nas quais estes radicais estão aumentados, para um tratamento de controle da NADPH oxidase.

Em outubro de 2008, foi premiada no 10º Prêmio Anual Para Mulheres na Ciência, realizado pela L'Oréal-Unesco-ABC. O programa internacional For Women in Science foi lançado em 1998, como resultado da parceria entre a L'Oréal e a Unesco. Ela recebeu o prêmio no hotel Copacabana Palace, que ironicamente, apenas alguns meses antes, ela sofreu racismo por funcionários deste mesmo hotel.

Suas pesquisas no setor de oncologia representam um grande avanço para a biotecnologia, demonstrando que Maria Augusta é uma das mais importantes cientistas brasileiras da atualidade.

#ciencia #cienciaimporta #cientista #cienciaéinvestimento #brasil #riodejaneiro #brasileira #mulher #blackpower #mulhernegra #mmc #mmciencia #mulheresnaciencia #sciencelikeagirl #girlpower #biologia #uerj #instalove #instagood #inspiracao
Você conhece esta mulher? Apaixonada por ciência desde a infância, a pesquisadora carioca Maria Augusta Arruda, de 42 anos, se destacou pelo trabalho na área da oncologia. Ela cursou Biotecnologia na Escola Técnica Federal e, após concluir o curso, ingressou em Ciências Biológicas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Da graduação seguiu direto para o Doutorado em Biociências Nucleares, e como já estava engajada com seu projeto de pesquisa, concluiu seu doutorado em apenas dois anos, metade do tempo tradicional. Maria Augusta atuou durante doze anos como pesquisadora e cinco anos como professora na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Hoje ela atua como pesquisadora na Universidade de Nottingham, no Reino Unido. Maria Augusta Arruda teve como principal pesquisa a atividade da NADPH oxidase na resposta inflamatória a doenças vasculares e câncer. Esta enzima é responsável pela geração de radicais livres, e seu estudo compreende a liberação destas enzimas em diferentes situações patológicas, pois quando a produção de radicais livres é exagerada pode ser prejudicial. Nesse sentido, o estudo busca delimitar as doenças nas quais estes radicais estão aumentados, para um tratamento de controle da NADPH oxidase. Em outubro de 2008, foi premiada no 10º Prêmio Anual Para Mulheres na Ciência, realizado pela L'Oréal-Unesco-ABC. O programa internacional For Women in Science foi lançado em 1998, como resultado da parceria entre a L'Oréal e a Unesco. Ela recebeu o prêmio no hotel Copacabana Palace, que ironicamente, apenas alguns meses antes, ela sofreu racismo por funcionários deste mesmo hotel. Suas pesquisas no setor de oncologia representam um grande avanço para a biotecnologia, demonstrando que Maria Augusta é uma das mais importantes cientistas brasileiras da atualidade. #ciencia  #cienciaimporta  #cientista  #cienciaéinvestimento  #brasil  #riodejaneiro  #brasileira  #mulher  #blackpower  #mulhernegra  #mmc  #mmciencia  #mulheresnaciencia  #sciencelikeagirl  #girlpower  #biologia  #uerj  #instalove  #instagood  #inspiracao 
Como ontem foi o dia da visibilidade lésbica, vamos falar sobre essa cientista incrível:  Florence Nightingale!

Ela ficou famosa por ser pioneira no tratamento a feridos de guerra, durante a Guerra da Crimeia.

Florence era anglicana, e acreditava que Deus a havia chamado para ser enfermeira.

Foi pioneira na utilização do modelo biomédico para diagnóstico de doenças, e lançou as bases da enfermagem profissional com a criação de sua escola de enfermagem em Londres. O dia internacional da enfermagem é comemorado no dia do seu aniversário!

Contribuiu no campo da estatística, utilizando métodos de representação visual de informações (sabe o gráfico “pizza”, criado por William Playfair? Ela foi pioneira ao utilizá-lo para exemplificar de forma clara a necessidade de adotar medidas sanitárias de hospitais em guerra) no seu livro – “Notes on nursing”. Os gráficos ilustrados em seu livro provocaram convencimento imediato da validade dos seus argumentos perante as autoridades. A partir desse marco histórico se iniciou a instalação de medidas sanitaristas como a Royal Sanitary Commission (Comissão Sanitária Real), difusão das práticas sanitárias nas escolas de saúde.

O impacto cultural de Florence e suas ideias na administração das forças armadas foi tão forte que até chegar a Segunda Guerra Mundial as forças britânicas tinham manuais sanitários, cuidados nutricionais e de cuidados com seus soldados feridos.

Algumas escolas de enfermagem e museus ignoram um pouco seu papel de articulação política e impacto na enfermagem, e ignoram o fato de ser lésbica. É por isso que viemos falar aqui sobre ela!

#sciencelikeagirl #mulheresnaciencia #mmc #mmciencia #follow #uerj #uerjresiste #scientists #science #ufrj #ufrrj #puc #engenharia #cientista #unesco #social #socialimpact #exatas #tecnologicas #girlpower #instalove #instagood #love #photooftheday
#visibilidadelesbica
Como ontem foi o dia da visibilidade lésbica, vamos falar sobre essa cientista incrível: Florence Nightingale! Ela ficou famosa por ser pioneira no tratamento a feridos de guerra, durante a Guerra da Crimeia. Florence era anglicana, e acreditava que Deus a havia chamado para ser enfermeira. Foi pioneira na utilização do modelo biomédico para diagnóstico de doenças, e lançou as bases da enfermagem profissional com a criação de sua escola de enfermagem em Londres. O dia internacional da enfermagem é comemorado no dia do seu aniversário! Contribuiu no campo da estatística, utilizando métodos de representação visual de informações (sabe o gráfico “pizza”, criado por William Playfair? Ela foi pioneira ao utilizá-lo para exemplificar de forma clara a necessidade de adotar medidas sanitárias de hospitais em guerra) no seu livro – “Notes on nursing”. Os gráficos ilustrados em seu livro provocaram convencimento imediato da validade dos seus argumentos perante as autoridades. A partir desse marco histórico se iniciou a instalação de medidas sanitaristas como a Royal Sanitary Commission (Comissão Sanitária Real), difusão das práticas sanitárias nas escolas de saúde. O impacto cultural de Florence e suas ideias na administração das forças armadas foi tão forte que até chegar a Segunda Guerra Mundial as forças britânicas tinham manuais sanitários, cuidados nutricionais e de cuidados com seus soldados feridos. Algumas escolas de enfermagem e museus ignoram um pouco seu papel de articulação política e impacto na enfermagem, e ignoram o fato de ser lésbica. É por isso que viemos falar aqui sobre ela! #sciencelikeagirl  #mulheresnaciencia  #mmc  #mmciencia  #follow  #uerj  #uerjresiste  #scientists  #science  #ufrj  #ufrrj  #puc  #engenharia  #cientista  #unesco  #social  #socialimpact  #exatas  #tecnologicas  #girlpower  #instalove  #instagood  #love  #photooftheday  #visibilidadelesbica 
Você conhece esta mulher?

Keiana Cavé é uma jovem americana que trabalha na prevenção de desastres naturais. Quando tinha 15 anos pesquisou sobre a contaminação de óleo nos oceanos, descobrindo uma forma eficaz de mensurar o impacto de contaminações, e hoje trabalha para minimizar estes impactos!

Tudo começou com o derramamento de óleo da Deepwater Horizon, que ocorreu em 2010 no Golfo do México. Foram aproximadamente 4,9 milhões de barris de petróleo derramados no oceano. Após o acidente, milhares de animais marinhos morreram e muitos outros sofreram mutações. Ao assistir os noticiários que mencionavam a tragédia, Keiana Cavé logo imaginou que os danos ambientais seriam bem maiores que o imaginado. Foi então que ela decidiu pesquisar o que estava de fato acontecendo. Com apenas 15 anos, passou a estudar sobre os efeitos que o óleo sofre quando deixado sobre a superfície do oceano. Assim, descobriu que após ser atingido pelo raios solares UV, ele reage formando produtos químicos cancerígenos.

Suas pesquisas resultaram em nada menos que dois artigos científicos e duas patentes, que ajudam na detecção de agentes químicos cancerígenos. Suas pesquisas renderam aproximadamente 1,2 milhões de dólares em financiamento. Além disso, ela também desenvolveu uma startup que busca tornar tais substâncias menos nocivas. 
Hoje, aos 20 anos de idade, ela é estudante de engenharia química da Universidade de Michgan, e além de ter sua própria empresa, ela dá palestras sobre emponderamento feminino. No ano passado Keiana Cavé foi eleita pela Revista Forbes uma das 30 pessoas com menos de 30 anos de idade mais influentes do mundo no setor de Energia (Forbes 30 Under 30- Energy 2017). Uma inspiração 😍

#meninas #mulheres #lutecomoumagarota #girlpower #girlspower #ciencia #science #sciencelikeagirl #mmciencia #energy #natureza #environment #nature #domingo #sunday
Você conhece esta mulher? Keiana Cavé é uma jovem americana que trabalha na prevenção de desastres naturais. Quando tinha 15 anos pesquisou sobre a contaminação de óleo nos oceanos, descobrindo uma forma eficaz de mensurar o impacto de contaminações, e hoje trabalha para minimizar estes impactos! Tudo começou com o derramamento de óleo da Deepwater Horizon, que ocorreu em 2010 no Golfo do México. Foram aproximadamente 4,9 milhões de barris de petróleo derramados no oceano. Após o acidente, milhares de animais marinhos morreram e muitos outros sofreram mutações. Ao assistir os noticiários que mencionavam a tragédia, Keiana Cavé logo imaginou que os danos ambientais seriam bem maiores que o imaginado. Foi então que ela decidiu pesquisar o que estava de fato acontecendo. Com apenas 15 anos, passou a estudar sobre os efeitos que o óleo sofre quando deixado sobre a superfície do oceano. Assim, descobriu que após ser atingido pelo raios solares UV, ele reage formando produtos químicos cancerígenos. Suas pesquisas resultaram em nada menos que dois artigos científicos e duas patentes, que ajudam na detecção de agentes químicos cancerígenos. Suas pesquisas renderam aproximadamente 1,2 milhões de dólares em financiamento. Além disso, ela também desenvolveu uma startup que busca tornar tais substâncias menos nocivas. Hoje, aos 20 anos de idade, ela é estudante de engenharia química da Universidade de Michgan, e além de ter sua própria empresa, ela dá palestras sobre emponderamento feminino. No ano passado Keiana Cavé foi eleita pela Revista Forbes uma das 30 pessoas com menos de 30 anos de idade mais influentes do mundo no setor de Energia (Forbes 30 Under 30- Energy 2017). Uma inspiração 😍 #meninas  #mulheres  #lutecomoumagarota  #girlpower  #girlspower  #ciencia  #science  #sciencelikeagirl  #mmciencia  #energy  #natureza  #environment  #nature  #domingo  #sunday 
Estudantes descobrem uma bactéria que come o plástico dos oceanos!

Anualmente são despejados 8 milhões de toneladas de plástico no oceano, e estima-se que, em 2050, teremos mais plástico que peixes no mar. Procurando uma saída, duas estudantes japonesas desenvolveram uma bactéria capaz de digerir este material.

Miranda Wang e Jeanny Yao moram em Vancouver, Canadá, e vêm trabalhando na ideia desde que estavam no colégio. Em 2013 elas já davam palestras sobre o trabalho, que vem recebendo incentivos financeiros e já ganhou alguns prêmios de inovação tecnológica. “Nos dias de hoje, é praticamente impossível fazer com que paramos de usar plástico. Acreditamos que tudo deveria ser biodegradável”, afirma Wang.

O objetivo do estudo era de criar uma bactéria que se alimenta dos resíduos plásticos, retornando água e CO2 para os oceanos. O sistema funciona em duas etapas: na primeira, o plástico é dissolvido com o uso de solventes, depois as bactérias entram em ação. A estimativa é que cada litro de solução com bactérias possa remover nove gramas de plástico das águas.

A partir deste estudo, as meninas conseguiram descobrir uma bactéria capaz de decompor completamente o polietileno tereftalato -- o plástico do qual são feitas as garrafas PET! Com cinco prêmios, a dupla ficou famosa por ser a mais jovem a ganhar o prêmio Perlman de Ciência!

#sciencelikeagirl <3
Estudantes descobrem uma bactéria que come o plástico dos oceanos! Anualmente são despejados 8 milhões de toneladas de plástico no oceano, e estima-se que, em 2050, teremos mais plástico que peixes no mar. Procurando uma saída, duas estudantes japonesas desenvolveram uma bactéria capaz de digerir este material. Miranda Wang e Jeanny Yao moram em Vancouver, Canadá, e vêm trabalhando na ideia desde que estavam no colégio. Em 2013 elas já davam palestras sobre o trabalho, que vem recebendo incentivos financeiros e já ganhou alguns prêmios de inovação tecnológica. “Nos dias de hoje, é praticamente impossível fazer com que paramos de usar plástico. Acreditamos que tudo deveria ser biodegradável”, afirma Wang. O objetivo do estudo era de criar uma bactéria que se alimenta dos resíduos plásticos, retornando água e CO2 para os oceanos. O sistema funciona em duas etapas: na primeira, o plástico é dissolvido com o uso de solventes, depois as bactérias entram em ação. A estimativa é que cada litro de solução com bactérias possa remover nove gramas de plástico das águas. A partir deste estudo, as meninas conseguiram descobrir uma bactéria capaz de decompor completamente o polietileno tereftalato -- o plástico do qual são feitas as garrafas PET! Com cinco prêmios, a dupla ficou famosa por ser a mais jovem a ganhar o prêmio Perlman de Ciência! #sciencelikeagirl  <3
Você conhece esta mulher?

Williamina Paton Stevens Fleming nasceu na Escócia, em 1857. Williamina era professora antes de viajar a Boston com seu marido, aos 21 anos. Depois que ela e seu filho foram deixados por James, ela trabalhou como empregada na casa de Edward Charles Pickering. Pickering estava frustrado com seus assistentes masculinos no Harvard College Observatory e, de acordo com a lenda, declarou publicamente que até mesmo sua empregada faria um trabalho melhor. Claramente esta frase teve intenção pejorativa, mas ele ainda teria uma grande surpresa sobre sua capacidade.

Em 1881, Pickering contratou Williamina para realizar tarefas administrativas no observatório. Enquanto estava lá, ela desenvolveu e ajudou a implementar um sistema de classificação de estrelas, uma letra de acordo com a quantidade de hidrogênio que podia ser observado em seu espectro. Estrelas com a letra A sendo as com mais hidrogênio, estrelas com a letra B em segundo lugar, e assim por diante. Mais tarde, Annie Jump Cannon se baseou neste sistema para desenvolver uma classificação mais simples, baseada na temperatura.

Williamina contribuiu catalogando estrelas no Henry Draper Catalogue. Em nove anos, ela catalogou mais de dez mil estrelas. Durante sua pesquisa, ela descobriu 59 nebulosas, cerca de 310 estrelas variáveis, e 10 novas. Em 1907, ela publicou uma lista de 222 estrelas variáveis que ela descobriu.

Em 1888, descobriu a Nebulosa Cabeça de Cavalo, descrevendo a nebulosa brilhante (mais tarde conhecida como IC 434) como tendo "uma marca semicircular de 5 minutos em diâmetro e 30 minutos ao sul de Zeta Orionis." O irmão de Edward Pickering, William Henry Pickering, que tirou a fotografia, especulou que o ponto era matéria escura. Todos artigos e livros subsequentes negam o crédito de Fleming e W. H. Pickering, porque o compilador do primeiro Index Catalogue, J. L. E. Dreyer, eliminou o nome de  Williamina da lista de objetos até então descobertos em Harvard, atribuindo eles todos meramente a Pickering.

Williamina foi colocada no cargo de chefe de dezenas de mulheres contratadas para realizar classificações matemáticas, e editou as publicações do observatório. (+)
Você conhece esta mulher? Williamina Paton Stevens Fleming nasceu na Escócia, em 1857. Williamina era professora antes de viajar a Boston com seu marido, aos 21 anos. Depois que ela e seu filho foram deixados por James, ela trabalhou como empregada na casa de Edward Charles Pickering. Pickering estava frustrado com seus assistentes masculinos no Harvard College Observatory e, de acordo com a lenda, declarou publicamente que até mesmo sua empregada faria um trabalho melhor. Claramente esta frase teve intenção pejorativa, mas ele ainda teria uma grande surpresa sobre sua capacidade. Em 1881, Pickering contratou Williamina para realizar tarefas administrativas no observatório. Enquanto estava lá, ela desenvolveu e ajudou a implementar um sistema de classificação de estrelas, uma letra de acordo com a quantidade de hidrogênio que podia ser observado em seu espectro. Estrelas com a letra A sendo as com mais hidrogênio, estrelas com a letra B em segundo lugar, e assim por diante. Mais tarde, Annie Jump Cannon se baseou neste sistema para desenvolver uma classificação mais simples, baseada na temperatura. Williamina contribuiu catalogando estrelas no Henry Draper Catalogue. Em nove anos, ela catalogou mais de dez mil estrelas. Durante sua pesquisa, ela descobriu 59 nebulosas, cerca de 310 estrelas variáveis, e 10 novas. Em 1907, ela publicou uma lista de 222 estrelas variáveis que ela descobriu. Em 1888, descobriu a Nebulosa Cabeça de Cavalo, descrevendo a nebulosa brilhante (mais tarde conhecida como IC 434) como tendo "uma marca semicircular de 5 minutos em diâmetro e 30 minutos ao sul de Zeta Orionis." O irmão de Edward Pickering, William Henry Pickering, que tirou a fotografia, especulou que o ponto era matéria escura. Todos artigos e livros subsequentes negam o crédito de Fleming e W. H. Pickering, porque o compilador do primeiro Index Catalogue, J. L. E. Dreyer, eliminou o nome de  Williamina da lista de objetos até então descobertos em Harvard, atribuindo eles todos meramente a Pickering. Williamina foi colocada no cargo de chefe de dezenas de mulheres contratadas para realizar classificações matemáticas, e editou as publicações do observatório. (+)
Você conhece esta mulher?

Jewel Plummer Cobb nasceu em 1924 em Chicago, Illinois. Seu avô paterno era um escravo liberto e tornou-se farmacêutico depois de conquistar sua liberdade. Jewel matriculou-se na Universidade de Michigan em 1942, mas insatisfeita com a moradia segregada para estudantes negros, ela se transferiu para o Talladega College, no Alabama, onde graduou-se em Biologia em 1945.

Por ser uma mulher negra, inicialmente lhe foi negada uma bolsa para estudos de pós-graduação em biologia na Universidade de Nova York, mas logo após conseguiu se destacar e ser aceita nesta faculdade. Em 1947, completou seu mestrado pela New York University, e, em 1950, seu Ph.D, com foco em fisiologia celular.

Em sua carreira como pesquisadora, Jewel Cobb descobriu a relação entre a melanina e os danos à pele, e sobre os efeitos de hormônios, luz ultravioleta e agentes quimioterápicos na divisão celular. Também descobriu que o metotrexato era eficaz no tratamento de certos tipos de câncer de pele, câncer de pulmão e leucemia infantil. Esta droga é usada até hoje em quimioterapias para tratar vários tipos de cânceres e doenças auto-imunes. Jewel foi a primeira a publicar dados sobre a capacidade da actinomicina D de causar uma redução de nucléolos no núcleo de células humanas normais e malignas.

Em reconhecimento às suas contribuições para a ciência, Jewel recebeu uma série de prêmios e foi eleita para o Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências dos EUA, em 1974. Ela também foi membro do Conselho Nacional de Ciências de 1974 a 1980.

Jewel atuou como reitora de Artes e Ciências no Connecticut College entre 1969 e 1976, onde também foi professora de zoologia. Anos depois, Jewel Plummer Cobb se tornou a primeira mulher negra reitora da California State University, em 1981, em Fullerton, se tornando a primeira mulher negra a dirigir uma grande universidade nos EUA. Em meio as suas conquistas enfrentou protestos públicos de racismo e sexismo ao assumir seu cargo em Fullerton. Defensora do direito das mulheres e minorias, ela ajudou a aumentar as matrículas de minorias na California State University. (+)
Você conhece esta mulher? Jewel Plummer Cobb nasceu em 1924 em Chicago, Illinois. Seu avô paterno era um escravo liberto e tornou-se farmacêutico depois de conquistar sua liberdade. Jewel matriculou-se na Universidade de Michigan em 1942, mas insatisfeita com a moradia segregada para estudantes negros, ela se transferiu para o Talladega College, no Alabama, onde graduou-se em Biologia em 1945. Por ser uma mulher negra, inicialmente lhe foi negada uma bolsa para estudos de pós-graduação em biologia na Universidade de Nova York, mas logo após conseguiu se destacar e ser aceita nesta faculdade. Em 1947, completou seu mestrado pela New York University, e, em 1950, seu Ph.D, com foco em fisiologia celular. Em sua carreira como pesquisadora, Jewel Cobb descobriu a relação entre a melanina e os danos à pele, e sobre os efeitos de hormônios, luz ultravioleta e agentes quimioterápicos na divisão celular. Também descobriu que o metotrexato era eficaz no tratamento de certos tipos de câncer de pele, câncer de pulmão e leucemia infantil. Esta droga é usada até hoje em quimioterapias para tratar vários tipos de cânceres e doenças auto-imunes. Jewel foi a primeira a publicar dados sobre a capacidade da actinomicina D de causar uma redução de nucléolos no núcleo de células humanas normais e malignas. Em reconhecimento às suas contribuições para a ciência, Jewel recebeu uma série de prêmios e foi eleita para o Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências dos EUA, em 1974. Ela também foi membro do Conselho Nacional de Ciências de 1974 a 1980. Jewel atuou como reitora de Artes e Ciências no Connecticut College entre 1969 e 1976, onde também foi professora de zoologia. Anos depois, Jewel Plummer Cobb se tornou a primeira mulher negra reitora da California State University, em 1981, em Fullerton, se tornando a primeira mulher negra a dirigir uma grande universidade nos EUA. Em meio as suas conquistas enfrentou protestos públicos de racismo e sexismo ao assumir seu cargo em Fullerton. Defensora do direito das mulheres e minorias, ela ajudou a aumentar as matrículas de minorias na California State University. (+)
Marie Curie é um dos nomes mais famosos de toda a história da ciência, mas você conhece mesmo sua história?

Vamos a 10 fatos sobre a vida de Maria Salomea Sklodawska:

1) O elemento químico Polônio, assim como o Rádio, foi descoberto por ela, e leva este nome em homenagem ao seu país de origem, a Polônia.
2) Ela foi criada em Varsóvia em uma época que a Polônia era governada pelo czar da Rússia, que julgava que mulheres não deveriam ter permissão para cursar a faculdade, mas seus pais eram professores e sempre apoiaram sua educação.
3) Marie perdeu sua mãe aos 10 anos de idade, e devido a isso entrou em profunda depressão, doença que ela lutou contra toda sua vida.
4) Ela sonhava em ser médica, mas a faculdade de medicina de Varsóvia não aceitava mulheres.
5) Em sua adolescência trabalhou em uma espécie de faculdade independente, chamada Universidade Flutuante. Como o governo russo era contra os poloneses estudarem, ela compartilhava seus conhecimentos neste grupo secreto.
6) Marie Curie também lecionava para mulheres pobres da área em segredo.
7) Quando ganhou seu primeiro prêmio Nobel, o comitê pediu que ela não comparecesse à cerimônia de premiação, pois na época a mídia publicava matérias machistas tentando descredibilizar a cientista. Marie compareceu a premiação mesmo assim.
8 )Ela foi a primeira e única mulher a ser sepultada no Panteão, o mausoléu nacional da França.
9) Marie Curie foi eleita mulher mais influente da história, pela lista elencada anualmente pela BBC History Magazine, no Reino Unido. Na lista ela desbancou mulheres como Margaret Thatcher, a princesa Diana e até Cleópatra.
10) Além de ser a primeira mulher da história a receber um Prêmio Nobel, foi também a primeira pessoa a ser laureada com duas dessas premiações. Este feito foi repetido apenas por outros três cientistas anos mais tarde.

E você, já sabia tudo isso sobre a cientista mais popular da história? Compartilhe com seus amigos e amigas!
Marie Curie é um dos nomes mais famosos de toda a história da ciência, mas você conhece mesmo sua história? Vamos a 10 fatos sobre a vida de Maria Salomea Sklodawska: 1) O elemento químico Polônio, assim como o Rádio, foi descoberto por ela, e leva este nome em homenagem ao seu país de origem, a Polônia. 2) Ela foi criada em Varsóvia em uma época que a Polônia era governada pelo czar da Rússia, que julgava que mulheres não deveriam ter permissão para cursar a faculdade, mas seus pais eram professores e sempre apoiaram sua educação. 3) Marie perdeu sua mãe aos 10 anos de idade, e devido a isso entrou em profunda depressão, doença que ela lutou contra toda sua vida. 4) Ela sonhava em ser médica, mas a faculdade de medicina de Varsóvia não aceitava mulheres. 5) Em sua adolescência trabalhou em uma espécie de faculdade independente, chamada Universidade Flutuante. Como o governo russo era contra os poloneses estudarem, ela compartilhava seus conhecimentos neste grupo secreto. 6) Marie Curie também lecionava para mulheres pobres da área em segredo. 7) Quando ganhou seu primeiro prêmio Nobel, o comitê pediu que ela não comparecesse à cerimônia de premiação, pois na época a mídia publicava matérias machistas tentando descredibilizar a cientista. Marie compareceu a premiação mesmo assim. 8 )Ela foi a primeira e única mulher a ser sepultada no Panteão, o mausoléu nacional da França. 9) Marie Curie foi eleita mulher mais influente da história, pela lista elencada anualmente pela BBC History Magazine, no Reino Unido. Na lista ela desbancou mulheres como Margaret Thatcher, a princesa Diana e até Cleópatra. 10) Além de ser a primeira mulher da história a receber um Prêmio Nobel, foi também a primeira pessoa a ser laureada com duas dessas premiações. Este feito foi repetido apenas por outros três cientistas anos mais tarde. E você, já sabia tudo isso sobre a cientista mais popular da história? Compartilhe com seus amigos e amigas!
Você conhece esta mulher?

Marília da Silva Pares Regali nasceu em Mogi Mirim, São Paulo, no dia 3 de janeiro de 1930. Na época não existia curso de geologia, então Marília cursou História Natural na Universidade de São Paulo, que havia um currículo de geologia muito forte.  Com isso, quando foi criado o curso de Geologia em 1957, ela já havia feito muitas matérias da grade e se graduou nesta ciência com apenas três anos de curso.

Marília ingressou na Petrobras em janeiro de 1960, logo após sua formatura em 1959, porém não foi aceita na empresa em um primeiro momento. Quando os funcionários da Petrobras foram entrevistar os alunos que estavam se formando, ela entrou na sala e na mesma hora saiu, pois afirmaram que lá era “só para homem.”. Pouco tempo depois, a empresa precisou de um geólogo na Bahia, ela foi entrevistada e contratada. Sua dupla graduação a ajudou muito em seu trabalho na Petrobras, mas o preconceito que sofria por ser mulher a seguiu durante toda sua carreira. Por isso, orgulhava-se em afirmar que foi “o primeiro geólogo” que veio para a Petrobras, tanto de homem quanto de mulher. Com os anos, entraram vários geólogos, mas ela continuou sendo a única mulher até 1975.

Ela enfrentava preconceito e falta de instalações adequadas como banheiros, mas enfrentava as adversidades, aproveitando para aprender o que pudesse e que a tornasse indispensável. Em certa ocasião Marília afirmou: “Talvez, um homem não pegasse tanta coisa quanto eu peguei, porque os homens geralmente escolhem o que fazem e eu não, pegava tudo. Eu nunca disse não. Aprendi mais.”. Um dos seus trabalhos “Palinologia dos sedimentos mesocenozóicos do Brasil”, publicado pela Petrobras em 1970, foi referência para a geologia brasileira e solicitado por universidades do Brasil e de países como Rússia, EUA, Europa e Japão e utilizado para estudos na África.

Marília foi para a UFRJ em 1990 e se aposentou da docência e do trabalho em plataformas em 1994, mas continuou como professora convidada na UFRJ, dando palestras e orientando alunos até este ano. Marília Regali faleceu aos 88 anos, no dia primeiro de junho de 2018, e deixamos aqui nossa homenagem por sua coragem e amor pela ciência.
Você conhece esta mulher? Marília da Silva Pares Regali nasceu em Mogi Mirim, São Paulo, no dia 3 de janeiro de 1930. Na época não existia curso de geologia, então Marília cursou História Natural na Universidade de São Paulo, que havia um currículo de geologia muito forte. Com isso, quando foi criado o curso de Geologia em 1957, ela já havia feito muitas matérias da grade e se graduou nesta ciência com apenas três anos de curso. Marília ingressou na Petrobras em janeiro de 1960, logo após sua formatura em 1959, porém não foi aceita na empresa em um primeiro momento. Quando os funcionários da Petrobras foram entrevistar os alunos que estavam se formando, ela entrou na sala e na mesma hora saiu, pois afirmaram que lá era “só para homem.”. Pouco tempo depois, a empresa precisou de um geólogo na Bahia, ela foi entrevistada e contratada. Sua dupla graduação a ajudou muito em seu trabalho na Petrobras, mas o preconceito que sofria por ser mulher a seguiu durante toda sua carreira. Por isso, orgulhava-se em afirmar que foi “o primeiro geólogo” que veio para a Petrobras, tanto de homem quanto de mulher. Com os anos, entraram vários geólogos, mas ela continuou sendo a única mulher até 1975. Ela enfrentava preconceito e falta de instalações adequadas como banheiros, mas enfrentava as adversidades, aproveitando para aprender o que pudesse e que a tornasse indispensável. Em certa ocasião Marília afirmou: “Talvez, um homem não pegasse tanta coisa quanto eu peguei, porque os homens geralmente escolhem o que fazem e eu não, pegava tudo. Eu nunca disse não. Aprendi mais.”. Um dos seus trabalhos “Palinologia dos sedimentos mesocenozóicos do Brasil”, publicado pela Petrobras em 1970, foi referência para a geologia brasileira e solicitado por universidades do Brasil e de países como Rússia, EUA, Europa e Japão e utilizado para estudos na África. Marília foi para a UFRJ em 1990 e se aposentou da docência e do trabalho em plataformas em 1994, mas continuou como professora convidada na UFRJ, dando palestras e orientando alunos até este ano. Marília Regali faleceu aos 88 anos, no dia primeiro de junho de 2018, e deixamos aqui nossa homenagem por sua coragem e amor pela ciência.