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Marie Curie é um dos nomes mais famosos de toda a história da ciência, mas você conhece mesmo sua história?

Vamos a 10 fatos sobre a vida de Maria Salomea Sklodawska:

1) O elemento químico Polônio, assim como o Rádio, foi descoberto por ela, e leva este nome em homenagem ao seu país de origem, a Polônia.
2) Ela foi criada em Varsóvia em uma época que a Polônia era governada pelo czar da Rússia, que julgava que mulheres não deveriam ter permissão para cursar a faculdade, mas seus pais eram professores e sempre apoiaram sua educação.
3) Marie perdeu sua mãe aos 10 anos de idade, e devido a isso entrou em profunda depressão, doença que ela lutou contra toda sua vida.
4) Ela sonhava em ser médica, mas a faculdade de medicina de Varsóvia não aceitava mulheres.
5) Em sua adolescência trabalhou em uma espécie de faculdade independente, chamada Universidade Flutuante. Como o governo russo era contra os poloneses estudarem, ela compartilhava seus conhecimentos neste grupo secreto.
6) Marie Curie também lecionava para mulheres pobres da área em segredo.
7) Quando ganhou seu primeiro prêmio Nobel, o comitê pediu que ela não comparecesse à cerimônia de premiação, pois na época a mídia publicava matérias machistas tentando descredibilizar a cientista. Marie compareceu a premiação mesmo assim.
8 )Ela foi a primeira e única mulher a ser sepultada no Panteão, o mausoléu nacional da França.
9) Marie Curie foi eleita mulher mais influente da história, pela lista elencada anualmente pela BBC History Magazine, no Reino Unido. Na lista ela desbancou mulheres como Margaret Thatcher, a princesa Diana e até Cleópatra.
10) Além de ser a primeira mulher da história a receber um Prêmio Nobel, foi também a primeira pessoa a ser laureada com duas dessas premiações. Este feito foi repetido apenas por outros três cientistas anos mais tarde.

E você, já sabia tudo isso sobre a cientista mais popular da história? Compartilhe com seus amigos e amigas!
Marie Curie é um dos nomes mais famosos de toda a história da ciência, mas você conhece mesmo sua história? Vamos a 10 fatos sobre a vida de Maria Salomea Sklodawska: 1) O elemento químico Polônio, assim como o Rádio, foi descoberto por ela, e leva este nome em homenagem ao seu país de origem, a Polônia. 2) Ela foi criada em Varsóvia em uma época que a Polônia era governada pelo czar da Rússia, que julgava que mulheres não deveriam ter permissão para cursar a faculdade, mas seus pais eram professores e sempre apoiaram sua educação. 3) Marie perdeu sua mãe aos 10 anos de idade, e devido a isso entrou em profunda depressão, doença que ela lutou contra toda sua vida. 4) Ela sonhava em ser médica, mas a faculdade de medicina de Varsóvia não aceitava mulheres. 5) Em sua adolescência trabalhou em uma espécie de faculdade independente, chamada Universidade Flutuante. Como o governo russo era contra os poloneses estudarem, ela compartilhava seus conhecimentos neste grupo secreto. 6) Marie Curie também lecionava para mulheres pobres da área em segredo. 7) Quando ganhou seu primeiro prêmio Nobel, o comitê pediu que ela não comparecesse à cerimônia de premiação, pois na época a mídia publicava matérias machistas tentando descredibilizar a cientista. Marie compareceu a premiação mesmo assim. 8 )Ela foi a primeira e única mulher a ser sepultada no Panteão, o mausoléu nacional da França. 9) Marie Curie foi eleita mulher mais influente da história, pela lista elencada anualmente pela BBC History Magazine, no Reino Unido. Na lista ela desbancou mulheres como Margaret Thatcher, a princesa Diana e até Cleópatra. 10) Além de ser a primeira mulher da história a receber um Prêmio Nobel, foi também a primeira pessoa a ser laureada com duas dessas premiações. Este feito foi repetido apenas por outros três cientistas anos mais tarde. E você, já sabia tudo isso sobre a cientista mais popular da história? Compartilhe com seus amigos e amigas!
Você conhece esta mulher?

Marília da Silva Pares Regali nasceu em Mogi Mirim, São Paulo, no dia 3 de janeiro de 1930. Na época não existia curso de geologia, então Marília cursou História Natural na Universidade de São Paulo, que havia um currículo de geologia muito forte.  Com isso, quando foi criado o curso de Geologia em 1957, ela já havia feito muitas matérias da grade e se graduou nesta ciência com apenas três anos de curso.

Marília ingressou na Petrobras em janeiro de 1960, logo após sua formatura em 1959, porém não foi aceita na empresa em um primeiro momento. Quando os funcionários da Petrobras foram entrevistar os alunos que estavam se formando, ela entrou na sala e na mesma hora saiu, pois afirmaram que lá era “só para homem.”. Pouco tempo depois, a empresa precisou de um geólogo na Bahia, ela foi entrevistada e contratada. Sua dupla graduação a ajudou muito em seu trabalho na Petrobras, mas o preconceito que sofria por ser mulher a seguiu durante toda sua carreira. Por isso, orgulhava-se em afirmar que foi “o primeiro geólogo” que veio para a Petrobras, tanto de homem quanto de mulher. Com os anos, entraram vários geólogos, mas ela continuou sendo a única mulher até 1975.

Ela enfrentava preconceito e falta de instalações adequadas como banheiros, mas enfrentava as adversidades, aproveitando para aprender o que pudesse e que a tornasse indispensável. Em certa ocasião Marília afirmou: “Talvez, um homem não pegasse tanta coisa quanto eu peguei, porque os homens geralmente escolhem o que fazem e eu não, pegava tudo. Eu nunca disse não. Aprendi mais.”. Um dos seus trabalhos “Palinologia dos sedimentos mesocenozóicos do Brasil”, publicado pela Petrobras em 1970, foi referência para a geologia brasileira e solicitado por universidades do Brasil e de países como Rússia, EUA, Europa e Japão e utilizado para estudos na África.

Marília foi para a UFRJ em 1990 e se aposentou da docência e do trabalho em plataformas em 1994, mas continuou como professora convidada na UFRJ, dando palestras e orientando alunos até este ano. Marília Regali faleceu aos 88 anos, no dia primeiro de junho de 2018, e deixamos aqui nossa homenagem por sua coragem e amor pela ciência.
Você conhece esta mulher? Marília da Silva Pares Regali nasceu em Mogi Mirim, São Paulo, no dia 3 de janeiro de 1930. Na época não existia curso de geologia, então Marília cursou História Natural na Universidade de São Paulo, que havia um currículo de geologia muito forte. Com isso, quando foi criado o curso de Geologia em 1957, ela já havia feito muitas matérias da grade e se graduou nesta ciência com apenas três anos de curso. Marília ingressou na Petrobras em janeiro de 1960, logo após sua formatura em 1959, porém não foi aceita na empresa em um primeiro momento. Quando os funcionários da Petrobras foram entrevistar os alunos que estavam se formando, ela entrou na sala e na mesma hora saiu, pois afirmaram que lá era “só para homem.”. Pouco tempo depois, a empresa precisou de um geólogo na Bahia, ela foi entrevistada e contratada. Sua dupla graduação a ajudou muito em seu trabalho na Petrobras, mas o preconceito que sofria por ser mulher a seguiu durante toda sua carreira. Por isso, orgulhava-se em afirmar que foi “o primeiro geólogo” que veio para a Petrobras, tanto de homem quanto de mulher. Com os anos, entraram vários geólogos, mas ela continuou sendo a única mulher até 1975. Ela enfrentava preconceito e falta de instalações adequadas como banheiros, mas enfrentava as adversidades, aproveitando para aprender o que pudesse e que a tornasse indispensável. Em certa ocasião Marília afirmou: “Talvez, um homem não pegasse tanta coisa quanto eu peguei, porque os homens geralmente escolhem o que fazem e eu não, pegava tudo. Eu nunca disse não. Aprendi mais.”. Um dos seus trabalhos “Palinologia dos sedimentos mesocenozóicos do Brasil”, publicado pela Petrobras em 1970, foi referência para a geologia brasileira e solicitado por universidades do Brasil e de países como Rússia, EUA, Europa e Japão e utilizado para estudos na África. Marília foi para a UFRJ em 1990 e se aposentou da docência e do trabalho em plataformas em 1994, mas continuou como professora convidada na UFRJ, dando palestras e orientando alunos até este ano. Marília Regali faleceu aos 88 anos, no dia primeiro de junho de 2018, e deixamos aqui nossa homenagem por sua coragem e amor pela ciência.
É com muita felicidade que anunciamos nossa nova parceira! 
A @editorablucher tem 60 anos de existência e reafirma constantemente o seu compromisso com a ciência e com a democratização do conhecimento. Já são mais de 1500 livros publicados, 17 prêmios Jabuti conquistados e diversos livros reconhecidos e adotados por ilustres professores de diversas áreas do conhecimento. 
Como é uma empresa consciente, que apoia a divulgação científica e a luta pela igualdade de gênero, seus colaboradores foram muito solícitos e empenhados em ajudar nosso projeto! Foram doados para a Semana de Meninas e Mulheres na Ciência três exemplares do livro "As cientistas, 50 mulheres que mudaram o mundo", que serão sorteados para as meninas que participarem das nossas oficinas e feira de ciências. Dessa forma, nossas pequenas cientistas poderão continuar se inspirando com a história de mulheres incríveis em casa!

Agradecemos muito a parceria e o incentivo à igualdade de gênero e às ciências! Empresas como a Editora Blucher fazem toda a diferença! 
Quer ser nosso parceiro também? Pode contribuir de alguma forma com nossa causa? Entre em contato com a gente. A  Semana de Meninas e Mulheres na Ciência é um evento gratuito, sem fins lucrativos e não governamental, mas para acontecer precisa da ajuda de todos e todas!

Email para contato: mmciencia@gmail.com

#criancasnaciencia #mulheresnaciencia #mmc #mmciencia #educacao #uerj #uerjresiste #livros #editorablucher #ufrj #ufrrj #puc #engenharia #cientista #unesco #social #leia #exatas #tecnologicas #girlpower #livrododia #leiamais #leiaparaseufilho #50mulheresquemudaramomundo
É com muita felicidade que anunciamos nossa nova parceira! A @editorablucher tem 60 anos de existência e reafirma constantemente o seu compromisso com a ciência e com a democratização do conhecimento. Já são mais de 1500 livros publicados, 17 prêmios Jabuti conquistados e diversos livros reconhecidos e adotados por ilustres professores de diversas áreas do conhecimento. Como é uma empresa consciente, que apoia a divulgação científica e a luta pela igualdade de gênero, seus colaboradores foram muito solícitos e empenhados em ajudar nosso projeto! Foram doados para a Semana de Meninas e Mulheres na Ciência três exemplares do livro "As cientistas, 50 mulheres que mudaram o mundo", que serão sorteados para as meninas que participarem das nossas oficinas e feira de ciências. Dessa forma, nossas pequenas cientistas poderão continuar se inspirando com a história de mulheres incríveis em casa! Agradecemos muito a parceria e o incentivo à igualdade de gênero e às ciências! Empresas como a Editora Blucher fazem toda a diferença! Quer ser nosso parceiro também? Pode contribuir de alguma forma com nossa causa? Entre em contato com a gente. A  Semana de Meninas e Mulheres na Ciência é um evento gratuito, sem fins lucrativos e não governamental, mas para acontecer precisa da ajuda de todos e todas! Email para contato: mmciencia@gmail.com #criancasnaciencia  #mulheresnaciencia  #mmc  #mmciencia  #educacao  #uerj  #uerjresiste  #livros  #editorablucher  #ufrj  #ufrrj  #puc  #engenharia  #cientista  #unesco  #social  #leia  #exatas  #tecnologicas  #girlpower  #livrododia  #leiamais  #leiaparaseufilho  #50mulheresquemudaramomundo 
A MULHER INVISÍVEL

Uma fotografia em preto e branco, de 1971, imortalizou os especialistas da época em Biologia das Baleias, que se reuniram numa Conferência Internacional em Virginia, nos EUA. Na imagem, há 38 cientistas: 37 homens brancos, devidamente identificados, e uma única mulher, negra, cujo nome é impossível de saber. Quase invisível na imagem, já que o seu rosto está meio escondido pelas pessoas à sua volta, ela é de fato invisível na legenda. Todos os cientistas estão com seus devidos nomes, e ela como “Não identificada”. De acordo com a CNN, o mistério sobre a identidade da cientista mulher e negra “esquecida” pela história permaneceu durante quase meio século até que a ilustradora americana Candace Andersen encontrou a fotografia em arquivos antigos, quando fazia pesquisa para um álbum sobre a lei americana de proteção dos mamíferos marinhos de 1972.

Curiosa, mas sem saber o que fazer, a ilustradora teve então a ideia de fazer um apelo no Twitter. Ela postau a foto para tentar descobrir a identidade secreta de nossa heroína: a única mulher cientista entre os homens. Ao pedir ajuda, um arquivista no Instituto Smithsonian, em Washington, conseguiu confirmar poucos dias depois que era Sheila Minor Huff. Don Wilson, curadora emérita de mamíferos no Smithsonian.

A cientista, hoje com 71 anos, vive na Virginia. Sheila Minor dedicou toda a sua vida profissional à biodiversidade e diz que nunca se preocupou em ser reconhecida, afirma que só queria fazer o trabalho "porque o que é importante é o resultado". Em sua carreira na ciência, Sheila passou dois anos pesquisando mamíferos em Poplar Island e apresentou o resultado de seu trabalho na Sociedade Americana de Mamalogistas, em 1975. Durantes seus 35 anos de carreira trabalhou em várias agências federais, incluindo a Agência de Proteção Ambiental, onde foi responsável por avaliar as declarações de impacto ambiental para muitos projetos, desde barragens hidrelétricas a procedimentos de redução de ruídos.  Sheila também foi analista de espécimes biológicos no Serviço de Pesca e Vida Selvagem e aposentou-se como especialista de alto nível em proteção ambiental.
A MULHER INVISÍVEL Uma fotografia em preto e branco, de 1971, imortalizou os especialistas da época em Biologia das Baleias, que se reuniram numa Conferência Internacional em Virginia, nos EUA. Na imagem, há 38 cientistas: 37 homens brancos, devidamente identificados, e uma única mulher, negra, cujo nome é impossível de saber. Quase invisível na imagem, já que o seu rosto está meio escondido pelas pessoas à sua volta, ela é de fato invisível na legenda. Todos os cientistas estão com seus devidos nomes, e ela como “Não identificada”. De acordo com a CNN, o mistério sobre a identidade da cientista mulher e negra “esquecida” pela história permaneceu durante quase meio século até que a ilustradora americana Candace Andersen encontrou a fotografia em arquivos antigos, quando fazia pesquisa para um álbum sobre a lei americana de proteção dos mamíferos marinhos de 1972. Curiosa, mas sem saber o que fazer, a ilustradora teve então a ideia de fazer um apelo no Twitter. Ela postau a foto para tentar descobrir a identidade secreta de nossa heroína: a única mulher cientista entre os homens. Ao pedir ajuda, um arquivista no Instituto Smithsonian, em Washington, conseguiu confirmar poucos dias depois que era Sheila Minor Huff. Don Wilson, curadora emérita de mamíferos no Smithsonian. A cientista, hoje com 71 anos, vive na Virginia. Sheila Minor dedicou toda a sua vida profissional à biodiversidade e diz que nunca se preocupou em ser reconhecida, afirma que só queria fazer o trabalho "porque o que é importante é o resultado". Em sua carreira na ciência, Sheila passou dois anos pesquisando mamíferos em Poplar Island e apresentou o resultado de seu trabalho na Sociedade Americana de Mamalogistas, em 1975. Durantes seus 35 anos de carreira trabalhou em várias agências federais, incluindo a Agência de Proteção Ambiental, onde foi responsável por avaliar as declarações de impacto ambiental para muitos projetos, desde barragens hidrelétricas a procedimentos de redução de ruídos.  Sheila também foi analista de espécimes biológicos no Serviço de Pesca e Vida Selvagem e aposentou-se como especialista de alto nível em proteção ambiental.
Todo mundo já ouviu falar da Lei Maria da Penha, mas você conhece a história da mulher que deu nome a esta lei?

Maria da Penha Maia Fernandes nasceu em Fortaleza e foi incentivada pela avó, parteira, a estudar Farmácia. Ela cursou esta ciência na Universidade Federal do Ceará, e no segundo ano do curso conheceu seu primeiro marido. Se casou aos 19 anos, mas o marido de Maria da Penha a prendia em casa para proibi-la de estudar. Com isso, decidiu se separar e continuar seus estudos. Formou-se em Farmácia e Bioquímica em 1966, na primeira turma da UFC. Após sua graduação, se mudou para São Paulo para fazer mestrado em Parasitologia na USP. Lá conheceu seu segundo marido, o professor universitário colombiano Marco Antonio Viveros. Ao fim de sua pós-graduação foram morar juntos em Fortaleza, onde tiveram três filhos.

Viveros era um homem interessante, simpático e prestativo, mas durante os anos seu comportamento carinhoso mudou completamente. Ele passou a agredir física e psicologicamente as filhas e sua esposa. Ela tinha medo de denunciar, pois acreditava que a denúncia das agressões não seria levada a sério. Maria da Penha era uma profissional capacitada, com independência financeira, então decidiu pedir a separação, mas ele, claro, não aceitou.

Em 1983, de madrugada, Maria da Penha levou um tiro de espingarda nas costas. Viveros forjou a tentativa de assassinato contra a esposa, colocando uma corda no próprio pescoço e afirmando que sofreram um assalto.

Maria da Penha passou por cirurgias e ficou no hospital durante quatro meses. Saiu paraplégica. De volta a sua casa, sofreu outra tentativa de homicídio do marido: ele tentou eletrocutá-la no chuveiro, durante o banho. Na cadeira de rodas, gritou e foi salva pela babá das crianças.

Investigações da Secretaria de Segurança encontraram diversas incongruências nos relatos de Viveros sobre os dois atos de violência, e as autoridades chegaram à conclusão de que ele havia atentado contra a vida da mulher.  Maria da Penha conseguiu na Justiça uma ordem para poder sair de casa com as três filhas, mas a luta para que o ex-marido fosse preso pelo que fez foi longa. (+)
Todo mundo já ouviu falar da Lei Maria da Penha, mas você conhece a história da mulher que deu nome a esta lei? Maria da Penha Maia Fernandes nasceu em Fortaleza e foi incentivada pela avó, parteira, a estudar Farmácia. Ela cursou esta ciência na Universidade Federal do Ceará, e no segundo ano do curso conheceu seu primeiro marido. Se casou aos 19 anos, mas o marido de Maria da Penha a prendia em casa para proibi-la de estudar. Com isso, decidiu se separar e continuar seus estudos. Formou-se em Farmácia e Bioquímica em 1966, na primeira turma da UFC. Após sua graduação, se mudou para São Paulo para fazer mestrado em Parasitologia na USP. Lá conheceu seu segundo marido, o professor universitário colombiano Marco Antonio Viveros. Ao fim de sua pós-graduação foram morar juntos em Fortaleza, onde tiveram três filhos. Viveros era um homem interessante, simpático e prestativo, mas durante os anos seu comportamento carinhoso mudou completamente. Ele passou a agredir física e psicologicamente as filhas e sua esposa. Ela tinha medo de denunciar, pois acreditava que a denúncia das agressões não seria levada a sério. Maria da Penha era uma profissional capacitada, com independência financeira, então decidiu pedir a separação, mas ele, claro, não aceitou. Em 1983, de madrugada, Maria da Penha levou um tiro de espingarda nas costas. Viveros forjou a tentativa de assassinato contra a esposa, colocando uma corda no próprio pescoço e afirmando que sofreram um assalto. Maria da Penha passou por cirurgias e ficou no hospital durante quatro meses. Saiu paraplégica. De volta a sua casa, sofreu outra tentativa de homicídio do marido: ele tentou eletrocutá-la no chuveiro, durante o banho. Na cadeira de rodas, gritou e foi salva pela babá das crianças. Investigações da Secretaria de Segurança encontraram diversas incongruências nos relatos de Viveros sobre os dois atos de violência, e as autoridades chegaram à conclusão de que ele havia atentado contra a vida da mulher. Maria da Penha conseguiu na Justiça uma ordem para poder sair de casa com as três filhas, mas a luta para que o ex-marido fosse preso pelo que fez foi longa. (+)
Você conhece esta mulher?

Feminista, lésbica, médica e patologista do início do século 20, Louise Pearce era gigante, ajudou a desenvolver um tratamento para a doença do sono africana que curou 80% dos casos durante uma epidemia na África.

Nascida e criada em Massachusetts, em 1885, Louise era a filha mais velha de Charles Ellis Pearce e Susan Elizabeth Hoyt. Ela estudou fisiologia em Stanford - o que era incomum para uma mulher na época - e formou-se em 1907.

Em seu curso para se tornar médica, ela foi para a Escola de Medicina da Universidade de Boston, mas foi transferida para a Universidade John Hopkins de Medicina em Baltimore, dois anos depois.

Com a descoberta do tratamento Salvarsan baseado em arsênico para sífilis, o diretor do instituto pediu a sua equipe para encontrar um composto de arsênico para tratar a doença do sono Africano. Louis, seu colega patologista Wade Hampton Brown, e dois químicos conseguiram encontrar um composto - mais tarde chamado de tripsamida - que tinha uma alta taxa de eficácia contra a doença nos animais.

Mas esse composto ainda precisava ser testado em seres humanos. Essa chance surgiu quando um surto da doença aconteceu no Congo.

Aos 35 anos, Louise Pearce foi para o Congo, para testar a droga. Estudando os efeitos da droga em mais de setenta pacientes, ela viu que a doença desaparecia depois de algumas semanas de tratamento.

Graças aos esforços de Louise Pearce em verificar a propagação da doença no Congo. Depois de receber elogios do governo belga, retornou ao Instituto Rockefeller e foi promovida a membro associado em 1923.

Com seus colegas, ela experimentou como a tryparsamide poderia tratar a sífilis, assim como a pesquisa sobre o câncer.

Em sua vida pessoal, Louise Pearce era ativista pelo direito da mulher. Ela era membro do Heterodoxy, que era um grupo de discussão do almoço feminista, e também fez sua parte no avanço das causas das mulheres nos campos da medicina e da ciência.

Louise Pearce era lésbica, e apesar deste fato constar em sua biografia, nunca se assumiu publicamente devido aos fortes preconceitos da época. Louise morreu aos 74 anos, em 1959.
Você conhece esta mulher? Feminista, lésbica, médica e patologista do início do século 20, Louise Pearce era gigante, ajudou a desenvolver um tratamento para a doença do sono africana que curou 80% dos casos durante uma epidemia na África. Nascida e criada em Massachusetts, em 1885, Louise era a filha mais velha de Charles Ellis Pearce e Susan Elizabeth Hoyt. Ela estudou fisiologia em Stanford - o que era incomum para uma mulher na época - e formou-se em 1907. Em seu curso para se tornar médica, ela foi para a Escola de Medicina da Universidade de Boston, mas foi transferida para a Universidade John Hopkins de Medicina em Baltimore, dois anos depois. Com a descoberta do tratamento Salvarsan baseado em arsênico para sífilis, o diretor do instituto pediu a sua equipe para encontrar um composto de arsênico para tratar a doença do sono Africano. Louis, seu colega patologista Wade Hampton Brown, e dois químicos conseguiram encontrar um composto - mais tarde chamado de tripsamida - que tinha uma alta taxa de eficácia contra a doença nos animais. Mas esse composto ainda precisava ser testado em seres humanos. Essa chance surgiu quando um surto da doença aconteceu no Congo. Aos 35 anos, Louise Pearce foi para o Congo, para testar a droga. Estudando os efeitos da droga em mais de setenta pacientes, ela viu que a doença desaparecia depois de algumas semanas de tratamento. Graças aos esforços de Louise Pearce em verificar a propagação da doença no Congo. Depois de receber elogios do governo belga, retornou ao Instituto Rockefeller e foi promovida a membro associado em 1923. Com seus colegas, ela experimentou como a tryparsamide poderia tratar a sífilis, assim como a pesquisa sobre o câncer. Em sua vida pessoal, Louise Pearce era ativista pelo direito da mulher. Ela era membro do Heterodoxy, que era um grupo de discussão do almoço feminista, e também fez sua parte no avanço das causas das mulheres nos campos da medicina e da ciência. Louise Pearce era lésbica, e apesar deste fato constar em sua biografia, nunca se assumiu publicamente devido aos fortes preconceitos da época. Louise morreu aos 74 anos, em 1959.
Estamos muito felizes em apresentar nossa nova parceria!

A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência é um evento gratuito e sem fins lucrativos, e que tem como um dos maiores objetivos incentivar meninas que ainda estão em idade escolar a conhecer as ciências e motivá-las para que acreditem que mulheres podem ser tudo, inclusive cientistas. Para isso, durante o evento ofereceremos atividades e oficinas em que meninas terão contato com diferentes campos das ciências, fazendo experimentos práticos e aprendendo.

Para estimular ainda mais a criatividade e raciocínio lógico de nossas pequenas cientistas a loja de brinquedos Vem Brincar Com A Gente será nossa parceira nesta missão!

A Vem Brincar Com A Gente gerou para nossos seguidores um cupom de 10% de desconto que poderá ser usado quantas vezes forem necessárias em qualquer compra no site! E O MELHOR: a cada cinco produtos vendidos com este cupom, a Vem Brincar Com A Gente doará para o nosso evento um brinquedo do mesmo valor médio gasto!

Os brinquedos educativos doados, como legos, serão sorteados durante o evento para as meninas que participarem das nossas oficinas! Dessa forma, elas poderão continuar a desenvolver a imaginação em casa e despertar ainda mais suas habilidades científicas!

Espalhem essa novidade: usando o cupom de desconto abaixo vocês poderão comprar qualquer brinquedo no site com 10% de desconto e ainda ajudarão nosso projeto!

Cupom de desconto: ZKDI-1GAY-263R-VCQ9W 
Site: http://www.vembrincarcomagente.com/
Facebook: www.facebook.com/sitevembrincarcomagente
Twitter: brincar_g
Insta: @vembrincarcomagente

Agradecemos muito a parceria e o incentivo à igualdade de gênero e às ciências! Empresas como a Vem Brincar Com A Gente fazem toda a diferença!

Quer ser nosso parceiro também? Entre em contato com a gente e saiba como!

Obs: Os produtos possuem frete grátis para todo o Rio de Janeiro, mas não esqueçam de validar o cupom na hora da compra!Você conhece esta mulher? Não? Vem com a gente!

#igualdadedegenero#mulheresnaciencia #mmc #mmciencia #brinquedos #educativos #uerjresiste #brinquedoseducativos #robotica #ufrj #ufrrj #puc #engenharia #cientista #criançainteligente #social #lego #maes #pais
Estamos muito felizes em apresentar nossa nova parceria! A Semana de Meninas e Mulheres na Ciência é um evento gratuito e sem fins lucrativos, e que tem como um dos maiores objetivos incentivar meninas que ainda estão em idade escolar a conhecer as ciências e motivá-las para que acreditem que mulheres podem ser tudo, inclusive cientistas. Para isso, durante o evento ofereceremos atividades e oficinas em que meninas terão contato com diferentes campos das ciências, fazendo experimentos práticos e aprendendo. Para estimular ainda mais a criatividade e raciocínio lógico de nossas pequenas cientistas a loja de brinquedos Vem Brincar Com A Gente será nossa parceira nesta missão! A Vem Brincar Com A Gente gerou para nossos seguidores um cupom de 10% de desconto que poderá ser usado quantas vezes forem necessárias em qualquer compra no site! E O MELHOR: a cada cinco produtos vendidos com este cupom, a Vem Brincar Com A Gente doará para o nosso evento um brinquedo do mesmo valor médio gasto! Os brinquedos educativos doados, como legos, serão sorteados durante o evento para as meninas que participarem das nossas oficinas! Dessa forma, elas poderão continuar a desenvolver a imaginação em casa e despertar ainda mais suas habilidades científicas! Espalhem essa novidade: usando o cupom de desconto abaixo vocês poderão comprar qualquer brinquedo no site com 10% de desconto e ainda ajudarão nosso projeto! Cupom de desconto: ZKDI-1GAY-263R-VCQ9W Site: http://www.vembrincarcomagente.com/ Facebook: www.facebook.com/sitevembrincarcomagente Twitter: brincar_g Insta: @vembrincarcomagente Agradecemos muito a parceria e o incentivo à igualdade de gênero e às ciências! Empresas como a Vem Brincar Com A Gente fazem toda a diferença! Quer ser nosso parceiro também? Entre em contato com a gente e saiba como! Obs: Os produtos possuem frete grátis para todo o Rio de Janeiro, mas não esqueçam de validar o cupom na hora da compra!Você conhece esta mulher? Não? Vem com a gente! #igualdadedegenero #mulheresnaciencia  #mmc  #mmciencia  #brinquedos  #educativos  #uerjresiste  #brinquedoseducativos  #robotica  #ufrj  #ufrrj  #puc  #engenharia  #cientista  #criançainteligente  #social  #lego  #maes  #pais 
A 'neurocientista' de 7 anos que arrasa na internet!

Algumas crianças sonham em ser super-heroínas, jogadoras de futebol ou atrizes de cinema, mas a pequena Amoy Antunet Shepherd, de 7 anos, já tomou uma decisão inusitada sobre seu futuro: quer ser neurocirurgiã!

É verdade, não esperamos que crianças de 7 anos de idade saibam o que faz uma neurocirurgiã, mas Amoy teve estimulo desde bem pequena e já é apaixonada por ciências.

Nossa 'neurocientista' vive em Atlanta, Geórgia, no sudeste dos Estados Unidos, e seu contato com a ciência começou, aos três anos, quando descobriu o microscópio com o qual seu pai estudava biologia.

Amoy rapidamente construiu uma coleção científica com réplicas de órgãos, tubos de ensaio e microscópios, que ela usa para experiências de um laboratório em seu quarto. Orgulhoso de sua filha, em 2015, o pai de Amoy começou a publicar os vídeos dela no Facebook, em pouco tempo a dupla pai-filha ganhou a internet com seu talento, postando uma série de vídeos de Amoy conduzindo experimentos e dando aulas.

Em suas aulas pela internet, Amoy ensina com muito entusiasmo e surpreendente conhecimento técnico "Hoje vamos ver como funciona um neurotransmissor chamado GABA", anuncia em um dos seus vídeos mais populares no Facebook. "Não, não me refiro a Yo Gabba Gabba (série de televisão infantil norte-americana) , mas sim ao ácido gamma-aminobutírico", complementa, exibindo um sorriso.

Alguns desse vídeos viralizaram, superando 2 milhões de visualizações, 5 mil comentários e admiradores em vários países.

A menina também explica em seus vídeos como funcionam o cérebro, o coração, os nervos e que é arco reflexo (a resposta imediata que temos à excitação de um nervo). Seus sonhos não param nos laboratórios, Amoy afirma que gostaria de um dia virar neurocirurgiã, para ajudar a pessoas com transtornos neurológicos, e também de ter seu próprio programa para que as crianças aprendam sobre ciência. Mal podemos esperar 😍
A 'neurocientista' de 7 anos que arrasa na internet! Algumas crianças sonham em ser super-heroínas, jogadoras de futebol ou atrizes de cinema, mas a pequena Amoy Antunet Shepherd, de 7 anos, já tomou uma decisão inusitada sobre seu futuro: quer ser neurocirurgiã! É verdade, não esperamos que crianças de 7 anos de idade saibam o que faz uma neurocirurgiã, mas Amoy teve estimulo desde bem pequena e já é apaixonada por ciências. Nossa 'neurocientista' vive em Atlanta, Geórgia, no sudeste dos Estados Unidos, e seu contato com a ciência começou, aos três anos, quando descobriu o microscópio com o qual seu pai estudava biologia. Amoy rapidamente construiu uma coleção científica com réplicas de órgãos, tubos de ensaio e microscópios, que ela usa para experiências de um laboratório em seu quarto. Orgulhoso de sua filha, em 2015, o pai de Amoy começou a publicar os vídeos dela no Facebook, em pouco tempo a dupla pai-filha ganhou a internet com seu talento, postando uma série de vídeos de Amoy conduzindo experimentos e dando aulas. Em suas aulas pela internet, Amoy ensina com muito entusiasmo e surpreendente conhecimento técnico "Hoje vamos ver como funciona um neurotransmissor chamado GABA", anuncia em um dos seus vídeos mais populares no Facebook. "Não, não me refiro a Yo Gabba Gabba (série de televisão infantil norte-americana) , mas sim ao ácido gamma-aminobutírico", complementa, exibindo um sorriso. Alguns desse vídeos viralizaram, superando 2 milhões de visualizações, 5 mil comentários e admiradores em vários países. A menina também explica em seus vídeos como funcionam o cérebro, o coração, os nervos e que é arco reflexo (a resposta imediata que temos à excitação de um nervo). Seus sonhos não param nos laboratórios, Amoy afirma que gostaria de um dia virar neurocirurgiã, para ajudar a pessoas com transtornos neurológicos, e também de ter seu próprio programa para que as crianças aprendam sobre ciência. Mal podemos esperar 😍
Você conhece esta mulher?

Wangari Maathai foi criada em uma pequena aldeia do Quênia, e sua família tomou a rara iniciativa de mandá-la para a escola, quando ainda era um tabu educar meninas. Em 1960 foi um dos trezentos estudantes quenianos a ganhar uma bolsa do então senador John F. Kenedy, para estudar nos Estados Unidos. Formou-se em Biologia no Mount St. Cholastica College, no Kansas, tornando-se a primeira mulher da África Oriental a obter o bacharelado em Biologia. Em seguida, fez mestrado em Biologia na Universidade de Pittsburgh. Após seu mestrado, trabalhou como pesquisadora em medicina veterinária na Alemanha. Em 1971, terminou seu doutorado em anatomia na Universidade de Nairóbi, tornando-se a primeira mulher em toda a África Oriental e Central a conquistar esse título.

Em 1976, ao trabalhar no Conselho Nacional de Mulheres do Quênia, Wangari fez uma das suas maiores realizações, lançando o Movimento Cinturão Verde. Essa iniciativa pagava mulheres quenianas para plantarem árvores em suas comunidades, em um esforço para combater o desmatamento, preservar o meio ambiente e contribuir para o sustento destas mulheres. O Cinturão Verde se espalhou por outros países e resultou no plantio de mais de trinta milhões de árvores. Segundo as Nações Unidas, a campanha ajudou a sustentar cerca de novecentas mil mulheres!

Wangari protestou com frequência contra as praticas ecológicas do governo do Quênia e a maneira que o ditador Arap Moi administrava as terras do país do. Uma de suas ações mais conhecidas contra as políticas dele ocorreu em 1989, quando o Cinturão Verde organizou um protesto no Parque Uhuru, em Nairóbi, para tentar impedir a construção de um arranha-céu. Embora a campanha tenha recebido atenção em todo o mundo, fazendo o projeto ser descartado, foi punida e depois espancada até desmaiar, em retaliação pelos seus protestos. O lugar onde ela fez sua manifestação ficou conhecido como Esquina da Liberdade.

Em 2002, Wangari ganhou uma cadeira no Parlamento do seu país, e em 2003 foi nomeada assistente do ministro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais. Em 2004, foi vencedora do Nobel da Paz, sendo elogiada pelo comitê. (+)
Você conhece esta mulher? Wangari Maathai foi criada em uma pequena aldeia do Quênia, e sua família tomou a rara iniciativa de mandá-la para a escola, quando ainda era um tabu educar meninas. Em 1960 foi um dos trezentos estudantes quenianos a ganhar uma bolsa do então senador John F. Kenedy, para estudar nos Estados Unidos. Formou-se em Biologia no Mount St. Cholastica College, no Kansas, tornando-se a primeira mulher da África Oriental a obter o bacharelado em Biologia. Em seguida, fez mestrado em Biologia na Universidade de Pittsburgh. Após seu mestrado, trabalhou como pesquisadora em medicina veterinária na Alemanha. Em 1971, terminou seu doutorado em anatomia na Universidade de Nairóbi, tornando-se a primeira mulher em toda a África Oriental e Central a conquistar esse título. Em 1976, ao trabalhar no Conselho Nacional de Mulheres do Quênia, Wangari fez uma das suas maiores realizações, lançando o Movimento Cinturão Verde. Essa iniciativa pagava mulheres quenianas para plantarem árvores em suas comunidades, em um esforço para combater o desmatamento, preservar o meio ambiente e contribuir para o sustento destas mulheres. O Cinturão Verde se espalhou por outros países e resultou no plantio de mais de trinta milhões de árvores. Segundo as Nações Unidas, a campanha ajudou a sustentar cerca de novecentas mil mulheres! Wangari protestou com frequência contra as praticas ecológicas do governo do Quênia e a maneira que o ditador Arap Moi administrava as terras do país do. Uma de suas ações mais conhecidas contra as políticas dele ocorreu em 1989, quando o Cinturão Verde organizou um protesto no Parque Uhuru, em Nairóbi, para tentar impedir a construção de um arranha-céu. Embora a campanha tenha recebido atenção em todo o mundo, fazendo o projeto ser descartado, foi punida e depois espancada até desmaiar, em retaliação pelos seus protestos. O lugar onde ela fez sua manifestação ficou conhecido como Esquina da Liberdade. Em 2002, Wangari ganhou uma cadeira no Parlamento do seu país, e em 2003 foi nomeada assistente do ministro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais. Em 2004, foi vencedora do Nobel da Paz, sendo elogiada pelo comitê. (+)
Você conhece esta menina?

Em 2016, a americana Maanasa Mendu, na época com 13 anos, ganhou um prêmio de 25 mil dólares em um concurso de jovens talentos (Young Scientist Challenge). O motivo foi sua brilhante invenção: um equipamento que permite gerar energia renovável de forma acessível.

Com família indiana, Maanasa observou a frequente falta de energia em regiões isoladas na Índia, e então resolveu criar um sistema que ajudasse a solucionar o problema e que tivesse baixo custo, para ser acessível a essas comunidades.

Maanasa Mendu batizou o seu projeto como “Harvest” (colheita” em inglês). Com o custo de produção de 5 doláres (aproximadamente R$16,00), o aparelho é capaz de gerar energia por meio da chuva, vento e do sol.  Inicialmente, a ideia era criar um dispositivo apenas para aproveitar a energia eólica. O primeiro protótipo criado por ela usava o vento como única fonte de energia e já era eficiente. Mas, ao se inscrever para um concurso de jovens cientistas, ela recebeu o apoio de uma tutora que sugeriu melhoras no projeto, para que o potencial solar também fosse aproveitado.

O dispositivo captura a energia que está constantemente disponível ao nosso redor para criar energia limpa. O sistema foi inspirado no funcionamento das árvores, tem “folhas” que captam a energia do sol e também aproveitam o movimento gerado pelos ventos, transformando tudo isso em eletricidade.

Por ter um preço tão acessível, a invenção de Maanasa pode ser replicada e levada a regiões pobres, permitindo que as pessoas possam produzir sua própria energia localmente e sem depender das redes de transmissão.

Apesar da idade Maanasa Mendu já é uma grande cientista, o que mostra que ciência não é só coisa de adulto!
Você conhece esta menina? Em 2016, a americana Maanasa Mendu, na época com 13 anos, ganhou um prêmio de 25 mil dólares em um concurso de jovens talentos (Young Scientist Challenge). O motivo foi sua brilhante invenção: um equipamento que permite gerar energia renovável de forma acessível. Com família indiana, Maanasa observou a frequente falta de energia em regiões isoladas na Índia, e então resolveu criar um sistema que ajudasse a solucionar o problema e que tivesse baixo custo, para ser acessível a essas comunidades. Maanasa Mendu batizou o seu projeto como “Harvest” (colheita” em inglês). Com o custo de produção de 5 doláres (aproximadamente R$16,00), o aparelho é capaz de gerar energia por meio da chuva, vento e do sol. Inicialmente, a ideia era criar um dispositivo apenas para aproveitar a energia eólica. O primeiro protótipo criado por ela usava o vento como única fonte de energia e já era eficiente. Mas, ao se inscrever para um concurso de jovens cientistas, ela recebeu o apoio de uma tutora que sugeriu melhoras no projeto, para que o potencial solar também fosse aproveitado. O dispositivo captura a energia que está constantemente disponível ao nosso redor para criar energia limpa. O sistema foi inspirado no funcionamento das árvores, tem “folhas” que captam a energia do sol e também aproveitam o movimento gerado pelos ventos, transformando tudo isso em eletricidade. Por ter um preço tão acessível, a invenção de Maanasa pode ser replicada e levada a regiões pobres, permitindo que as pessoas possam produzir sua própria energia localmente e sem depender das redes de transmissão. Apesar da idade Maanasa Mendu já é uma grande cientista, o que mostra que ciência não é só coisa de adulto!
Essa publicação é em memória de Ana Rosa Kucinski.

Ana Rosa Kucinski Silva foi uma química brasileira, professora no Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), e militante da Aliança Libertadora Nacional, organização que combateu a ditadura militar brasileira. Ana Rosa desapareceu no dia 22 de abril de 1974 na companhia de seu marido, Wilson Silva, quando foi presa por agentes do Estado brasileiro, na cidade de São Paulo.  Em fevereiro de 1975, o então ministro da justiça, Armando Falcão, tornou pública nota oficial, na qual os nomes de Ana Rosa Kucinski e Wilson Silva são citados como “terroristas foragidos”. A USP, alegando abandono de emprego, a demitiu naquele ano.

As primeiras pistas sobre o destino de Ana e seu marido só começaram a vir a público décadas depois, com a redemocratização do país. Em 1993, quase duas décadas após a prisão do casal, o relatório da Marinha, encaminhado ao Ministério da Justiça, confirmou que haviam sido presos em São Paulo no dia 22 de abril de 1974, e dados como desaparecidos desde então.

Em 2012, o ex-delegado e torturador confesso Cláudio Guerra, em depoimento aos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros para o livro Memórias de uma Guerra Suja, afirmou que os corpos de Ana Kucinski e seu marido foram incinerados no forno da Usina Cambahyba, no Rio de Janeiro, junto com o de outros presos políticos assassinados. O corpo de Ana tinha "marcas de mordidas, talvez por ter sido assaltada sexualmente" e o de Wilson "não tinha unhas na mão direita". O pai de Ana Rosa, Majer Kucinski, lutou incansavelmente para obter alguma informação e se tornou um símbolo da luta dos familiares de desaparecidos políticos. Quarenta anos após o sequestro da professora por agentes da ditadura, em abril de 2014, a USP corrigiu o “equívoco” e anulou sua demissão por abandono de emprego.

Ana era graduada em química e doutora em filosofia, uma das mais jovens professoras do Instituto de Química da Universidade de São Paulo. Gostaríamos de contar a história de suas descobertas e sua carreira como cientista, mas infelizmente seu trabalho foi interrompido, pois além de química, Ana Rosa foi uma mulher que lutou por seus direitos.
Essa publicação é em memória de Ana Rosa Kucinski. Ana Rosa Kucinski Silva foi uma química brasileira, professora no Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), e militante da Aliança Libertadora Nacional, organização que combateu a ditadura militar brasileira. Ana Rosa desapareceu no dia 22 de abril de 1974 na companhia de seu marido, Wilson Silva, quando foi presa por agentes do Estado brasileiro, na cidade de São Paulo. Em fevereiro de 1975, o então ministro da justiça, Armando Falcão, tornou pública nota oficial, na qual os nomes de Ana Rosa Kucinski e Wilson Silva são citados como “terroristas foragidos”. A USP, alegando abandono de emprego, a demitiu naquele ano. As primeiras pistas sobre o destino de Ana e seu marido só começaram a vir a público décadas depois, com a redemocratização do país. Em 1993, quase duas décadas após a prisão do casal, o relatório da Marinha, encaminhado ao Ministério da Justiça, confirmou que haviam sido presos em São Paulo no dia 22 de abril de 1974, e dados como desaparecidos desde então. Em 2012, o ex-delegado e torturador confesso Cláudio Guerra, em depoimento aos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros para o livro Memórias de uma Guerra Suja, afirmou que os corpos de Ana Kucinski e seu marido foram incinerados no forno da Usina Cambahyba, no Rio de Janeiro, junto com o de outros presos políticos assassinados. O corpo de Ana tinha "marcas de mordidas, talvez por ter sido assaltada sexualmente" e o de Wilson "não tinha unhas na mão direita". O pai de Ana Rosa, Majer Kucinski, lutou incansavelmente para obter alguma informação e se tornou um símbolo da luta dos familiares de desaparecidos políticos. Quarenta anos após o sequestro da professora por agentes da ditadura, em abril de 2014, a USP corrigiu o “equívoco” e anulou sua demissão por abandono de emprego. Ana era graduada em química e doutora em filosofia, uma das mais jovens professoras do Instituto de Química da Universidade de São Paulo. Gostaríamos de contar a história de suas descobertas e sua carreira como cientista, mas infelizmente seu trabalho foi interrompido, pois além de química, Ana Rosa foi uma mulher que lutou por seus direitos.
Brincar de boneca pode inspirar meninas a gostarem de ciências? PODE SIM!

No início do ano a @barbie lançou uma linha inteira de bonecas que homenageia mulheres inspiradoras, a coleção tinha 14 personalidades femininas, como a pintora mexicana Frida Kahlo e a cientista da NASA Katherine Johnson. Depois do sucesso desta iniciativa, a Barbie resolveu continuar inovando e agora lançou uma coleção de bonecas engenheiras robóticas!

A ‘Barbie Engenheira Robótica’ é fruto da parceria entre a Mattel e a plataforma de jogos infantis Tynker, que quer encorajar meninas a partir dos sete anos a aprenderem a programação e considerarem, desde cedo, uma carreira na computação.

A boneca foi lançada nos EUA no final de Junho pelo preço de US$ 13,99 (aproximadamente R$ 53) e vem acompanhada com seis lições de programação que envolvem lógica, resolução de problemas e programação por montagem de blocos.

Através do site da Tynker (e dos exercícios que acompanham a boneca) crianças podem aprender desde cedo a, por exemplo, construir e programar um robô como o que acompanha a boneca nas lojas.

Além disso, em uma parceria linda com a organização Black Girls Code, a Barbie lançou a nova boneca em quatros tons de pele. As garotas que participarem dos workshops promovidos pela organização, que tem o intuito incentivar garotas negras a se seguirem carreira na área, ganharão as novas barbies com as novas etnias!

Ensinar igualdade de gênero e estimular meninas a serem o que quiserem são iniciativas inspiradoras. Esperamos que mais empresas de brinquedos continuem inovando!
Brincar de boneca pode inspirar meninas a gostarem de ciências? PODE SIM! No início do ano a @barbie lançou uma linha inteira de bonecas que homenageia mulheres inspiradoras, a coleção tinha 14 personalidades femininas, como a pintora mexicana Frida Kahlo e a cientista da NASA Katherine Johnson. Depois do sucesso desta iniciativa, a Barbie resolveu continuar inovando e agora lançou uma coleção de bonecas engenheiras robóticas! A ‘Barbie Engenheira Robótica’ é fruto da parceria entre a Mattel e a plataforma de jogos infantis Tynker, que quer encorajar meninas a partir dos sete anos a aprenderem a programação e considerarem, desde cedo, uma carreira na computação. A boneca foi lançada nos EUA no final de Junho pelo preço de US$ 13,99 (aproximadamente R$ 53) e vem acompanhada com seis lições de programação que envolvem lógica, resolução de problemas e programação por montagem de blocos. Através do site da Tynker (e dos exercícios que acompanham a boneca) crianças podem aprender desde cedo a, por exemplo, construir e programar um robô como o que acompanha a boneca nas lojas. Além disso, em uma parceria linda com a organização Black Girls Code, a Barbie lançou a nova boneca em quatros tons de pele. As garotas que participarem dos workshops promovidos pela organização, que tem o intuito incentivar garotas negras a se seguirem carreira na área, ganharão as novas barbies com as novas etnias! Ensinar igualdade de gênero e estimular meninas a serem o que quiserem são iniciativas inspiradoras. Esperamos que mais empresas de brinquedos continuem inovando!
Hoje não vamos contar a história de uma cientista e suas descobertas, vamos contar a história de uma mulher que luta com a poderosa arma do conhecimento para dar visibilidade a mulheres ignoradas pela ciência!

Jessica Wade é uma inglesa que se esforça para incluir diariamente uma cientista na Wikipédia, a maior enciclopédia online do mundo. Jessica é física e cursou graduação e mestrado no Imperial College de Londres, onde agora trabalha no estudo da eletrônica dos polímeros. Incomodada com a falta de reconhecimento das mulheres cientistas e inspirada por meninas que já contribuíam escrevendo sobre suas histórias e pesquisas, resolveu escrever uma página da Wikipédia por dia sobre mulheres cientistas.

A cada 100 biografias da Wikipédia em inglês, apenas 17 são de mulheres. E esse número é ainda menor quando falamos de biografias de cientistas.

Como se não bastasse esta terrível estatística, Jessica observou que as biografias de cientistas mulheres costumam se limitar a enumerar prêmios que receberam, mencionar o fato de serem mulheres ou falar de seus maridos, e resolveu fazer diferente. Na hora de criar uma biografia nova ela ressalta o quão importante é demonstrar a notabilidade da pessoa, sendo assim, rebusca nos arquivos de instituições científicas, passa horas no Twitter, vai a conferências, tudo para encontrar as mulheres ignoradas da ciência, vivas ou mortas.

Além de aumentar a representação das mulheres na ciência escrevendo páginas da Wikipédia, Jessica trabalha todos os dias para assegurar que, a cada ano, mais meninas escolham carreiras científicas. É fundadora e coordenadora de várias associações, colabora com o Instituto de Física britânico e dá palestras em colégios.

Ainda há muito a ser feito, então por que não ajudarmos Jessica? Para todos os que estiverem cogitando aderir, ela tem um conselho: uma forma muito fácil de começar a editar a Wikipédia [em outro idioma] é traduzir artigos da versão inglesa que ainda não existem na nossa língua.

Vocês tem outras ideias de como ajudar nossa luta por igualdade de gênero? Coloquem em prática, chamem as amigas e amigos! Todos podem contribuir!
Hoje não vamos contar a história de uma cientista e suas descobertas, vamos contar a história de uma mulher que luta com a poderosa arma do conhecimento para dar visibilidade a mulheres ignoradas pela ciência! Jessica Wade é uma inglesa que se esforça para incluir diariamente uma cientista na Wikipédia, a maior enciclopédia online do mundo. Jessica é física e cursou graduação e mestrado no Imperial College de Londres, onde agora trabalha no estudo da eletrônica dos polímeros. Incomodada com a falta de reconhecimento das mulheres cientistas e inspirada por meninas que já contribuíam escrevendo sobre suas histórias e pesquisas, resolveu escrever uma página da Wikipédia por dia sobre mulheres cientistas. A cada 100 biografias da Wikipédia em inglês, apenas 17 são de mulheres. E esse número é ainda menor quando falamos de biografias de cientistas. Como se não bastasse esta terrível estatística, Jessica observou que as biografias de cientistas mulheres costumam se limitar a enumerar prêmios que receberam, mencionar o fato de serem mulheres ou falar de seus maridos, e resolveu fazer diferente. Na hora de criar uma biografia nova ela ressalta o quão importante é demonstrar a notabilidade da pessoa, sendo assim, rebusca nos arquivos de instituições científicas, passa horas no Twitter, vai a conferências, tudo para encontrar as mulheres ignoradas da ciência, vivas ou mortas. Além de aumentar a representação das mulheres na ciência escrevendo páginas da Wikipédia, Jessica trabalha todos os dias para assegurar que, a cada ano, mais meninas escolham carreiras científicas. É fundadora e coordenadora de várias associações, colabora com o Instituto de Física britânico e dá palestras em colégios. Ainda há muito a ser feito, então por que não ajudarmos Jessica? Para todos os que estiverem cogitando aderir, ela tem um conselho: uma forma muito fácil de começar a editar a Wikipédia [em outro idioma] é traduzir artigos da versão inglesa que ainda não existem na nossa língua. Vocês tem outras ideias de como ajudar nossa luta por igualdade de gênero? Coloquem em prática, chamem as amigas e amigos! Todos podem contribuir!
Você conhece esta mulher?

Grace Hopper nasceu em Nova Iorque em 1906 e era a mais velha de três irmãos. Seus pais a incentivavam a não seguir os modelos da sociedade da época e a estudar com as mesmas oportunidades de seus irmãos homens. Aos sete anos desvendou o funcionamento de um despertador. Seu interesse por ciências só cresceu, assim se graduou em Matemática e Física em 1928, concluindo seu mestrado na Universidade de Yale em 1930. Alguns anos depois, se tornou a primeira mulher a conseguir um Ph.D de Matemática em Yale.

Com muitas dificuldades impostas por ser mulher, Grace entrou na Marinha dos Estados Unidos, tornando-se a número um em sua classe e deixando-a com a patente de tenente. Assim passou a ter uma ocupação de acordo com a sua formação, trabalhando como analista de sistemas da Marinha dos Estados Unidos nas décadas de 1940 e 1950.

Em meados da década de 50, Hopper foi contratada em empresa privada como matemática sênior. Lá desenvolveu o primeiro compilador da história e a primeira linguagem de programação adaptada para o inglês: a Flow-Matic. Essa linguagem, apesar de já extinta, serviu como base para a criação do COBOL (Common Business Oriented Language) – usado até os dias de hoje em processamento de bancos de dados comerciais.
Por conta de sua relevância, Hopper foi convidada para integrar o subcomitê que desenvolveu as especificações da linguagem COBOL em uma reunião que aconteceu em 1959 no Pentágono.

Grace Hopper também é apontada como a autora do termo “bug”, que usamos até os dias de hoje para designar uma falha em códigos-fonte. A invenção do termo teria surgido quando Grace tentava encontrar onde estava um problema em seu computador, ela teria visto um inseto morto dentro da máquina – e acabou chamando o problema de “bug” que, em português, significa “inseto”. Em 1954, Grace Hopper foi nomeada a primeira diretora de programação automática da companhia onde trabalhava, e seu departamento foi responsável por divulgar algumas das primeiras linguagens de programação baseadas em compiladores. Em 1973, Hopper foi nomeada capitã da Marinha norteamericana e aposentou-se em 1986 como contra-almirante. (+)
Você conhece esta mulher? Grace Hopper nasceu em Nova Iorque em 1906 e era a mais velha de três irmãos. Seus pais a incentivavam a não seguir os modelos da sociedade da época e a estudar com as mesmas oportunidades de seus irmãos homens. Aos sete anos desvendou o funcionamento de um despertador. Seu interesse por ciências só cresceu, assim se graduou em Matemática e Física em 1928, concluindo seu mestrado na Universidade de Yale em 1930. Alguns anos depois, se tornou a primeira mulher a conseguir um Ph.D de Matemática em Yale. Com muitas dificuldades impostas por ser mulher, Grace entrou na Marinha dos Estados Unidos, tornando-se a número um em sua classe e deixando-a com a patente de tenente. Assim passou a ter uma ocupação de acordo com a sua formação, trabalhando como analista de sistemas da Marinha dos Estados Unidos nas décadas de 1940 e 1950. Em meados da década de 50, Hopper foi contratada em empresa privada como matemática sênior. Lá desenvolveu o primeiro compilador da história e a primeira linguagem de programação adaptada para o inglês: a Flow-Matic. Essa linguagem, apesar de já extinta, serviu como base para a criação do COBOL (Common Business Oriented Language) – usado até os dias de hoje em processamento de bancos de dados comerciais. Por conta de sua relevância, Hopper foi convidada para integrar o subcomitê que desenvolveu as especificações da linguagem COBOL em uma reunião que aconteceu em 1959 no Pentágono. Grace Hopper também é apontada como a autora do termo “bug”, que usamos até os dias de hoje para designar uma falha em códigos-fonte. A invenção do termo teria surgido quando Grace tentava encontrar onde estava um problema em seu computador, ela teria visto um inseto morto dentro da máquina – e acabou chamando o problema de “bug” que, em português, significa “inseto”. Em 1954, Grace Hopper foi nomeada a primeira diretora de programação automática da companhia onde trabalhava, e seu departamento foi responsável por divulgar algumas das primeiras linguagens de programação baseadas em compiladores. Em 1973, Hopper foi nomeada capitã da Marinha norteamericana e aposentou-se em 1986 como contra-almirante. (+)
Você conhece esta mulher? Não? Vem com a gente!

Este vídeo é mais uma produção da Semana de Meninas e Mulheres na Ciência.

#sciencelikeagirl #mulheresnaciencia #mmc #mmciencia #follow #uerj #uerjresiste #scientists #science #ufrj #ufrrj #puc #engenharia #cientista #unesco #social #socialimpact #exatas #tecnologicas #girlpower #instalove #instagood #love #photooftheday
Você conhece esta mulher? Não? Vem com a gente!

Este vídeo é mais uma produção da Semana de Meninas e Mulheres na Ciência.

#sciencelikeagirl #mulheresnaciencia #mmc #mmciencia  #follow #uerj #uerjresiste #scientists #science #ufrj #ufrrj #puc #engenharia #cientista #unesco #social #socialimpact #exatas #tecnologicas #girlpower #instalove #instagood #love #photooftheday
NOSSO TIME DE PALESTRANTES DA SEMANA DE MENINAS E MULHERES NA CIÊNCIA ESTÁ MONTADO!

Durante todos os dias do evento receberemos duas fantátiscas mulheres cientistas de diferentes áreas contando suas trajetórias e inspirando todos nós com seu exemplo.

São engenheiras, geólogas, biólogas, químicas, físicas, astronômas, matemáticas e médicas, que se destacam em sua carreira, na universidade ou na indústria!

As palestras serão para todos os públicos, completamente gratuitas e não necessitam de inscrição! É só chamar os amigos e amigas e participar!

Então vamos apresentar nossas fantásticas convidadas?

Simone Maia Evaristo - Bióloga
INCA
Supervisora na área de ensino técnico do Instituto Nacional do Câncer e Presidente da Associação Nacional de Citotecnologia

Elika Takimoto - Física
CEFET
Professora e Coordenadora de Física do CEFET e Doutora em Filosofia

Sylvia dos Anjos - Geóloga 
PETROBRAS
Gerente de Geologia e Gerente Geral de Applied Technologies de Libra, no pré-sal, da PETROBRAS

Glaucia Lemos - Engenheira de Softwares
MICROSOFT
Most Valuable Professional (MVP) da Microsoft, cargo dado apenas para profissionais excepcionais da empresa.

Eliete Bouskela - Médica
UERJ
Professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Diretora de Tecnologia e Cientista do Nosso Estado da FAPERJ

Conceição Aparecida Martins – Engenheira Eletricista 
PETROBRAS
Atua como Técnica de Operações Plena na PETROBRAS

Mychelle Alves - Química
FIOCRUZ
Vice-Presidente da FIOCRUZ
Técnica em Saúde Pública da FIOCRUZ

Carola Villalba – Engenheira Química 
TOTAL E&P
Gerente de Desenvolvimento na TOTAL E&P do Brasil

Cecília Salgado Guimarães - Matemática
UFRJ
Professora adjunta na Universidade Federal do Rio de Janeiro
Premiada pela UNESCO no Para Mulheres na Ciência 2015

Gabriela Antunes - Astrônoma
Observatório Nacional
Doutoranda do Observatório Nacional
Mestrado em Astronomia com enfoque em Cosmologia pelo Observatório Nacional

Lembrando que a Semana de Meninas e Mulheres na Ciência vai acontecer do dia 5 a 9 de Novembro na UERJ, Rio de Janeiro.Para mais informações, continuem ligados em nossas páginas!
NOSSO TIME DE PALESTRANTES DA SEMANA DE MENINAS E MULHERES NA CIÊNCIA ESTÁ MONTADO! Durante todos os dias do evento receberemos duas fantátiscas mulheres cientistas de diferentes áreas contando suas trajetórias e inspirando todos nós com seu exemplo. São engenheiras, geólogas, biólogas, químicas, físicas, astronômas, matemáticas e médicas, que se destacam em sua carreira, na universidade ou na indústria! As palestras serão para todos os públicos, completamente gratuitas e não necessitam de inscrição! É só chamar os amigos e amigas e participar! Então vamos apresentar nossas fantásticas convidadas? Simone Maia Evaristo - Bióloga INCA Supervisora na área de ensino técnico do Instituto Nacional do Câncer e Presidente da Associação Nacional de Citotecnologia Elika Takimoto - Física CEFET Professora e Coordenadora de Física do CEFET e Doutora em Filosofia Sylvia dos Anjos - Geóloga  PETROBRAS Gerente de Geologia e Gerente Geral de Applied Technologies de Libra, no pré-sal, da PETROBRAS Glaucia Lemos - Engenheira de Softwares MICROSOFT Most Valuable Professional (MVP) da Microsoft, cargo dado apenas para profissionais excepcionais da empresa. Eliete Bouskela - Médica UERJ Professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Diretora de Tecnologia e Cientista do Nosso Estado da FAPERJ Conceição Aparecida Martins – Engenheira Eletricista  PETROBRAS Atua como Técnica de Operações Plena na PETROBRAS Mychelle Alves - Química FIOCRUZ Vice-Presidente da FIOCRUZ Técnica em Saúde Pública da FIOCRUZ Carola Villalba – Engenheira Química  TOTAL E&P Gerente de Desenvolvimento na TOTAL E&P do Brasil Cecília Salgado Guimarães - Matemática UFRJ Professora adjunta na Universidade Federal do Rio de Janeiro Premiada pela UNESCO no Para Mulheres na Ciência 2015 Gabriela Antunes - Astrônoma Observatório Nacional Doutoranda do Observatório Nacional Mestrado em Astronomia com enfoque em Cosmologia pelo Observatório Nacional Lembrando que a Semana de Meninas e Mulheres na Ciência vai acontecer do dia 5 a 9 de Novembro na UERJ, Rio de Janeiro.Para mais informações, continuem ligados em nossas páginas!
Você conhece esta mulher?

Nascida em 17 de outubro de 1956 na cidade de Decatur, no Alabama, ela tinha 3 anos quando a família se mudou para Chicago, no Illinois. Filha mais nova de três filhos, seu pai era um faz-tudo e sua mãe era professora primária.

Mae Jamison foi para Stanford University quando tinha 16 anos de idade e em 1977 diplomou-se em Engenharia Química e Estudos Afro-Americanos, ambos com destaque entre os alunos que tinham bolsa de estudos.

Quatro anos depois, ela recebeu o diploma de Medicina na Cornell University, em 1981. Enquanto preparava sua tese, conseguiu fazer um estágio em Cuba, integrando um grupo de pesquisa estudantil dos EUA.

Como médica, nos anos 1980 foi voluntária em um campo de refugiados cambojanos na Tailândia e integrou a força de paz dos EUA em Serra Leoa e na Libéria. Escreveu manuais de autocuidados, desenvolveu diretrizes para o trabalho voluntário na área de saúde de seu país e participou das pesquisas para a criação da vacina contra a hepatite B.

De volta aos EUA, ela se inscreveu no programa de formação de astronautas da NASA, e em 1987 foi uma das 15 pessoas selecionadas entre mais de 2 mil candidatos.

Um ano depois de entrar na NASA, Mae recebeu o título de Astronauta Especialista Científica de Missões. Nos quatro anos seguintes à formatura, ela trabalhou para a agência espacial inicialmente na equipe de apoio de lançamentos no Kennedy Space Center, na Flórida. Depois foi para o laboratório de verificação de softwares dos ônibus espaciais no Shuttle Avionics Integration Laboratory, no Texas. A última parada antes de entrar no Endeavour foi no Grupo de Apoio à Ciência da NASA.

Em setembro de 1992, Mae orbitou a Terra dentro do ônibus espacial Endeavour. A missão STS-47 foi uma parceria entre EUA e Japão e durou 190 horas, 30 minutos e 23 segundos. A função da astronauta foi investigar células ósseas durante o voo. A Endeavour decolou e aterrisou no Kennedy Space Center.

Seis meses depois da STS-47, em março de 1993, Mae pediu demissão da NASA, pois decidiu abrir o Jemison Group, um conglomerado de empresas de pesquisa de usos da tecnologia espacial no dia a dia das pessoas comuns. (+)
Você conhece esta mulher? Nascida em 17 de outubro de 1956 na cidade de Decatur, no Alabama, ela tinha 3 anos quando a família se mudou para Chicago, no Illinois. Filha mais nova de três filhos, seu pai era um faz-tudo e sua mãe era professora primária. Mae Jamison foi para Stanford University quando tinha 16 anos de idade e em 1977 diplomou-se em Engenharia Química e Estudos Afro-Americanos, ambos com destaque entre os alunos que tinham bolsa de estudos. Quatro anos depois, ela recebeu o diploma de Medicina na Cornell University, em 1981. Enquanto preparava sua tese, conseguiu fazer um estágio em Cuba, integrando um grupo de pesquisa estudantil dos EUA. Como médica, nos anos 1980 foi voluntária em um campo de refugiados cambojanos na Tailândia e integrou a força de paz dos EUA em Serra Leoa e na Libéria. Escreveu manuais de autocuidados, desenvolveu diretrizes para o trabalho voluntário na área de saúde de seu país e participou das pesquisas para a criação da vacina contra a hepatite B. De volta aos EUA, ela se inscreveu no programa de formação de astronautas da NASA, e em 1987 foi uma das 15 pessoas selecionadas entre mais de 2 mil candidatos. Um ano depois de entrar na NASA, Mae recebeu o título de Astronauta Especialista Científica de Missões. Nos quatro anos seguintes à formatura, ela trabalhou para a agência espacial inicialmente na equipe de apoio de lançamentos no Kennedy Space Center, na Flórida. Depois foi para o laboratório de verificação de softwares dos ônibus espaciais no Shuttle Avionics Integration Laboratory, no Texas. A última parada antes de entrar no Endeavour foi no Grupo de Apoio à Ciência da NASA. Em setembro de 1992, Mae orbitou a Terra dentro do ônibus espacial Endeavour. A missão STS-47 foi uma parceria entre EUA e Japão e durou 190 horas, 30 minutos e 23 segundos. A função da astronauta foi investigar células ósseas durante o voo. A Endeavour decolou e aterrisou no Kennedy Space Center. Seis meses depois da STS-47, em março de 1993, Mae pediu demissão da NASA, pois decidiu abrir o Jemison Group, um conglomerado de empresas de pesquisa de usos da tecnologia espacial no dia a dia das pessoas comuns. (+)