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egotrip
estamos há 0 dias sem encostar uma tesoura no cabelo
nosso recorde é 11 meses
egotrip estamos há 0 dias sem encostar uma tesoura no cabelo nosso recorde é 11 meses
cavalo dado
cavalo dado
bonita até no celular ignorando a presença física dos amigos
bonita até no celular ignorando a presença física dos amigos
uma aninha feliz (nessa época a gente tava indo muito no bar) 
#tb
uma aninha feliz (nessa época a gente tava indo muito no bar) #tb 
#tb pra esse dia fofinho d+
#tb  pra esse dia fofinho d+
saudade desde já, que conexão. .
.
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. "Acompanhar teu percurso 
natural 
é muito bom 
falar contigo 
sobre tipos de alimentos 
também
(...) My dear bicho gente 
veja lá se sua próxima visita 
vem antes da edição fria 
do Financial Times" (m.c.)
saudade desde já, que conexão. . . . . . . . . . "Acompanhar teu percurso  natural  é muito bom  falar contigo  sobre tipos de alimentos  também (...) My dear bicho gente  veja lá se sua próxima visita  vem antes da edição fria  do Financial Times" (m.c.)
Vejo a série da fotos da Cláudia Andujar na Rua Direita e lembro de quando ele soltou minha mão no meio da Sé e me disse "no mundo a gente tem que ser esperto e se virar sozinho", eu tinha uns 8 anos e a visão que eu tinha se pareceu muito com a das fotos da Cláudia: um monte de rostos estranhos e uma bagunça de cidade grande. 
Meu pai teve o jeito dele de educar. E o seu jeito expansivo teve que se adaptar à minha introspecção, nem sempre a gente consegue se comunicar bem, ao mesmo tempo que nossos abraços dizem tudo que precisamos um ao outro. 
Eu me olho no espelho de camisa social e óculos e fica claro, vou te levar pra sempre em mim. Sempre me emociono com isso.

A gente guarda uma imagem do que é ser adulto, do que é ser pai, ainda que saibamos que o mundo mudou e (ainda bem) as expectativas sobre isso também. Depois de tanta estrada rodada no banco de trás, ao som de "Meu Reino Encantado", é impossível não lembrar do meu pai dirigindo, em pose de quem sabe o que está fazendo. 
Obrigada por sempre me abraçar, por várias vezes ter repensado suas opiniões pra gente se entender, por me ensinar a ter voz, por me fazer amar a cidade grande, a comida mineira, o café de padaria, os jogos do São Paulo de domingo (ainda que hoje eu prefira o Corinthians), a valorizar minhas origens e por acreditar em mim até quando você não entende nada.

Te amo ♡
Vejo a série da fotos da Cláudia Andujar na Rua Direita e lembro de quando ele soltou minha mão no meio da Sé e me disse "no mundo a gente tem que ser esperto e se virar sozinho", eu tinha uns 8 anos e a visão que eu tinha se pareceu muito com a das fotos da Cláudia: um monte de rostos estranhos e uma bagunça de cidade grande. Meu pai teve o jeito dele de educar. E o seu jeito expansivo teve que se adaptar à minha introspecção, nem sempre a gente consegue se comunicar bem, ao mesmo tempo que nossos abraços dizem tudo que precisamos um ao outro. Eu me olho no espelho de camisa social e óculos e fica claro, vou te levar pra sempre em mim. Sempre me emociono com isso. A gente guarda uma imagem do que é ser adulto, do que é ser pai, ainda que saibamos que o mundo mudou e (ainda bem) as expectativas sobre isso também. Depois de tanta estrada rodada no banco de trás, ao som de "Meu Reino Encantado", é impossível não lembrar do meu pai dirigindo, em pose de quem sabe o que está fazendo. Obrigada por sempre me abraçar, por várias vezes ter repensado suas opiniões pra gente se entender, por me ensinar a ter voz, por me fazer amar a cidade grande, a comida mineira, o café de padaria, os jogos do São Paulo de domingo (ainda que hoje eu prefira o Corinthians), a valorizar minhas origens e por acreditar em mim até quando você não entende nada. Te amo ♡
cortou :c
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