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    Edimario Duplat
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Meredith Finch e Ig Guara seguem com a jornada da jovem Guardiã e seu Khat pela sobrevivência do mundo em Rose - Volume Two: Ghosts, pelo dia #222 (#587) do #365hqs - ano 2.

Depois de encontrar Thorne, o último Khat de Ttereve, Rose segue na sua missão de se tornar uma verdadeira Guardiã. E para isso, a jovem passará por um teste que definirá o seu espírito perante o conflito iminente. Entretanto, a rainha Drucilla executa um último e poderoso plano que pode destruir completamente o vínculo dos dois protetores.

Com grande peso nas palavras e na arte, Rose segue como uma interessante série sobre dever e responsabilidade. Entretanto, aqui também temos alguns esboços interessantes de outras dinâmicas que passam a se tornar presentes na obra. De um lado, começamos a entender um pouco mais da história e dos anseios de Drucilla na narrativa, enxergando o mundo e os fatos que a fizeram se tornar o que é. Porém, mesmo que essa linha narrativa tome um sentido de entendimento e compreensão do "outro lado" da história, não existe total condescendência da autora nesse processo de humanização do seu maior antagonista. Esse caminho é levado para uma interessante pauta de discussão que divide os personagens e faz com que a HQ seja corajosa para dialogar sobre o poder do perdão sobre vingança, o que permeará muitos números vindouros da série mensal.

Entretanto, aí pode se construir um problema já perceptível nesse segundo arco: uma narrativa mais lenta do que o necessário e que tem dificuldade nas suas resoluções. Ainda não é nada tão problemático, mas que precisa ser controlado para as edições seguintes.

Na arte, Ig Guara segue com toda a identidade e dinamismo que o fazem ser um dos grandes destaques desse título. Sua caracterização dos personagens segue muito criativa e coerente com o universo mágico da série, se valendo de momentos mais intensos para justificar o caminho mágico da trama. Porém, não dá para deixar de lado alguns momentos em que a arte cai no quesito da finalização, principalmente por serem bem perceptíveis em relação ao restante das sequências presentes.

#HQs #quadrinhos #comics #Rose #image #365hqsed
Meredith Finch e Ig Guara seguem com a jornada da jovem Guardiã e seu Khat pela sobrevivência do mundo em Rose - Volume Two: Ghosts, pelo dia #222  (#587 ) do #365hqs  - ano 2. Depois de encontrar Thorne, o último Khat de Ttereve, Rose segue na sua missão de se tornar uma verdadeira Guardiã. E para isso, a jovem passará por um teste que definirá o seu espírito perante o conflito iminente. Entretanto, a rainha Drucilla executa um último e poderoso plano que pode destruir completamente o vínculo dos dois protetores. Com grande peso nas palavras e na arte, Rose segue como uma interessante série sobre dever e responsabilidade. Entretanto, aqui também temos alguns esboços interessantes de outras dinâmicas que passam a se tornar presentes na obra. De um lado, começamos a entender um pouco mais da história e dos anseios de Drucilla na narrativa, enxergando o mundo e os fatos que a fizeram se tornar o que é. Porém, mesmo que essa linha narrativa tome um sentido de entendimento e compreensão do "outro lado" da história, não existe total condescendência da autora nesse processo de humanização do seu maior antagonista. Esse caminho é levado para uma interessante pauta de discussão que divide os personagens e faz com que a HQ seja corajosa para dialogar sobre o poder do perdão sobre vingança, o que permeará muitos números vindouros da série mensal. Entretanto, aí pode se construir um problema já perceptível nesse segundo arco: uma narrativa mais lenta do que o necessário e que tem dificuldade nas suas resoluções. Ainda não é nada tão problemático, mas que precisa ser controlado para as edições seguintes. Na arte, Ig Guara segue com toda a identidade e dinamismo que o fazem ser um dos grandes destaques desse título. Sua caracterização dos personagens segue muito criativa e coerente com o universo mágico da série, se valendo de momentos mais intensos para justificar o caminho mágico da trama. Porém, não dá para deixar de lado alguns momentos em que a arte cai no quesito da finalização, principalmente por serem bem perceptíveis em relação ao restante das sequências presentes. #HQs  #quadrinhos  #comics  #Rose  #image  #365hqsed 
Meteoro, Cometa... A insistência (e cabeça-dura) de Pegasus não tem limites no dia #221 (#586) do #365hqs - ano 2 com Saint Seiya - Cavaleiros do Zodíaco #9, de Masami Kurumada.

Os Cavaleiros de Prata chegam ao Japão para terminar com os "rebeldes" Cavaleiros de Bronze, que usaram de seus dons por uma causa pessoal. Entretanto, antes que os combates se iniciem, um subterfúgio engana os novos oponentes e dá uma vantagem aos protagonistas. Agora é saber o quanto disso ajudará Seiya e os outros na inevitável batalha.

E finalmente a história consegue seguir adiante. Depois de um enredo bem engessado e pouco funcional, temos a chegada de novos e interessantes guerreiros que estimulam a evolução das batalhas e da própria narrativa trabalhada no mangá.

O problema é que na primeira parte dessa edição, a história até "acelera demais" e apresenta muitas falhas de desenvolvimento e intensidade, tornando-se menos intensa do que deveria, com a exceção de poucos momentos. Entretanto, no segundo bloco da edição, esse problema é reduzido e consegue trazer dois bons conflitos, com um deles pecando apenas na sua rápida resolução. 
Na arte, Kurumada se mostra mais inspirado em quase tudo. Seus novos personagens são bem caracterizados e suas sequências de ação tem um desenvolvimento interessante, com limpeza e detalhismo em muitas cenas. Existem problemas de proporção, mas essa é quase uma regra master da obra (e do seu autor). Uma coisa bacana da edição é ter extras que mostram as diferenças da versão impressa e animada. O problema é que dentro disso existe um erro sobre fatos acontecidos no próprio mangá. Paralelo a isso, a edição tem um papel bom, pecando apenas em erros de tradução e revisão (um deles, imperdoável) no decorrer da história.

#HQs #manga #quadrinhos #saintseiya #cavaleirosdozodiaco #365hqsed #conrad
Meteoro, Cometa... A insistência (e cabeça-dura) de Pegasus não tem limites no dia #221  (#586 ) do #365hqs  - ano 2 com Saint Seiya - Cavaleiros do Zodíaco #9 , de Masami Kurumada. Os Cavaleiros de Prata chegam ao Japão para terminar com os "rebeldes" Cavaleiros de Bronze, que usaram de seus dons por uma causa pessoal. Entretanto, antes que os combates se iniciem, um subterfúgio engana os novos oponentes e dá uma vantagem aos protagonistas. Agora é saber o quanto disso ajudará Seiya e os outros na inevitável batalha. E finalmente a história consegue seguir adiante. Depois de um enredo bem engessado e pouco funcional, temos a chegada de novos e interessantes guerreiros que estimulam a evolução das batalhas e da própria narrativa trabalhada no mangá. O problema é que na primeira parte dessa edição, a história até "acelera demais" e apresenta muitas falhas de desenvolvimento e intensidade, tornando-se menos intensa do que deveria, com a exceção de poucos momentos. Entretanto, no segundo bloco da edição, esse problema é reduzido e consegue trazer dois bons conflitos, com um deles pecando apenas na sua rápida resolução. Na arte, Kurumada se mostra mais inspirado em quase tudo. Seus novos personagens são bem caracterizados e suas sequências de ação tem um desenvolvimento interessante, com limpeza e detalhismo em muitas cenas. Existem problemas de proporção, mas essa é quase uma regra master da obra (e do seu autor). Uma coisa bacana da edição é ter extras que mostram as diferenças da versão impressa e animada. O problema é que dentro disso existe um erro sobre fatos acontecidos no próprio mangá. Paralelo a isso, a edição tem um papel bom, pecando apenas em erros de tradução e revisão (um deles, imperdoável) no decorrer da história. #HQs  #manga  #quadrinhos  #saintseiya  #cavaleirosdozodiaco  #365hqsed  #conrad 
Se a história principal da guerreira da lua chegou ao seu fim no #365hqs - ano 2 (apesar de que a primeira do desafio no número #6), o dia #220 (#585) dá espaço para mais histórias desse universo em Pretty Guardian Sailor Moon - Short Stories #1, de Naoko Takeuchi.

Essa edição conta com sete contos curtos e fechados, com os três primeiros participando do arco "Diário Ilustrado da Chibiusa, os três subsequentes integrando a "Fase da Guerra do Vestibulinho" e o último capítulo sendo uma aventura especial criada pela autora para um programa de leilão de caridade.

No arco inicial, o foco vai para Chibiusa e seu universo escolar no presente. E contando com pequenas tramas envolvendo espíritos malignos ou vampiros, essas historinhas recriam o método de aventuras da Sailor Moon (esse já baseado no da Sailor V, atual Vênus) para o mundo da pequena Usagi. Assim, temos personagens parecidos com os coadjuvantes da série principal e o mesmo espírito das obras anteriores. Nada tão interessante, mas trabalham melhor a Chibiusa/Chibimoon do que a trama principal.

A segunda fase da revista é a mais interessante: Nela, temos histórias focadas em cada uma das Guerreiras Sailors originais e a relação peculiar de cada uma com o Vestibulinho, exame com meta de entrar no colegial, além de conflitos com espíritos específicos com os problemas de cada uma. 
E com base nisso, temos histórias mais livres para se adaptar a narrativa de cada uma das Sailors, valorizando os seus anseios particulares perante o mundo e o desafio do amadurecimento. Dessa forma, é perceptível como as personagens são o verdadeiro pilar de sucesso da franquia, pois apresentam uma boa estrutura conceitual e são distintas entre si, mesmo compartilhando o ciclo repetitivo de arcos e aventuras que permeia da série.

No último arco, uma história promocional e bem espirituosa que usa de elementos (e pessoas reais) por uma causa nobre. Nesse ponto, vale elogiar a editora JBC por informar em uma nota de rodapé sobre o tema e os motivos que fizeram a criação dessa história. Entretanto, esse mesmo cuidado não existe com as outras tramas - principalmente a primeira - para sabermos a ocasião de criação dos spin-offs.
Se a história principal da guerreira da lua chegou ao seu fim no #365hqs  - ano 2 (apesar de que a primeira do desafio no número #6 ), o dia #220  (#585 ) dá espaço para mais histórias desse universo em Pretty Guardian Sailor Moon - Short Stories #1 , de Naoko Takeuchi. Essa edição conta com sete contos curtos e fechados, com os três primeiros participando do arco "Diário Ilustrado da Chibiusa, os três subsequentes integrando a "Fase da Guerra do Vestibulinho" e o último capítulo sendo uma aventura especial criada pela autora para um programa de leilão de caridade. No arco inicial, o foco vai para Chibiusa e seu universo escolar no presente. E contando com pequenas tramas envolvendo espíritos malignos ou vampiros, essas historinhas recriam o método de aventuras da Sailor Moon (esse já baseado no da Sailor V, atual Vênus) para o mundo da pequena Usagi. Assim, temos personagens parecidos com os coadjuvantes da série principal e o mesmo espírito das obras anteriores. Nada tão interessante, mas trabalham melhor a Chibiusa/Chibimoon do que a trama principal. A segunda fase da revista é a mais interessante: Nela, temos histórias focadas em cada uma das Guerreiras Sailors originais e a relação peculiar de cada uma com o Vestibulinho, exame com meta de entrar no colegial, além de conflitos com espíritos específicos com os problemas de cada uma. E com base nisso, temos histórias mais livres para se adaptar a narrativa de cada uma das Sailors, valorizando os seus anseios particulares perante o mundo e o desafio do amadurecimento. Dessa forma, é perceptível como as personagens são o verdadeiro pilar de sucesso da franquia, pois apresentam uma boa estrutura conceitual e são distintas entre si, mesmo compartilhando o ciclo repetitivo de arcos e aventuras que permeia da série. No último arco, uma história promocional e bem espirituosa que usa de elementos (e pessoas reais) por uma causa nobre. Nesse ponto, vale elogiar a editora JBC por informar em uma nota de rodapé sobre o tema e os motivos que fizeram a criação dessa história. Entretanto, esse mesmo cuidado não existe com as outras tramas - principalmente a primeira - para sabermos a ocasião de criação dos spin-offs.
E os crossovers entre Hanna-Barbera e DC Comics seguem rendendo mais edições em quadrinhos. Com isso, o #365hqs - ano 2 traz para o dia #219 (#584) a revista Green Lantern/Space Ghost Special #1, de James Tynion IV, Christopher Sebela, Ariel Olivetti e Howard Chaykin.

Além do universo conhecido, uma mensagem é enviada para pedir ajuda contra uma poderosa arma que mudará para sempre uma civilização desconhecida. Atendendo ao chamado, o lanterna verde Hal Jordan chega ao arredores dessa dimensão para encontrar outro guerreiro que parece muito bem se enquadrar como ameaça: Trata-se do herói Space Ghost, que também vê no guerreiro esmeralda como um potencial perigo a ser combatido. E dentro disso tudo, se desenrola uma aventura com algumas surpresas e a união de forças distintas para chegar a uma inusitada solução.

Heróis que se assemelham pelo seu papel como policiais do espaço, Hal Jordan e Space Ghost protagonizam um crossover bem morno e pouco criativo, que se resume a comparações rasas e a um plot com alguns problemas na sua execução. Partindo de uma sucessão de equivocos, a HQ não consegue sair dessa dinâmica e força um pouco a boa vontade do leitor no ato final. Sendo assim, a revista vive do plot das "aparências enganam" e resume os dois heróis a algumas experimentações que nem são bem exploradas, mostrando um texto desinteressante e com uma estrutura capenga em alguns pontos.

Na arte, Ariel Olivetti dá o seu tom realista e consegue dar corpo a história. Entretanto, sua arte quase sempre tem dificuldades de emular movimento e se transforma em um conjunto de quadros estáticos que não ajudam a ação da trama. Mesmo assim, o artista respeita o padrão dos dois universos e cria um encontro com muita base referencial de ambos os lados.

A edição ainda tem uma história extra de Jambo e Ruivão por Howard Chaykin. Funcionando meio como um "ano um" fantasioso dos personagens, essa trama curta tem um ritmo sonolento e ainda peca por adicionar muita informação desnecessária em tão poucas páginas. Ao final, nem mostra para o que veio e muito menos se justifica na coleção.

#HQs #comics #quadrinhos #lanternaverde #greenlantern #spaceghost #hannabarbera #DC #365hqsed
E os crossovers entre Hanna-Barbera e DC Comics seguem rendendo mais edições em quadrinhos. Com isso, o #365hqs  - ano 2 traz para o dia #219  (#584 ) a revista Green Lantern/Space Ghost Special #1 , de James Tynion IV, Christopher Sebela, Ariel Olivetti e Howard Chaykin. Além do universo conhecido, uma mensagem é enviada para pedir ajuda contra uma poderosa arma que mudará para sempre uma civilização desconhecida. Atendendo ao chamado, o lanterna verde Hal Jordan chega ao arredores dessa dimensão para encontrar outro guerreiro que parece muito bem se enquadrar como ameaça: Trata-se do herói Space Ghost, que também vê no guerreiro esmeralda como um potencial perigo a ser combatido. E dentro disso tudo, se desenrola uma aventura com algumas surpresas e a união de forças distintas para chegar a uma inusitada solução. Heróis que se assemelham pelo seu papel como policiais do espaço, Hal Jordan e Space Ghost protagonizam um crossover bem morno e pouco criativo, que se resume a comparações rasas e a um plot com alguns problemas na sua execução. Partindo de uma sucessão de equivocos, a HQ não consegue sair dessa dinâmica e força um pouco a boa vontade do leitor no ato final. Sendo assim, a revista vive do plot das "aparências enganam" e resume os dois heróis a algumas experimentações que nem são bem exploradas, mostrando um texto desinteressante e com uma estrutura capenga em alguns pontos. Na arte, Ariel Olivetti dá o seu tom realista e consegue dar corpo a história. Entretanto, sua arte quase sempre tem dificuldades de emular movimento e se transforma em um conjunto de quadros estáticos que não ajudam a ação da trama. Mesmo assim, o artista respeita o padrão dos dois universos e cria um encontro com muita base referencial de ambos os lados. A edição ainda tem uma história extra de Jambo e Ruivão por Howard Chaykin. Funcionando meio como um "ano um" fantasioso dos personagens, essa trama curta tem um ritmo sonolento e ainda peca por adicionar muita informação desnecessária em tão poucas páginas. Ao final, nem mostra para o que veio e muito menos se justifica na coleção. #HQs  #comics  #quadrinhos  #lanternaverde  #greenlantern  #spaceghost  #hannabarbera  #DC  #365hqsed 
Um mundo desolado e uma população desesperada por sobrevivência são o motor principal do dia #218 (#583) do #365hqs - Ano 2 no instigante primeiro número de The Seeds, de Ann Nocenti e David Aja.

A Terra está morrendo. Palco de chuva ácida e neve contaminada, o planeta assiste uma ruptura no status quo dos seres humanos. Lutando por uma luz de sobrevivência, vários homens e mulheres estão abandonando a tecnologia e vivendo em um território misterioso, atrás dos muros que cobrem a cidade grande e seus outros habitantes imersos em tecnologia. Nisso tudo, uma jornalista segue na busca pela matéria perfeita e se desvia dos clickbaits para entender o que acontece com o mundo. Paralelo a isso, um grupo de extraterrestres tem a missão de coletar membros da espécie antes de seu fim. Porém, um deles acaba por se apaixonar e pode colocar tudo a perder.

Parte da linha Berger Books, iniciativa da Dark Horse em trazer títulos supervisionados pela editora Karen Berger (idealizadora do selo Vertigo), The Seeds é se apresenta como uma triste e necessária história sob a desesperança e a falta de perspectiva do ser humano. E esse clima é aparente não só pelo texto minimalista de Ann Nocenti, mas sim pela maneira a qual David Aja representa o clima depressivo e decadente vivido pela humanidade.

Com sequências estáticas e o uso de apenas três cores em seus quadros, o autor imprime o verdadeiro espírito de um mundo agonizante e cercado pela cegueira humana, atrelada a tecnologia e sem mais consciência sobre a verdade e a sobrevivência. 
Baseado na estrutura de capítulos, a edição envolta em mistério só visualiza o mundo que aquelas pessoas enxergam: Uma realidade orquestrada por um muro tão real quanto o número de celulares e computadores que nos cegam em relação a quem está além deles. 
#HQs #comics #quadrinhos #TheSeeds #darkhorse #365hqsed #bergerbooks
Um mundo desolado e uma população desesperada por sobrevivência são o motor principal do dia #218  (#583 ) do #365hqs  - Ano 2 no instigante primeiro número de The Seeds, de Ann Nocenti e David Aja. A Terra está morrendo. Palco de chuva ácida e neve contaminada, o planeta assiste uma ruptura no status quo dos seres humanos. Lutando por uma luz de sobrevivência, vários homens e mulheres estão abandonando a tecnologia e vivendo em um território misterioso, atrás dos muros que cobrem a cidade grande e seus outros habitantes imersos em tecnologia. Nisso tudo, uma jornalista segue na busca pela matéria perfeita e se desvia dos clickbaits para entender o que acontece com o mundo. Paralelo a isso, um grupo de extraterrestres tem a missão de coletar membros da espécie antes de seu fim. Porém, um deles acaba por se apaixonar e pode colocar tudo a perder. Parte da linha Berger Books, iniciativa da Dark Horse em trazer títulos supervisionados pela editora Karen Berger (idealizadora do selo Vertigo), The Seeds é se apresenta como uma triste e necessária história sob a desesperança e a falta de perspectiva do ser humano. E esse clima é aparente não só pelo texto minimalista de Ann Nocenti, mas sim pela maneira a qual David Aja representa o clima depressivo e decadente vivido pela humanidade. Com sequências estáticas e o uso de apenas três cores em seus quadros, o autor imprime o verdadeiro espírito de um mundo agonizante e cercado pela cegueira humana, atrelada a tecnologia e sem mais consciência sobre a verdade e a sobrevivência. Baseado na estrutura de capítulos, a edição envolta em mistério só visualiza o mundo que aquelas pessoas enxergam: Uma realidade orquestrada por um muro tão real quanto o número de celulares e computadores que nos cegam em relação a quem está além deles. #HQs  #comics  #quadrinhos  #TheSeeds  #darkhorse  #365hqsed  #bergerbooks 
Um sci-fi multicultural e com muita ação chega ao 365hqs - ano 2 em seu dia #217 (#582) com Shockrockets - Esquentando os Motores, de Kurt Busiek e Stuart Immonen.

Décadas após a guerra contra uma raça alienígena, a Terra não tem muito o que comemorar. Vivendo uma crise por conta das investidas do General Korda, antigo herói do triunfo que se revelou contra os governantes do mundo livre, os habitantes do planeta tem como principal linha de defesa os exímios pilotos do esquadrão Shockrocket, criado durante o conflito intergaláctico e que conta com rápidas e poderosas naves criadas com tecnologia alien. 
Entretanto, um acidente durante uma missão faz com que um dos pilotos da equipe seja mortalmente ferido, forçando o jovem Alejandro Cruz, um pobre mecânico amador, a assumir o seu posto e se tornar o mais novo integrante da elite de proteção da Terra. Agora, Cruz precisa superar a desconfiança de seus companheiros e desvendar os segredos de sua nave para seguir na luta pela liberdade e um futuro melhor para todo o planeta.

Famoso pelo seu conhecimento em relação ao mundo dos super-heróis e do próprio universo dos quadrinhos norte-americanos, Kurt Busiek não cansa de provar a sua qualidade como um escritor que sabe partir de um ponto específico para mostrar o todo. É o que podemos ver em obras como Marvels, na franquia Astro City e a minissérie Superman: Identidade Secreta, mas que também é a característica mais marcante de Shockrockets, obra que ainda reúne o talentoso Suart Immonen na concepção do carismático esquadrão de pilotos e suas incríveis e ágeis naves de combate.

Com cada capítulo da HQ focado em um dos membros da equipe, temos uma história que vai além da narrativa pessoal para mostrar uma grande aventura global e multifacetada que aborda diferentes aspectos e sabe trabalhar a criativa premissa que tem por trás de sua concepção. Dessa maneira, temos personagens bem distintos entre si e ricos em seus conceitos, formando uma ideia central que vai sendo encaixada pouco a pouco na trama e a encerra com um empolgante conflito final.

Uma obra cheia de identidade e carisma, mas que não saiu dessa edição. O que acaba sendo injusto por todo seu potencial.
Um sci-fi multicultural e com muita ação chega ao 365hqs - ano 2 em seu dia #217  (#582 ) com Shockrockets - Esquentando os Motores, de Kurt Busiek e Stuart Immonen. Décadas após a guerra contra uma raça alienígena, a Terra não tem muito o que comemorar. Vivendo uma crise por conta das investidas do General Korda, antigo herói do triunfo que se revelou contra os governantes do mundo livre, os habitantes do planeta tem como principal linha de defesa os exímios pilotos do esquadrão Shockrocket, criado durante o conflito intergaláctico e que conta com rápidas e poderosas naves criadas com tecnologia alien. Entretanto, um acidente durante uma missão faz com que um dos pilotos da equipe seja mortalmente ferido, forçando o jovem Alejandro Cruz, um pobre mecânico amador, a assumir o seu posto e se tornar o mais novo integrante da elite de proteção da Terra. Agora, Cruz precisa superar a desconfiança de seus companheiros e desvendar os segredos de sua nave para seguir na luta pela liberdade e um futuro melhor para todo o planeta. Famoso pelo seu conhecimento em relação ao mundo dos super-heróis e do próprio universo dos quadrinhos norte-americanos, Kurt Busiek não cansa de provar a sua qualidade como um escritor que sabe partir de um ponto específico para mostrar o todo. É o que podemos ver em obras como Marvels, na franquia Astro City e a minissérie Superman: Identidade Secreta, mas que também é a característica mais marcante de Shockrockets, obra que ainda reúne o talentoso Suart Immonen na concepção do carismático esquadrão de pilotos e suas incríveis e ágeis naves de combate. Com cada capítulo da HQ focado em um dos membros da equipe, temos uma história que vai além da narrativa pessoal para mostrar uma grande aventura global e multifacetada que aborda diferentes aspectos e sabe trabalhar a criativa premissa que tem por trás de sua concepção. Dessa maneira, temos personagens bem distintos entre si e ricos em seus conceitos, formando uma ideia central que vai sendo encaixada pouco a pouco na trama e a encerra com um empolgante conflito final. Uma obra cheia de identidade e carisma, mas que não saiu dessa edição. O que acaba sendo injusto por todo seu potencial.
Muito drama, litros de sangue e gente caindo de cabeça (literalmente) no dia #216 (#581) do #365hqs - ano 2 com Os Cavaleiros do Zodíaco #8, de Masami Kurumada. 
Mais revelações do passado de Ikki nos trazem a real motivação de Fênix em enfrentar os seus ex-companheiros. Entretanto, o conflito tem início e uma inusitada ajuda a Seiya poderá mudar o resultado da batalha. Mesmo assim, a sombra de um novo e poderoso rival surge contra os Cavaleiros de Bronze.

Com muitas surpresas e uma enxurrada de mistérios, essa é sem dúvida uma das edições mais malucas dos Cavaleiros do Zodíaco. Sem muita preocupação com a coerência narrativa, Kurumada supera os capítulos pouco criativos de outrora e incrementa muitas ideias para o seguimento da série. Isso tudo com uma arte mais redonda dentro de seu próprio estilo, no que cabe a caracterização dos personagens, mas com grandes problemas de movimento e agilidade entre os quadros. Assim, temos uma HQ com uma ação engessada, mas lotada de artimanhas que deixam o leitor bastante curioso sobre os elementos trabalhados aqui.

Chegando ao quesito de comparação com o anime, é interessante perceber que muito do que é visto aqui foi radicalmente modificado para a adaptação animada. E uma leitura simples não esconde como foi positiva essa mudança. Se valendo da maior liberdade dos quadrinhos, Kurumada exagera em alguns conceitos realmente problemáticos. Já em outros, a exclusão de um importante personagem que será importante no futuro e a mudança da ordem dos eventos ocorridos em determinada ocasião ajudaram a manter o clima de mistério e fascinação da adaptação para a TV. 
#HQs #quadrinhos #manga #saintseiya #cavaleirosdozodiaco #conrad #365hqsed
Muito drama, litros de sangue e gente caindo de cabeça (literalmente) no dia #216  (#581 ) do #365hqs  - ano 2 com Os Cavaleiros do Zodíaco #8 , de Masami Kurumada. Mais revelações do passado de Ikki nos trazem a real motivação de Fênix em enfrentar os seus ex-companheiros. Entretanto, o conflito tem início e uma inusitada ajuda a Seiya poderá mudar o resultado da batalha. Mesmo assim, a sombra de um novo e poderoso rival surge contra os Cavaleiros de Bronze. Com muitas surpresas e uma enxurrada de mistérios, essa é sem dúvida uma das edições mais malucas dos Cavaleiros do Zodíaco. Sem muita preocupação com a coerência narrativa, Kurumada supera os capítulos pouco criativos de outrora e incrementa muitas ideias para o seguimento da série. Isso tudo com uma arte mais redonda dentro de seu próprio estilo, no que cabe a caracterização dos personagens, mas com grandes problemas de movimento e agilidade entre os quadros. Assim, temos uma HQ com uma ação engessada, mas lotada de artimanhas que deixam o leitor bastante curioso sobre os elementos trabalhados aqui. Chegando ao quesito de comparação com o anime, é interessante perceber que muito do que é visto aqui foi radicalmente modificado para a adaptação animada. E uma leitura simples não esconde como foi positiva essa mudança. Se valendo da maior liberdade dos quadrinhos, Kurumada exagera em alguns conceitos realmente problemáticos. Já em outros, a exclusão de um importante personagem que será importante no futuro e a mudança da ordem dos eventos ocorridos em determinada ocasião ajudaram a manter o clima de mistério e fascinação da adaptação para a TV. #HQs  #quadrinhos  #manga  #saintseiya  #cavaleirosdozodiaco  #conrad  #365hqsed 
O conflito inicia o seu ato final e apenas o Senhor Milagre poderá se opor ao destino no dia #215 (#580) do #365hqs - ano 2 com Mister Miracle #10, de Tom King e Mitch Gerads.

A proposta de Apokolips para o fim do conflito envolve a coisa mais preciosa de Scott Free e a Grande Barda. Mas será que os dois aceitarão esta exigência para finalmente por fim ao conflito? Ou os dois  heróis conseguirão achar uma nova alternativa para o desfecho?

Chegando ao seu final, Mister Miracle traz nessa edição toda dose dramática possível para a situação na qual a história se posiciona. Com sua linguagem poética e rodeada de referências - inclusive com uma 'brincadeira' cada vez mais clara a Stan Lee e a Marvel - a trama intimista consegue dialogar com inúmeras perspectivas para ser tão incrível e significativa quanto o casal de protagonistas e sua luta pela sobrevivência.

Com base nos conceitos pensados por Kirby (incluindo frases de antigas revistas do Senhor Milagre reutilizadas em um novo contexto), Tom King vai muito além de um compromisso cronológico, criando uma obra que traduz o personagem ao Século XXI e restabelece um novo padrão de interpretação aos Novos Deuses e suas relações humanas.

#HQs #comics #quadrinhos #dccomics #senhormilagre #mistermiracle #bigbarda #grandebarda
O conflito inicia o seu ato final e apenas o Senhor Milagre poderá se opor ao destino no dia #215  (#580 ) do #365hqs  - ano 2 com Mister Miracle #10 , de Tom King e Mitch Gerads. A proposta de Apokolips para o fim do conflito envolve a coisa mais preciosa de Scott Free e a Grande Barda. Mas será que os dois aceitarão esta exigência para finalmente por fim ao conflito? Ou os dois heróis conseguirão achar uma nova alternativa para o desfecho? Chegando ao seu final, Mister Miracle traz nessa edição toda dose dramática possível para a situação na qual a história se posiciona. Com sua linguagem poética e rodeada de referências - inclusive com uma 'brincadeira' cada vez mais clara a Stan Lee e a Marvel - a trama intimista consegue dialogar com inúmeras perspectivas para ser tão incrível e significativa quanto o casal de protagonistas e sua luta pela sobrevivência. Com base nos conceitos pensados por Kirby (incluindo frases de antigas revistas do Senhor Milagre reutilizadas em um novo contexto), Tom King vai muito além de um compromisso cronológico, criando uma obra que traduz o personagem ao Século XXI e restabelece um novo padrão de interpretação aos Novos Deuses e suas relações humanas. #HQs  #comics  #quadrinhos  #dccomics  #senhormilagre  #mistermiracle  #bigbarda  #grandebarda 
As aventuras de Aladim seguem a todo vapor no dia #214 (#579) do #365hqs - ano 2 com Magi: O labirinto da Magia #4, de Shinobu Ohtaka.

Após combater os escravagistas que assolavam o caminho para Barbad, Morgiana reencontra Aladim e parte para a cidade marítima na esperança de retornar ao seu lar. Entretanto, tanto ela quanto o jovem herói encontram um novo aliado e precisam lidar com os mistérios que envolvem a cidade e um antigo companheiro da dupla.

Com o Amadurecimento do seu roteiro, Magi vai apresentando um crescimento na carga dramática, valorizando os personagens e mostrando como os mesmo tem uma base criativa forte. Movimentando-os pelo extenso mundo em que se passa a história, Shinobu Ohtaka tem espaço para apresentar as motivações e o modo de pensar de cada um, além de seguir com a adição de mais informações deste universo e sua mitologia. Com um texto leve e bem ágil, a autora dosa bem algumas pitadas de humor com uma ação coerente e bons momentos de virada na trama. É uma história que demonstra muito caminho a ser trilhado e desperta curiosidade justamente por controlar esse ritmo com regularidade na escrita.

Entretanto, neste número já podemos notar uma oscilação na arte característico de alguns títulos japoneses de larga numeração. Entre quadros bem detalhados e com movimentos bem equilibrados, temos algumas sequências que parecem abaixo de esboços e se mostram bem irregulares em vários aspectos. As vezes por retratar os personagens com uma base primária bem vergonhosa ou por falta de coerência em anatomia, temos uma irregularidade a olhos vistos que pode não afastar o leitor, mas empobrece o material como um todo.

Em relação ao edição nacional, é elogiável a tradução de alguns nomes e lugares para o nosso idioma, o que ajuda na fidelização de público. Porém, é triste ver as páginas se amarelarem com o passar do tempo.

#HQs #manga #quadrinhos #magi #magiolabirintodamagia #simbad #sinbad #jbc #365hqsed
As aventuras de Aladim seguem a todo vapor no dia #214  (#579 ) do #365hqs  - ano 2 com Magi: O labirinto da Magia #4 , de Shinobu Ohtaka. Após combater os escravagistas que assolavam o caminho para Barbad, Morgiana reencontra Aladim e parte para a cidade marítima na esperança de retornar ao seu lar. Entretanto, tanto ela quanto o jovem herói encontram um novo aliado e precisam lidar com os mistérios que envolvem a cidade e um antigo companheiro da dupla. Com o Amadurecimento do seu roteiro, Magi vai apresentando um crescimento na carga dramática, valorizando os personagens e mostrando como os mesmo tem uma base criativa forte. Movimentando-os pelo extenso mundo em que se passa a história, Shinobu Ohtaka tem espaço para apresentar as motivações e o modo de pensar de cada um, além de seguir com a adição de mais informações deste universo e sua mitologia. Com um texto leve e bem ágil, a autora dosa bem algumas pitadas de humor com uma ação coerente e bons momentos de virada na trama. É uma história que demonstra muito caminho a ser trilhado e desperta curiosidade justamente por controlar esse ritmo com regularidade na escrita. Entretanto, neste número já podemos notar uma oscilação na arte característico de alguns títulos japoneses de larga numeração. Entre quadros bem detalhados e com movimentos bem equilibrados, temos algumas sequências que parecem abaixo de esboços e se mostram bem irregulares em vários aspectos. As vezes por retratar os personagens com uma base primária bem vergonhosa ou por falta de coerência em anatomia, temos uma irregularidade a olhos vistos que pode não afastar o leitor, mas empobrece o material como um todo. Em relação ao edição nacional, é elogiável a tradução de alguns nomes e lugares para o nosso idioma, o que ajuda na fidelização de público. Porém, é triste ver as páginas se amarelarem com o passar do tempo. #HQs  #manga  #quadrinhos  #magi  #magiolabirintodamagia  #simbad  #sinbad  #jbc  #365hqsed 
Antes da queda, a maldição e a busca pela terra sagrada, existiam apenas una soberana e uma jovem aprendiz promovida a capitã da guarda. E isso tudo é mostrado no dia #213 (#578) do #365hqs - ano 2 com Isola - Prologue, de Brenden Fletcher e Karl Kerschl.

No pacífico e promissor reino de Maar, a rainha Olwyn recebe uma inesperada visita com consequências alarmantes para o seu governo. Enquanto isso, na fronteira do país, uma jovem Rook é alertada sobre uma profecia sobre uma terra mítica que talvez seja real. O destino das duas volta a se encontrar depois de anos na prévia de uma grande aventura de magia antiga e sobrevivência.

Reunindo os prelúdios que existiam na revista Motor Crush, essa pequena edição de 12 paginas traz de volta a prévia da revista mensal Isola, mostrando que desde aquele momento a história já utilizava do mistério para cativar o público para o que estava por vir.

Mesmo não sendo essencial para o entendimento da trama, esse prólogo amarra alguns detalhes que já estavam estabelecidos no início da série. Entretanto, o que temos aqui ainda é bem básico em quase nada em relação a maldição da rainha e até para explicar o funcionamento deste reino mágico, servindo muito mais para justificar a união entre as duas personagens do que sobre os motivos que criaram a situação mostrada na HQ regular. 
Na arte, o traço de Kerschl também está abaixo do que é visto regularmente na mensal. Menos primoroso nos detalhes, seu traço ainda sofre aqui com uma colorização digital bem genérica que não valoriza muito bem os personagens concebidos pela dupla. Não que não seja bonita, mas soa quase prematuro para aqueles que conhecem o trabalho criado em Isola. 
Funcionando como um drops, essa mini-edicao tem seu valor por unir a ideia prematura dessa trama e aproximar essa prévia daqueles que não sabiam ou esqueceram (como no meu caso) de já terem visto na leitura de Motor Crush.

#HQs #quadrinhos #comics #image #isola #motorcrush #365hqsed
Antes da queda, a maldição e a busca pela terra sagrada, existiam apenas una soberana e uma jovem aprendiz promovida a capitã da guarda. E isso tudo é mostrado no dia #213  (#578 ) do #365hqs  - ano 2 com Isola - Prologue, de Brenden Fletcher e Karl Kerschl. No pacífico e promissor reino de Maar, a rainha Olwyn recebe uma inesperada visita com consequências alarmantes para o seu governo. Enquanto isso, na fronteira do país, uma jovem Rook é alertada sobre uma profecia sobre uma terra mítica que talvez seja real. O destino das duas volta a se encontrar depois de anos na prévia de uma grande aventura de magia antiga e sobrevivência. Reunindo os prelúdios que existiam na revista Motor Crush, essa pequena edição de 12 paginas traz de volta a prévia da revista mensal Isola, mostrando que desde aquele momento a história já utilizava do mistério para cativar o público para o que estava por vir. Mesmo não sendo essencial para o entendimento da trama, esse prólogo amarra alguns detalhes que já estavam estabelecidos no início da série. Entretanto, o que temos aqui ainda é bem básico em quase nada em relação a maldição da rainha e até para explicar o funcionamento deste reino mágico, servindo muito mais para justificar a união entre as duas personagens do que sobre os motivos que criaram a situação mostrada na HQ regular. Na arte, o traço de Kerschl também está abaixo do que é visto regularmente na mensal. Menos primoroso nos detalhes, seu traço ainda sofre aqui com uma colorização digital bem genérica que não valoriza muito bem os personagens concebidos pela dupla. Não que não seja bonita, mas soa quase prematuro para aqueles que conhecem o trabalho criado em Isola. Funcionando como um drops, essa mini-edicao tem seu valor por unir a ideia prematura dessa trama e aproximar essa prévia daqueles que não sabiam ou esqueceram (como no meu caso) de já terem visto na leitura de Motor Crush. #HQs  #quadrinhos  #comics  #image  #isola  #motorcrush  #365hqsed 
E o dia #212 (#577) do #365hqs - ano 2 traz uma histórica aventura marítima com Belem - Le Temps des naufrageurs, de Jean-Yves Delitte baseado em uma ideia de Eric Adam.

Veleiro francês de três mastros, construído no ano de 1896 o Belem é o mais antigo navio europeu do seu tipo ainda em estado de navegar nos dias de hoje (2018). E baseado no diário do grumete Gwinolé Leguadek conhecemos a história secreta de sua primeira viagem (Nantes-Montevidéu-Belém do Pará) que ocasionou muito mais do que o desastroso incêndio relatado oficialmente pelo seu capitão. Uma aventura envolvendo náufragos misteriosos, piratas brasileiros e uma vergonhosa traição.

Monumento histórico desde 1984, funcionando hoje como museu e navio-escola, o Belem é uma embarcação com infindáveis acontecimentos que permeiam a sua existência. Entretanto, o barco teve em sua viagem  inaugural uma trama digna para refletir o conturbado cotidiano das navegações no final do século XIX. E para reproduzi-la, o belga Jean-Yves Delitte é o nome certo para valorizar e dar vida aos relatos que permeiam o emblemático veleiro. Especializado em HQs marítimas de cunho histórico, o artista humaniza os acontecimentos com uma narrativa bem direcionada e diálogos naturais, dando ao relato uma romantização que se mescla a realidade e cria alma para envolver o leitor em um roteiro inteligente e dinâmico.

Além disso, o traço detalhista de Delitte reproduz fielmente a embarcação e o universo ao seu redor, dando força total ao espírito de seu roteiro. Com ótimas caracterizações e total competência em retratar o cotidiano marítimo, sua arte também transmite vida pelas páginas e intensifica o valor educacional e histórico desta HQ. Uma obra maiúscula que não mede esforços em passar a sua mensagem e que sabe o papel dos quadrinhos para retratar qualquer tema da melhor forma possível.

#HQs #quadrinhos #banddesinee #belem #365hqsed #glenat
E o dia #212  (#577 ) do #365hqs  - ano 2 traz uma histórica aventura marítima com Belem - Le Temps des naufrageurs, de Jean-Yves Delitte baseado em uma ideia de Eric Adam. Veleiro francês de três mastros, construído no ano de 1896 o Belem é o mais antigo navio europeu do seu tipo ainda em estado de navegar nos dias de hoje (2018). E baseado no diário do grumete Gwinolé Leguadek conhecemos a história secreta de sua primeira viagem (Nantes-Montevidéu-Belém do Pará) que ocasionou muito mais do que o desastroso incêndio relatado oficialmente pelo seu capitão. Uma aventura envolvendo náufragos misteriosos, piratas brasileiros e uma vergonhosa traição. Monumento histórico desde 1984, funcionando hoje como museu e navio-escola, o Belem é uma embarcação com infindáveis acontecimentos que permeiam a sua existência. Entretanto, o barco teve em sua viagem inaugural uma trama digna para refletir o conturbado cotidiano das navegações no final do século XIX. E para reproduzi-la, o belga Jean-Yves Delitte é o nome certo para valorizar e dar vida aos relatos que permeiam o emblemático veleiro. Especializado em HQs marítimas de cunho histórico, o artista humaniza os acontecimentos com uma narrativa bem direcionada e diálogos naturais, dando ao relato uma romantização que se mescla a realidade e cria alma para envolver o leitor em um roteiro inteligente e dinâmico. Além disso, o traço detalhista de Delitte reproduz fielmente a embarcação e o universo ao seu redor, dando força total ao espírito de seu roteiro. Com ótimas caracterizações e total competência em retratar o cotidiano marítimo, sua arte também transmite vida pelas páginas e intensifica o valor educacional e histórico desta HQ. Uma obra maiúscula que não mede esforços em passar a sua mensagem e que sabe o papel dos quadrinhos para retratar qualquer tema da melhor forma possível. #HQs  #quadrinhos  #banddesinee  #belem  #365hqsed  #glenat 
Os espíritos da vingança retornam com tudo no #365hqs - ano 2 no dia #211 (#576) em Universo Marvel Annual #4, de Jason Aaron e Roland Boschi.

Depois da ascensão se Zadkiel a Cidade Dourada, Johnny Blaze e Danny Ketch procuram uma forma de impedir os planos do anjo rebelde. Mas para conseguir entrar no paraíso, os dois motoqueiros precisarão protejer o futuro anticristo perdido na Terra... e atrapalhar os planos de outro herói místico: Daimon Hellstrom, o Filho de Satã. Para Hellstrom, o seu "meio-irmao" tem que ser morto de qualquer jeito. Mesmo que isso provoque um desequilíbrio no atual status quo da realidade.

Compilação da minissérie Ghost Rider: Heaven's on Fire, esta HQ finaliza os eventos ocorridos na revista mensal do personagem e encerra um ciclo de reviravoltas e descobertas na mitologia do Motoqueiro Fantasma. 
E nesse ato final, Aaron resgata o formato "road movie sobrenatural" para dar ênfase ao clima desesperançoso que permeia os protagonistas da história, transformando a empreitada em uma aventura sombria e lotada de mais referências ao universo do motoqueiro. Dentre elas, a mais empolgante remete as participações de Hellstrom - um dos melhores personagens místicos da editora - e Jaine Cutter, a terrorista sobrenatural, que incrementam mais misticismo e dão vazão ao estilo verborrágico sobrenatual criado pelo autor. 
Na arte, Boschi funciona bem a trama por conta de seu estilo inacabado com bom uso de sombras e uma enfase coerente nas expressões dos personagens. Além disso, o desenhista também imprime movimento nas sequências de velocidade e "aterroriza" pelo caracterização dos Motoqueiros. 
Mesmo com um final meio apressado, a dupla fecha bem esse ciclo do Motoqueiro e consegue criar um capítulo importante na sua cronologia.

Na versão nacional, a Panini apresenta erros bobos de revisão (inclusive no nome de um dos personagens), mas consegue trazer um material em formato aceitável para finalizar as histórias do motoca.

#HQs #quadrinhos #comics #ghostrider #motoqueirofantasma #marvel #panini #universomarvel #universomarvelanual
Os espíritos da vingança retornam com tudo no #365hqs  - ano 2 no dia #211  (#576 ) em Universo Marvel Annual #4 , de Jason Aaron e Roland Boschi. Depois da ascensão se Zadkiel a Cidade Dourada, Johnny Blaze e Danny Ketch procuram uma forma de impedir os planos do anjo rebelde. Mas para conseguir entrar no paraíso, os dois motoqueiros precisarão protejer o futuro anticristo perdido na Terra... e atrapalhar os planos de outro herói místico: Daimon Hellstrom, o Filho de Satã. Para Hellstrom, o seu "meio-irmao" tem que ser morto de qualquer jeito. Mesmo que isso provoque um desequilíbrio no atual status quo da realidade. Compilação da minissérie Ghost Rider: Heaven's on Fire, esta HQ finaliza os eventos ocorridos na revista mensal do personagem e encerra um ciclo de reviravoltas e descobertas na mitologia do Motoqueiro Fantasma. E nesse ato final, Aaron resgata o formato "road movie sobrenatural" para dar ênfase ao clima desesperançoso que permeia os protagonistas da história, transformando a empreitada em uma aventura sombria e lotada de mais referências ao universo do motoqueiro. Dentre elas, a mais empolgante remete as participações de Hellstrom - um dos melhores personagens místicos da editora - e Jaine Cutter, a terrorista sobrenatural, que incrementam mais misticismo e dão vazão ao estilo verborrágico sobrenatual criado pelo autor. Na arte, Boschi funciona bem a trama por conta de seu estilo inacabado com bom uso de sombras e uma enfase coerente nas expressões dos personagens. Além disso, o desenhista também imprime movimento nas sequências de velocidade e "aterroriza" pelo caracterização dos Motoqueiros. Mesmo com um final meio apressado, a dupla fecha bem esse ciclo do Motoqueiro e consegue criar um capítulo importante na sua cronologia. Na versão nacional, a Panini apresenta erros bobos de revisão (inclusive no nome de um dos personagens), mas consegue trazer um material em formato aceitável para finalizar as histórias do motoca. #HQs  #quadrinhos  #comics  #ghostrider  #motoqueirofantasma  #marvel  #panini  #universomarvel  #universomarvelanual 
Se a mensal Mighty Morphin Power Rangers não parecia suficiente para incrementar a mitologia do grupo, o dia #210 (#575) do #365hqs - ano 2 apresenta a segunda série mensal da equipe em Go Go Power Rangers - Volume 1, de Ryan Parrott e Dan Mora.

Depois de sua primeira missão como Power Rangers, os cinco garotos escolhidos por Zordon passam por outro tipo de transformação. Agora, suas vidas tomam uma nova perspectiva que afeta principalmente todo o seu cotidiano familiar e seu convívio social com o mundo. E enquanto a equipe procura um equilíbrio para conciliar seu novo status secreto, Rita Repulsa arquiteta um plano ardiloso com a informação que tem sobre os jovens. "Se a série original dos Power Rangers tivesse a carga narrativa de sua atual revista mensal, seria o produto de tv mais importante no mercado infanto-juvenil dos últimos 30 anos". Se essa afirmação já era consequência do trabalho realizado em MMPR, o primeiro encadernado de Go Go Power Rangers apenas confirma o bom direcionamento editorial da franquia pela Boom! Studios, funcionando com muito mais precisão em dar conteúdo e humanidade ao universo da equipe original.

Com base na origem das aventuras de Jason, Jack, Billy, Trini e Kimberly, a HQ passeia pela mente dos Rangers e dá um panorama mais real dos sentimentos vividos por cada um perante toda a mudança ocasionada pela invasão de Rita e a missão de proteger o planeta Terra da vilã. Dentro disso, o mundo exterior ganha vida pela relações dos heróis com seus amigos e parentes, criando uma dramatização que enriquece o enredo e eleva todos os personagens a um patamar que vai além de concepções básicas e motivações rasas.

Entretanto, esta ainda é uma história sobre um grupo de heróis coloridos enfrentando monstros. E para que a revista não perca este espírito, a arte apresenta sequências de ação vibrantes e demonstra muita competência ao retratar os uniformes dos Rangers e os seus zords. Isso sem contar a caracterização dos protagonistas, muito mais próxima do que já vem aparecendo nas HQs anteriores. 
#HQs #quadrinhos #comics #powerrangers #gogopowerrangers #boomstudios #365hqsed
Se a mensal Mighty Morphin Power Rangers não parecia suficiente para incrementar a mitologia do grupo, o dia #210  (#575 ) do #365hqs  - ano 2 apresenta a segunda série mensal da equipe em Go Go Power Rangers - Volume 1, de Ryan Parrott e Dan Mora. Depois de sua primeira missão como Power Rangers, os cinco garotos escolhidos por Zordon passam por outro tipo de transformação. Agora, suas vidas tomam uma nova perspectiva que afeta principalmente todo o seu cotidiano familiar e seu convívio social com o mundo. E enquanto a equipe procura um equilíbrio para conciliar seu novo status secreto, Rita Repulsa arquiteta um plano ardiloso com a informação que tem sobre os jovens. "Se a série original dos Power Rangers tivesse a carga narrativa de sua atual revista mensal, seria o produto de tv mais importante no mercado infanto-juvenil dos últimos 30 anos". Se essa afirmação já era consequência do trabalho realizado em MMPR, o primeiro encadernado de Go Go Power Rangers apenas confirma o bom direcionamento editorial da franquia pela Boom! Studios, funcionando com muito mais precisão em dar conteúdo e humanidade ao universo da equipe original. Com base na origem das aventuras de Jason, Jack, Billy, Trini e Kimberly, a HQ passeia pela mente dos Rangers e dá um panorama mais real dos sentimentos vividos por cada um perante toda a mudança ocasionada pela invasão de Rita e a missão de proteger o planeta Terra da vilã. Dentro disso, o mundo exterior ganha vida pela relações dos heróis com seus amigos e parentes, criando uma dramatização que enriquece o enredo e eleva todos os personagens a um patamar que vai além de concepções básicas e motivações rasas. Entretanto, esta ainda é uma história sobre um grupo de heróis coloridos enfrentando monstros. E para que a revista não perca este espírito, a arte apresenta sequências de ação vibrantes e demonstra muita competência ao retratar os uniformes dos Rangers e os seus zords. Isso sem contar a caracterização dos protagonistas, muito mais próxima do que já vem aparecendo nas HQs anteriores. #HQs  #quadrinhos  #comics  #powerrangers  #gogopowerrangers  #boomstudios  #365hqsed 
Um universo desolado, um planeta faminto e uma arma de destruição em massa que precisa lidar com todo o arrependimento e culpa pelo que aconteceu. Tudo isso está no dia #209 (#574) do #365hqs - Ano 2 com Stellar #1, de Joseph Keatinge e Bret Blevins.

Transformada na arma definitiva, Stellar foge de seu destino e tenta levar um pouco de esperança a um mundo desolado e morto por uma guerra já ocorrida. Diante de um cenário de corpos gigantescos e naves colididas, a jovem tenta ganhar o prêmio por um bandido e espera usar este dinheiro para ajudar o refúgio do qual ajuda. Entretanto, as sombras do passado não descansaram e tudo levará para um novo e impiedoso conflito.

Apesar de uma base de roteiro com potencial e um visual que desperta curiosidade a primeira mão, a primeira edição de Stellar não consegue ser mais do que apenas uma edição introdutória e bem genérica para apresentar a trama da série. Sendo assim, não existe quase nada que prende o leitor de verdade. E isso vale desde o roteiro sem ganchos e viradas até a arte que apresenta uma caracterização precária na sua finalização e oscila muito entre alguns momentos de inspiração e outros tantos genéricos.

Pelo bom número de títulos experimentais e diferentes que a Image vem publicando atualmente, além de Robert Kirkman ser um dos criadores da personagem, a esperança é que o título possa evoluir de sua tímida estreia e mostrar suas intenções nas próximas edições. Entretanto, isso não pode demorar muito, pois pelo que já foi mostrado, fica a dúvida se esse será mesmo o caminho dessa série em suas próximas publicações.

#HQs #comics #quadrinhos #stellar #image #skybound #365hqsed
Um universo desolado, um planeta faminto e uma arma de destruição em massa que precisa lidar com todo o arrependimento e culpa pelo que aconteceu. Tudo isso está no dia #209  (#574 ) do #365hqs  - Ano 2 com Stellar #1 , de Joseph Keatinge e Bret Blevins. Transformada na arma definitiva, Stellar foge de seu destino e tenta levar um pouco de esperança a um mundo desolado e morto por uma guerra já ocorrida. Diante de um cenário de corpos gigantescos e naves colididas, a jovem tenta ganhar o prêmio por um bandido e espera usar este dinheiro para ajudar o refúgio do qual ajuda. Entretanto, as sombras do passado não descansaram e tudo levará para um novo e impiedoso conflito. Apesar de uma base de roteiro com potencial e um visual que desperta curiosidade a primeira mão, a primeira edição de Stellar não consegue ser mais do que apenas uma edição introdutória e bem genérica para apresentar a trama da série. Sendo assim, não existe quase nada que prende o leitor de verdade. E isso vale desde o roteiro sem ganchos e viradas até a arte que apresenta uma caracterização precária na sua finalização e oscila muito entre alguns momentos de inspiração e outros tantos genéricos. Pelo bom número de títulos experimentais e diferentes que a Image vem publicando atualmente, além de Robert Kirkman ser um dos criadores da personagem, a esperança é que o título possa evoluir de sua tímida estreia e mostrar suas intenções nas próximas edições. Entretanto, isso não pode demorar muito, pois pelo que já foi mostrado, fica a dúvida se esse será mesmo o caminho dessa série em suas próximas publicações. #HQs  #comics  #quadrinhos  #stellar  #image  #skybound  #365hqsed 
E para o bem ou para o mal, chegamos a metade da jornada de Doomsday Clock - de Geoff Johns e Gary Frank - em sua edição #6, trazida para o dia #208 (#573) do #365hqs - ano 2.

Em meio aos tumultos de Gotham City, o impensável acontece. Entretanto, o foco vai além de uma inusitada vitória do Coringa para conhecermos mais do passado de Mime e Marionette e sua motivação como vilões no mundo de Watchmen, além da razão de sua busca pelo Dr. Manhattan.

Assim como a edição em que conhecemos os fatos posteriores que ocorreram no universo de Watchmen após  a série original, esse número traz mais informações novas sobre aquele mundo e seus personagens. Entretanto, diferente do que foi bem orquestrado na ocasião anterior, este fascículo parece muito mais um exercício de ego da equipe criativa do que uma referência ou conexão ao produto criado por Alan Moore.

Se já era questionável a criação de dois personagens daquele universo apenas para essa obra, tudo fica muito mais duvidoso quando temos todo um trabalho de contar uma origem retroativa que não os justifica e nem os une coerentemente aos elementos originais de Watchmen. Mesmo sendo um roteiro bom, tudo parece uma grande tentativa de autolegitimação que não vai além disso.

Com tanta prepotência e pouca evolução narrativa, Doomsday Clock chega a sua metade e se mostra como uma.obra sem criatividade, emulando formato e estilo sem trazer algum conteúdo relevante ou que se enquadre na proposta tão alardeada entre os criadores da obra. Com poucas exceções, é uma obra esquecível e que talvez traduza a maior característica da DC nos ultimos 15 anos: uma eterna bagunça editorial que afunda boas ideias e se ilude por conta da fama pregressa de seus personagens.

#HQs #comics #quadrinhos #doomsdayclock #watchmen #DC #justiceleague #ligadajustiça #batman #superman #coringa #joker
E para o bem ou para o mal, chegamos a metade da jornada de Doomsday Clock - de Geoff Johns e Gary Frank - em sua edição #6 , trazida para o dia #208  (#573 ) do #365hqs  - ano 2. Em meio aos tumultos de Gotham City, o impensável acontece. Entretanto, o foco vai além de uma inusitada vitória do Coringa para conhecermos mais do passado de Mime e Marionette e sua motivação como vilões no mundo de Watchmen, além da razão de sua busca pelo Dr. Manhattan. Assim como a edição em que conhecemos os fatos posteriores que ocorreram no universo de Watchmen após a série original, esse número traz mais informações novas sobre aquele mundo e seus personagens. Entretanto, diferente do que foi bem orquestrado na ocasião anterior, este fascículo parece muito mais um exercício de ego da equipe criativa do que uma referência ou conexão ao produto criado por Alan Moore. Se já era questionável a criação de dois personagens daquele universo apenas para essa obra, tudo fica muito mais duvidoso quando temos todo um trabalho de contar uma origem retroativa que não os justifica e nem os une coerentemente aos elementos originais de Watchmen. Mesmo sendo um roteiro bom, tudo parece uma grande tentativa de autolegitimação que não vai além disso. Com tanta prepotência e pouca evolução narrativa, Doomsday Clock chega a sua metade e se mostra como uma.obra sem criatividade, emulando formato e estilo sem trazer algum conteúdo relevante ou que se enquadre na proposta tão alardeada entre os criadores da obra. Com poucas exceções, é uma obra esquecível e que talvez traduza a maior característica da DC nos ultimos 15 anos: uma eterna bagunça editorial que afunda boas ideias e se ilude por conta da fama pregressa de seus personagens. #HQs  #comics  #quadrinhos  #doomsdayclock  #watchmen  #DC  #justiceleague  #ligadajustiça  #batman  #superman  #coringa  #joker 
Depois dos dias #356 e #19 (#384), o dia #207 (#572) traz para o #365hqs - ano 2 a sexta (e demorada) parte de Starcraft II: War Chest – Shadow Wars, por Valerie Watrous e Miguel Sepúlveda.

Na derrocada dos Protoss perante uma casta zerg independente, apenas os terranos sobreviventes tem chances de escapar. Mas a missão não parece fácil e muitas reviravoltas trarão um resultado importante aos três lados, colocando todo o universo sobre uma nova perspectiva para o conflito iminente.

Sem deixar o clima de tensão morrer, o sexto capítulo dessa webcomic leva o conflito no planeta Adena para novas ramificações que engrandecem a história e elevam a sua importância na mitologia de Starcraft. Watrous e Sepúlveda seguem levando as melhores influências de Sci-fi para a trama, sem deixar de lado uma marca própria que dá vida e identidade aos personagens apresentados. Além disso, atrelam muito bem os elementos da franquia e deixam - mais uma vez - um gostinho para as edições que virão.

Traduzida para o português pela própria Blizzard - que disponibiliza as revistas online no site oficial do jogo - a edição não apresenta erros e tem um bom esquema de leitura virtual. O único problema fica por conta do tempo de publicação das histórias, que apresentam um intervalo muito grande entre os capítulos. Entretanto, por serem curtos, eles podem ser relidos facilmente após a chegada de uma parte inédita no sítio.

#HQs #quadrinhos #comics #starcraft #warchest #shadowwars #blizzard #365hqsed
Depois dos dias #356  e #19  (#384 ), o dia #207  (#572 ) traz para o #365hqs  - ano 2 a sexta (e demorada) parte de Starcraft II: War Chest – Shadow Wars, por Valerie Watrous e Miguel Sepúlveda. Na derrocada dos Protoss perante uma casta zerg independente, apenas os terranos sobreviventes tem chances de escapar. Mas a missão não parece fácil e muitas reviravoltas trarão um resultado importante aos três lados, colocando todo o universo sobre uma nova perspectiva para o conflito iminente. Sem deixar o clima de tensão morrer, o sexto capítulo dessa webcomic leva o conflito no planeta Adena para novas ramificações que engrandecem a história e elevam a sua importância na mitologia de Starcraft. Watrous e Sepúlveda seguem levando as melhores influências de Sci-fi para a trama, sem deixar de lado uma marca própria que dá vida e identidade aos personagens apresentados. Além disso, atrelam muito bem os elementos da franquia e deixam - mais uma vez - um gostinho para as edições que virão. Traduzida para o português pela própria Blizzard - que disponibiliza as revistas online no site oficial do jogo - a edição não apresenta erros e tem um bom esquema de leitura virtual. O único problema fica por conta do tempo de publicação das histórias, que apresentam um intervalo muito grande entre os capítulos. Entretanto, por serem curtos, eles podem ser relidos facilmente após a chegada de uma parte inédita no sítio. #HQs  #quadrinhos  #comics  #starcraft  #warchest  #shadowwars  #blizzard  #365hqsed 
Sabe quando você lê uma história e ela é tão questionável que você esquece que já leu? E aí a pega de novo, lê e acaba se recordando daquilo... Sabendo que vai esquecer mais na frente de novo? Esse foi o caso do dia #206 (#571) do #365hqs - ano 2 com Wolverine: The Reckoning, de Daniel Way, Marjorie Liu, Scot Eaton, Stephen Segovia, Will Conrad, Antonio Fuso e Mirco Pierfederici

Para acabar de vez com os planos e o domínio de Romulus, Logan precisa enfrentar os fantasmas de seu passado turbulento e arquitetar um plano perfeito contra o seu algoz. Entretanto, toda a dinâmica dependerá da ajuda de seu filho, Daken, que além de desejar a morte do Wolverine também pretende ser o herdeiro do império criminoso do vilão.

Esse arco envolve uma sucessão de equivocos que fica difícil enumerar qual deles é o pior. Em primeiro lugar, utiliza de um conceito muito difícil de engolir que é a própria existência do mega-imortal Romulus e a sua influência retroativa difícil de convencer. Daí podemos somar uma história sem uma linha narrativa concreta, que erra ao se sustentar em um conjunto de reviravoltas fracas e que apenas confundem o leitor, e temos ainda a fraca caracterização de Daken e seus motivos que são tão obscuros que nem mesmo ele entende. 
O resultado é uma trama tediosa e lotada de clichês que ainda são mal-utilizados, fazendo com que tudo aquilo que foi criado em 50 números da série mensal Wolverine Origins fique relegado a uma nota rodapé que fica difícil ler em voz alta e admitir que existiu. Para se ter uma ideia, um dos capítulos é tão mal finalizado que é preciso que o recordatório de uma edição diga o que aconteceu para ser minimamente entendível.

Na arte, Conrad e Eaton imprimem um movimento e uma qualidade que são bem diferentes de Segovia, que tem um bom traço mas não consegue criar  sequências interessantes nos seus capítulos. 
#Comics #HQs #quadrinhos #wolverine #daken #logan #darkwolverine #wolverinesombrio #marvel #xmen #365hqsed
Sabe quando você lê uma história e ela é tão questionável que você esquece que já leu? E aí a pega de novo, lê e acaba se recordando daquilo... Sabendo que vai esquecer mais na frente de novo? Esse foi o caso do dia #206  (#571 ) do #365hqs  - ano 2 com Wolverine: The Reckoning, de Daniel Way, Marjorie Liu, Scot Eaton, Stephen Segovia, Will Conrad, Antonio Fuso e Mirco Pierfederici Para acabar de vez com os planos e o domínio de Romulus, Logan precisa enfrentar os fantasmas de seu passado turbulento e arquitetar um plano perfeito contra o seu algoz. Entretanto, toda a dinâmica dependerá da ajuda de seu filho, Daken, que além de desejar a morte do Wolverine também pretende ser o herdeiro do império criminoso do vilão. Esse arco envolve uma sucessão de equivocos que fica difícil enumerar qual deles é o pior. Em primeiro lugar, utiliza de um conceito muito difícil de engolir que é a própria existência do mega-imortal Romulus e a sua influência retroativa difícil de convencer. Daí podemos somar uma história sem uma linha narrativa concreta, que erra ao se sustentar em um conjunto de reviravoltas fracas e que apenas confundem o leitor, e temos ainda a fraca caracterização de Daken e seus motivos que são tão obscuros que nem mesmo ele entende. O resultado é uma trama tediosa e lotada de clichês que ainda são mal-utilizados, fazendo com que tudo aquilo que foi criado em 50 números da série mensal Wolverine Origins fique relegado a uma nota rodapé que fica difícil ler em voz alta e admitir que existiu. Para se ter uma ideia, um dos capítulos é tão mal finalizado que é preciso que o recordatório de uma edição diga o que aconteceu para ser minimamente entendível. Na arte, Conrad e Eaton imprimem um movimento e uma qualidade que são bem diferentes de Segovia, que tem um bom traço mas não consegue criar sequências interessantes nos seus capítulos. #Comics  #HQs  #quadrinhos  #wolverine  #daken  #logan  #darkwolverine  #wolverinesombrio  #marvel  #xmen  #365hqsed 
O que acontece quando o maior herói dos mares encontra o tubarão mais descolado do futuro? É o que temos no dia #205 (#570) do #365hqs - ano 2 com Aquaman/Jabberjaw, de Dan Abnett, Paul Pelletier, Jeff Parker e Scott Kolins.

Ao investigar casos de ataques de Tubarão na costa norte-americana, o poderoso Aquaman não acredita no que vê. Um tubarão que fala e come salgadinhos está perdido de sua banda (!!!) e quer apenas retornar para a sua cidade submersa. E ajudando o aloprado Tutubarão, o herói chega a um mundo surreal no qual humanos vivem com seres aquáticos e o próprio Aquaman é... Um personagem de desenho animado!!! E parece muita informação? Pois olha a segunda história da HQ: o mago Shazam quer provar ao Espectro que o heroísmo sempre esteve atrelado a humanidade. Sendo assim, retira um Neanderthal da linha do tempo e o coloca no presente, para que o mesmo proteja um grupo de garotas e se transforme no... Capitão Ca-veer-naaaaa!

Mais um crossover entre DC e Hanna Barbera nos leva a duas geniais histórias entre personagens distintos de dois mundos bem distintos. Na primeira trama, Dan Abnett faz um encontro dimensional que joga com as "leis" de dois mundos para criar uma aventura divertida e pautada justamente com a brincadeira das diferenças de cada universo. O Aquaman sisudo e performático encontra não somente o tubarão falante e piadista, quanto o próprio conceito de si mesmo que é popular para muitos que conhecem o personagem. Além disso, temos um gancho bem pensado com outra animação da Hanna-Barbera e uma mensagem sobre tolerância e respeito as diferenças. Pelletier adiciona seu traço mais realista sem deixar de lado as referências cartoonescas que cabem ao pessoal do desenho animado.

Na segunda história, a brincadeira fica mais bem pensada e tira disso o melhor que poderia: Um Neanderthal com dom da fala usa o seu bom coração para mostrar o que existe de melhor no ser humano. E consegue ser uma mistura de herói e comédia com sua forma de expressao perante a interpretação humana. Sendo assim, Kolins não só traz uma nova arte para o personagem como também dá uma caracterização toda especial relacionada a este crossover.

#365hqsed #DC #hannabarbera
O que acontece quando o maior herói dos mares encontra o tubarão mais descolado do futuro? É o que temos no dia #205  (#570 ) do #365hqs  - ano 2 com Aquaman/Jabberjaw, de Dan Abnett, Paul Pelletier, Jeff Parker e Scott Kolins. Ao investigar casos de ataques de Tubarão na costa norte-americana, o poderoso Aquaman não acredita no que vê. Um tubarão que fala e come salgadinhos está perdido de sua banda (!!!) e quer apenas retornar para a sua cidade submersa. E ajudando o aloprado Tutubarão, o herói chega a um mundo surreal no qual humanos vivem com seres aquáticos e o próprio Aquaman é... Um personagem de desenho animado!!! E parece muita informação? Pois olha a segunda história da HQ: o mago Shazam quer provar ao Espectro que o heroísmo sempre esteve atrelado a humanidade. Sendo assim, retira um Neanderthal da linha do tempo e o coloca no presente, para que o mesmo proteja um grupo de garotas e se transforme no... Capitão Ca-veer-naaaaa! Mais um crossover entre DC e Hanna Barbera nos leva a duas geniais histórias entre personagens distintos de dois mundos bem distintos. Na primeira trama, Dan Abnett faz um encontro dimensional que joga com as "leis" de dois mundos para criar uma aventura divertida e pautada justamente com a brincadeira das diferenças de cada universo. O Aquaman sisudo e performático encontra não somente o tubarão falante e piadista, quanto o próprio conceito de si mesmo que é popular para muitos que conhecem o personagem. Além disso, temos um gancho bem pensado com outra animação da Hanna-Barbera e uma mensagem sobre tolerância e respeito as diferenças. Pelletier adiciona seu traço mais realista sem deixar de lado as referências cartoonescas que cabem ao pessoal do desenho animado. Na segunda história, a brincadeira fica mais bem pensada e tira disso o melhor que poderia: Um Neanderthal com dom da fala usa o seu bom coração para mostrar o que existe de melhor no ser humano. E consegue ser uma mistura de herói e comédia com sua forma de expressao perante a interpretação humana. Sendo assim, Kolins não só traz uma nova arte para o personagem como também dá uma caracterização toda especial relacionada a este crossover. #365hqsed  #DC  #hannabarbera