an online Instagram web viewer
  • edimarioduplat
    Edimario Duplat
    @edimarioduplat

Images by edimarioduplat

A história segue seu rumo e mais elementos são inseridos no sétimo capitulo de Starcraft II: War Chest - Shadow Wars, de Valerie Watrous e Andrés Guinaldo, pelo dia #613 do #365hqs.

Depois de escaparem do planeta Adena, os mercenários sobreviventes se encontram em uma perigosa situação: Considerados pelo proproost Terranos como causadores do incidente, o grupo precisa escapar das tropas do exército e ainda proteger a riqueza encontrada em sua nave de fuga. Mas para que isso ocorra, uma improvável confiança terá que existir entre os membros.

Em mais uma história online curta, Starcraft segue com a interessante adaptação em quadrinhos sobre um dos momentos da história daquele universo em questão. E além do sempre já presente Valerie Watrous, que inova em dar mais vida a este arco específico, temos a arte de André Guinaldo na construção de uma nova caracterização desta trama.

Com um estilo mais tradicional, com hachuras que parecem feitas a lápis e que fogem das composições mais comuns de trabalhos digitais atuais, temos um desenho que mesmo pecando na narrativa em alguns momentos, dá gosto pela sua personalidade. Isso ajuda a perceber que a aventura em si muda de foco, e promete um rumo bem diferente do que já foi mostrado em seus capítulos anteriores.

Para ler outras resenhas do desafio, acesse o site umahqtododia.wordpress.com (link ta lá na bio). #HQs #Quadrinhos #Comics #blizzard #starcraft
A história segue seu rumo e mais elementos são inseridos no sétimo capitulo de Starcraft II: War Chest - Shadow Wars, de Valerie Watrous e Andrés Guinaldo, pelo dia #613  do #365hqs . Depois de escaparem do planeta Adena, os mercenários sobreviventes se encontram em uma perigosa situação: Considerados pelo proproost Terranos como causadores do incidente, o grupo precisa escapar das tropas do exército e ainda proteger a riqueza encontrada em sua nave de fuga. Mas para que isso ocorra, uma improvável confiança terá que existir entre os membros. Em mais uma história online curta, Starcraft segue com a interessante adaptação em quadrinhos sobre um dos momentos da história daquele universo em questão. E além do sempre já presente Valerie Watrous, que inova em dar mais vida a este arco específico, temos a arte de André Guinaldo na construção de uma nova caracterização desta trama. Com um estilo mais tradicional, com hachuras que parecem feitas a lápis e que fogem das composições mais comuns de trabalhos digitais atuais, temos um desenho que mesmo pecando na narrativa em alguns momentos, dá gosto pela sua personalidade. Isso ajuda a perceber que a aventura em si muda de foco, e promete um rumo bem diferente do que já foi mostrado em seus capítulos anteriores. Para ler outras resenhas do desafio, acesse o site umahqtododia.wordpress.com (link ta lá na bio). #HQs  #Quadrinhos  #Comics  #blizzard  #starcraft 
Um novo mundo de aventuras e uma inusitada guerreira são apresentados no dia (#247) #612 do #365hqs com Jirni - Volume 1, de J.T. Krul e Paolo Pantalena.

Na busca pela rainha Luna, sequestrada pelo inescrupuloso mago Torinthal, a princesa-guerreira Ara segue uma jornada de incontáveis perigos para resgatar sua mãe e entender mais de sua origem. Detentora de um estranho amuleto, a herdeira do reino de Janna não sabe os motivos de sua transformação em uma adulta e forte guerreira de cor roxa, mas pretende usar este dom como arma para superar os perigos que a aguardam no caminho até o seu destino.

Em comemoração aos 10 anos da Aspen MLT, Jirni é um título dentro dos padrões que tornaram a editora conhecida no mercado dos quadrinhos. Lar de histórias com protagonistas voluptuosas e com muito apelo sexual, a empresa é um documento ativo de um conturbado período no qual o traço sobrepujou o roteiro e conteúdo não era muito importante para os leitores ligados em uma arte com foco em músculos torneados e supermulheres objetificadas.

Dentro disso, não dá para se surpreender que o título tem uma trama rasa e quase nenhuma coerência nos fatos que acontecerão em suas páginas. Mesmo assim, a história escrita por J.T. Krul consegue apresentar algumas particularidades interessantes para uma trama do gênero capa e espada. Misturando elementos da mitologia árabe com outros tantos conceitos genéricos deste tipo de enredo, a HQ não é tão vazia quanto aparenta e consegue carregar um certo carisma em sua protagonista, mesmo que o desenvolvimento atrapalhe bastante uma fidelidade ao que é narrado em suas páginas...
.
.
.
O texto na íntegra segue no site umahqtododia.wordpress.com (link na bio).
.
#HQs #Quadrinhos
#comics #aspen #Jirni #aspenmlt #365hqsed
Um novo mundo de aventuras e uma inusitada guerreira são apresentados no dia (#247 ) #612  do #365hqs  com Jirni - Volume 1, de J.T. Krul e Paolo Pantalena. Na busca pela rainha Luna, sequestrada pelo inescrupuloso mago Torinthal, a princesa-guerreira Ara segue uma jornada de incontáveis perigos para resgatar sua mãe e entender mais de sua origem. Detentora de um estranho amuleto, a herdeira do reino de Janna não sabe os motivos de sua transformação em uma adulta e forte guerreira de cor roxa, mas pretende usar este dom como arma para superar os perigos que a aguardam no caminho até o seu destino. Em comemoração aos 10 anos da Aspen MLT, Jirni é um título dentro dos padrões que tornaram a editora conhecida no mercado dos quadrinhos. Lar de histórias com protagonistas voluptuosas e com muito apelo sexual, a empresa é um documento ativo de um conturbado período no qual o traço sobrepujou o roteiro e conteúdo não era muito importante para os leitores ligados em uma arte com foco em músculos torneados e supermulheres objetificadas. Dentro disso, não dá para se surpreender que o título tem uma trama rasa e quase nenhuma coerência nos fatos que acontecerão em suas páginas. Mesmo assim, a história escrita por J.T. Krul consegue apresentar algumas particularidades interessantes para uma trama do gênero capa e espada. Misturando elementos da mitologia árabe com outros tantos conceitos genéricos deste tipo de enredo, a HQ não é tão vazia quanto aparenta e consegue carregar um certo carisma em sua protagonista, mesmo que o desenvolvimento atrapalhe bastante uma fidelidade ao que é narrado em suas páginas... . . . O texto na íntegra segue no site umahqtododia.wordpress.com (link na bio). . #HQs  #Quadrinhos  #comics  #aspen  #Jirni  #aspenmlt  #365hqsed 
Um futuro distante, uma ciência secreta e o maior grupo de heróis da Terra (ou algo próximo disso) são as premissas do dia #611 do #365hqs com Justice League 3000 - Volume 1: Yesterday Lives, de Keith Giffen, J.M. DeMatteis, Howard Porter e Raymund Bermudez.

No ano 3000, a utopia que se tornou o universo conhecido chega ao fim. Com a chegada de cinco seres superpoderosos - com o seu grupo chamado apenas de The Five - uma era de massacres e luta pela sobrevivência tomou conta do espaço. Entretanto, por conta de um projeto audacioso do Mundo Cadmus, os maiores heróis do passado, a grandiosa Liga da Justiça, é renascida em novos corpos e se transforma na mais nova esperança de um período de caos. O problema é que estes heróis são muito diferentes de suas versões originais, e um estranho segredo pode revelar a controversa história de criação desta estranha e problemática equipe.

Durante o período dos Novos 52, a DC Comics iniciou o projeto com uma segmentação de seus títulos em torno de núcleos temáticos que ajudavam a classificar as séries existentes. Porém, esta proposta foi gradativamente minguando e muitos destes títulos foram cancelados para dar lugar a outras histórias mais próximas de núcleos mais famosos como Batman, Superman e Liga da Justiça.

Esta decisão editorial acabou por diminuir a diversidade de temas e ocasionou uma pobreza em relação as dinâmicas e ideias utilizadas. Mesmo assim, muitos destes títulos souberam usar dessa perspectiva genérica para chegar a uma identidade distinta e de muito destaque dentre as séries propostas. Este foi o caso da HQ Justice League 3000, que partindo de um conceito repetitivo, sofreu uma guinada para temas bem diferentes do que aconteciam em outros título focados na franquia desta equipe...
.
.
.
O texto ficou longo e não deu... Dá uma olhada no blog do desafio (link tá na bio) para conferir o restante da resenha de Justice League 3000

#HQs #comics #Quadrinhos #JusticeLeague #ligadajustica #Superman #Batman #Flash #Mulhermaravilha #lanternaverde #365hqsed
Um futuro distante, uma ciência secreta e o maior grupo de heróis da Terra (ou algo próximo disso) são as premissas do dia #611  do #365hqs  com Justice League 3000 - Volume 1: Yesterday Lives, de Keith Giffen, J.M. DeMatteis, Howard Porter e Raymund Bermudez. No ano 3000, a utopia que se tornou o universo conhecido chega ao fim. Com a chegada de cinco seres superpoderosos - com o seu grupo chamado apenas de The Five - uma era de massacres e luta pela sobrevivência tomou conta do espaço. Entretanto, por conta de um projeto audacioso do Mundo Cadmus, os maiores heróis do passado, a grandiosa Liga da Justiça, é renascida em novos corpos e se transforma na mais nova esperança de um período de caos. O problema é que estes heróis são muito diferentes de suas versões originais, e um estranho segredo pode revelar a controversa história de criação desta estranha e problemática equipe. Durante o período dos Novos 52, a DC Comics iniciou o projeto com uma segmentação de seus títulos em torno de núcleos temáticos que ajudavam a classificar as séries existentes. Porém, esta proposta foi gradativamente minguando e muitos destes títulos foram cancelados para dar lugar a outras histórias mais próximas de núcleos mais famosos como Batman, Superman e Liga da Justiça. Esta decisão editorial acabou por diminuir a diversidade de temas e ocasionou uma pobreza em relação as dinâmicas e ideias utilizadas. Mesmo assim, muitos destes títulos souberam usar dessa perspectiva genérica para chegar a uma identidade distinta e de muito destaque dentre as séries propostas. Este foi o caso da HQ Justice League 3000, que partindo de um conceito repetitivo, sofreu uma guinada para temas bem diferentes do que aconteciam em outros título focados na franquia desta equipe... . . . O texto ficou longo e não deu... Dá uma olhada no blog do desafio (link tá na bio) para conferir o restante da resenha de Justice League 3000 #HQs  #comics  #Quadrinhos  #JusticeLeague  #ligadajustica  #Superman  #Batman  #Flash  #Mulhermaravilha  #lanternaverde  #365hqsed 
Segue a história da nova Liga da Justiça no Universo DC no dia #245 (#610) do #365hqs com Justice League #4, de Scott Snyder e Jorge Jimenez.

Em sua corrida contra o tempo após os acontecimentos de DC Metal, a Liga da Justiça está a mercê da Legião do Mal e vê a existência sobre uma ameaça maior do que poderiam imaginar. Com isso, tudo parece perdido e são os vilões que determinarão o futuro de todo o multiverso.

Falar do primeiro run do Snyder na mensal da Liga da Justiça tem se tornado bastante problemático. Se em algumas edições ele consegue extrair o melhor dos personagens e do próprio Universo DC, em outros números o escritor viaja bastante nos próprios conceitos e entrega um resultado inconsistente para o maior grupo de heróis da editora.

Dentro dessa equação, a edição #4 de Justice League viaja nesse meio-termo, com uma alternância entre passagens bem construídas e outras bem aquém do título proposto. Em um primeiro momento, o recordatório de um vilão como Grodd soa como um grande conceito dentro da trama apresentada. Entretanto, se formos mais adiante na edição, a dinâmica encontrada com o Coringa e Luthor na mente de Ajax e Superman não apresenta muita evolução e tem um apelo bem aquém do que deveria ser. Ao final do número, se sente que muito foi falado, mas pouco foi realmente definido. Isso foge bastante de uma história da Liga e não consegue alcançar o mesmo poder significativo que escritores como Grant Morrison trouxeram a equipe em suas aventuras psicodélicas e gigantescas.

Dentro disso, Jimenez soa como um dos trunfos do fascículo por dar força aos personagens e apresentar um trabalho com bom movimento e ótima noção de perspectiva.

Ao alternar entre bons e maus momentos, Justice League soa como um título abaixo do que vem sendo esperado e não consegue emplacar entre os atuais títulos da DC Comics.
.
.
Para ler mais revistas do desafio, acesse o blog do Uma HQ Por dia (o link ta na bio). #HQs #Comics #Quadrinhos #justiceleague #ligadajustica #365hqs #HQs #Quadrinhos #DC
Segue a história da nova Liga da Justiça no Universo DC no dia #245  (#610 ) do #365hqs  com Justice League #4 , de Scott Snyder e Jorge Jimenez. Em sua corrida contra o tempo após os acontecimentos de DC Metal, a Liga da Justiça está a mercê da Legião do Mal e vê a existência sobre uma ameaça maior do que poderiam imaginar. Com isso, tudo parece perdido e são os vilões que determinarão o futuro de todo o multiverso. Falar do primeiro run do Snyder na mensal da Liga da Justiça tem se tornado bastante problemático. Se em algumas edições ele consegue extrair o melhor dos personagens e do próprio Universo DC, em outros números o escritor viaja bastante nos próprios conceitos e entrega um resultado inconsistente para o maior grupo de heróis da editora. Dentro dessa equação, a edição #4  de Justice League viaja nesse meio-termo, com uma alternância entre passagens bem construídas e outras bem aquém do título proposto. Em um primeiro momento, o recordatório de um vilão como Grodd soa como um grande conceito dentro da trama apresentada. Entretanto, se formos mais adiante na edição, a dinâmica encontrada com o Coringa e Luthor na mente de Ajax e Superman não apresenta muita evolução e tem um apelo bem aquém do que deveria ser. Ao final do número, se sente que muito foi falado, mas pouco foi realmente definido. Isso foge bastante de uma história da Liga e não consegue alcançar o mesmo poder significativo que escritores como Grant Morrison trouxeram a equipe em suas aventuras psicodélicas e gigantescas. Dentro disso, Jimenez soa como um dos trunfos do fascículo por dar força aos personagens e apresentar um trabalho com bom movimento e ótima noção de perspectiva. Ao alternar entre bons e maus momentos, Justice League soa como um título abaixo do que vem sendo esperado e não consegue emplacar entre os atuais títulos da DC Comics. . . Para ler mais revistas do desafio, acesse o blog do Uma HQ Por dia (o link ta na bio). #HQs  #Comics  #Quadrinhos  #justiceleague  #ligadajustica  #365hqs  #HQs  #Quadrinhos  #DC 
Antes de estrear sua atual minissérie, a mais nova heroína da Image teve um primeira tentativa de brilhar nas páginas em quadrinhos. Sendo assim, o dia #244 (#609) do #365hqs traz esta história "secreta". Stellar #1 - Pilot Season, de Robert Kirkman e Bernard Chang.

Exilada da Terra, Stellar é um ser de incrível força com uma vida solitária na vastidão do espaço. Mesmo ajudando aqueles que necessitam, a jovem não pode se envolver com outros seres humanos antes de mata-los com radiação que emana do seu corpo. Somente outros como ela, a exemplo de Markus, podem se tornar próximos de sua companhia. Mas existe algo que os torna distintos de Stellar, e esse pode ser um problema para todo o universo.

Criada em 2010 por Kirkman e Marc Silvestri, Stellar estrelou apenas esse protótipo pela Top Cow e seguiu no limbo por oito anos até ser resgatada na minissérie lançada este ano. Entretanto, ao ler esta edição percebemos que esta história não é um prelúdio do que existe hoje e sim uma primeira tentativa, um rascunho do que atualmente está vigente no mercado norte-americano.

E as diferenças não são difíceis de perceber. Mesmo apresentando poder sobre-humano, a heroína não demonstra o nível aparente de uma arma de destruição em massa que é dita atualmente. Além disso, uma citação da Terra em seu exílio denota que aqui existe uma ligação com o nosso planeta, algo que não parece condizer com o que já foi mostrado nas duas primeiras edições da mini. E mesmo que isso seja estabelecido futuramente, outro fator é o maior determinante para romper uma linha entre as publicações: os seus "companheiros" de experimento tem concepção e características completamente diferente dos atuais, mesmo que alguns carreguem o mesmo nome ou modus operandi.

Falando da trama, Kirkman entrega uma introdução convincente e cheia do drama que caracteriza o texto do autor. Porém, mesmo com a humanização que dá relevância a protagonista, é perceptível que aqui existe um apelo mais sexual que podemos ligar ao conceito de "sexy bad-girls" atrelado as personagens da Top Cow nas duas últimas décadas. Uma característica que (o Instagram me limitou. 😒 Vê o link na Bio e lê o resto lá, blz? 😉)
Antes de estrear sua atual minissérie, a mais nova heroína da Image teve um primeira tentativa de brilhar nas páginas em quadrinhos. Sendo assim, o dia #244  (#609 ) do #365hqs  traz esta história "secreta". Stellar #1  - Pilot Season, de Robert Kirkman e Bernard Chang. Exilada da Terra, Stellar é um ser de incrível força com uma vida solitária na vastidão do espaço. Mesmo ajudando aqueles que necessitam, a jovem não pode se envolver com outros seres humanos antes de mata-los com radiação que emana do seu corpo. Somente outros como ela, a exemplo de Markus, podem se tornar próximos de sua companhia. Mas existe algo que os torna distintos de Stellar, e esse pode ser um problema para todo o universo. Criada em 2010 por Kirkman e Marc Silvestri, Stellar estrelou apenas esse protótipo pela Top Cow e seguiu no limbo por oito anos até ser resgatada na minissérie lançada este ano. Entretanto, ao ler esta edição percebemos que esta história não é um prelúdio do que existe hoje e sim uma primeira tentativa, um rascunho do que atualmente está vigente no mercado norte-americano. E as diferenças não são difíceis de perceber. Mesmo apresentando poder sobre-humano, a heroína não demonstra o nível aparente de uma arma de destruição em massa que é dita atualmente. Além disso, uma citação da Terra em seu exílio denota que aqui existe uma ligação com o nosso planeta, algo que não parece condizer com o que já foi mostrado nas duas primeiras edições da mini. E mesmo que isso seja estabelecido futuramente, outro fator é o maior determinante para romper uma linha entre as publicações: os seus "companheiros" de experimento tem concepção e características completamente diferente dos atuais, mesmo que alguns carreguem o mesmo nome ou modus operandi. Falando da trama, Kirkman entrega uma introdução convincente e cheia do drama que caracteriza o texto do autor. Porém, mesmo com a humanização que dá relevância a protagonista, é perceptível que aqui existe um apelo mais sexual que podemos ligar ao conceito de "sexy bad-girls" atrelado as personagens da Top Cow nas duas últimas décadas. Uma característica que (o Instagram me limitou. 😒 Vê o link na Bio e lê o resto lá, blz? 😉)
Incríveis batalhas titânicas e um pouco do passado das grandes armas vivas são o mote do dia #243 (#608) do #365hqs com Stellar #2, de Joseph Keatinge e Bret Blevins.

Finalmente, Stellar foi encontrada pelos seus ex-companheiros e não resistiu ao duro combate que se seguiu. Mas quem são estes seres de extremo poder e quando eles se tornaram o flagelo do espaço? Porém, talvez nada disso seja respondido em tempo quando uma outra sombra do passado está vivo e ameaça todos os envolvidos.

Com mais personalidade que a sua estreia, a segunda edição da revista consegue melhorar o que vacilava e entregar uma trama mais redonda com um enredo de potencial para a franquia. 

Dessa maneira, Stellar deixa a arte de Blevins guiar o leitor por uma narrativa que alterna entre um feroz combate e um misterioso recordatório, dando a cada um dos momentos o devido espaço que precisam para se firmar como pontos distintos que se completam no todo.

Com grande foco nas expressões dos personagens e na caracterização das criaturas e batalhas que ocorrem nesta aventura espacial, o desenhista tem sua arte valorizada por uma colorização e arte-final que lhe dão um ar diferenciado, criando quase que uma space opera fora dos padrões engessados do mercado norte-americano. 

E dentro disso temos um drama consciente que foca na humanização de seus personagens. Isso é essencial para criar um novo olhar que dá mais conteúdo as suas motivações, tirando cada um deles dos simples espectros de bondade e maldade que erroneamente já determinamos com o pouco que foi visto no número anterior. Para completar, Keatinge já cria uma premissa que reforça este entendimento, no qual um antagonista ainda ausente é sentido apenas pela sombra de seus atos passados.

Uma revista que se move lentamente, mas que começa a criar um cenário de interesse para o que está por vir.
.
.
.
Para ler mais textos relacionados ao meu desafio do #365hqs, vai no blog Uma HQ Por Dia (link ta na bio) e dá uma olhada por lá. 
#HQs #comics #Image #Stellar #365hqsed #quadrinhos
Incríveis batalhas titânicas e um pouco do passado das grandes armas vivas são o mote do dia #243  (#608 ) do #365hqs  com Stellar #2 , de Joseph Keatinge e Bret Blevins. Finalmente, Stellar foi encontrada pelos seus ex-companheiros e não resistiu ao duro combate que se seguiu. Mas quem são estes seres de extremo poder e quando eles se tornaram o flagelo do espaço? Porém, talvez nada disso seja respondido em tempo quando uma outra sombra do passado está vivo e ameaça todos os envolvidos. Com mais personalidade que a sua estreia, a segunda edição da revista consegue melhorar o que vacilava e entregar uma trama mais redonda com um enredo de potencial para a franquia.  Dessa maneira, Stellar deixa a arte de Blevins guiar o leitor por uma narrativa que alterna entre um feroz combate e um misterioso recordatório, dando a cada um dos momentos o devido espaço que precisam para se firmar como pontos distintos que se completam no todo. Com grande foco nas expressões dos personagens e na caracterização das criaturas e batalhas que ocorrem nesta aventura espacial, o desenhista tem sua arte valorizada por uma colorização e arte-final que lhe dão um ar diferenciado, criando quase que uma space opera fora dos padrões engessados do mercado norte-americano.  E dentro disso temos um drama consciente que foca na humanização de seus personagens. Isso é essencial para criar um novo olhar que dá mais conteúdo as suas motivações, tirando cada um deles dos simples espectros de bondade e maldade que erroneamente já determinamos com o pouco que foi visto no número anterior. Para completar, Keatinge já cria uma premissa que reforça este entendimento, no qual um antagonista ainda ausente é sentido apenas pela sombra de seus atos passados. Uma revista que se move lentamente, mas que começa a criar um cenário de interesse para o que está por vir. . . . Para ler mais textos relacionados ao meu desafio do #365hqs , vai no blog Uma HQ Por Dia (link ta na bio) e dá uma olhada por lá. #HQs  #comics  #Image  #Stellar  #365hqsed  #quadrinhos 
No calor da floresta, a natureza segue o seu cotidiano e todos os seres vivos vivem o seu ciclo de vida, reprodução e morte. Mas, dentre eles, um animal reina soberano… ou pelo menos algo próximo disso. E esse é o mote do dia #242 (#607) com Love #1 – Le Tigre, de Frédéric Brrémaud e Federico Bertolucci. “No reino animal, os animais não se amam nem se odeiam. Amor e ódio são partes de um todo natural. Um equilíbrio Supremo que muitos consideram ser universal. Ou até divino. Um amor elementar. Um amor que a humanidade nunca poderia experimentar” Essa introdução é o único texto presente em Love #1, uma HQ de 74 páginas que registra através de seu talentoso traço um dia na vida do Tigre em meio a selva tropical asiática. Além dele, outros seres também seguem a sua trajetória que se encontra ou se afasta do grande mamífero listrado.

Desde as Panteras que desejam um minúsculo rato até a esperta raposa que se aproveita de uma confusão para ter a sua presa, passando pela fugitiva Anta e os espertos macacos que espreitam pelas árvores, essa obra é uma instigante ficção documental que retrata o reino animal em toda sua magnitude. Pela escrita de Brrémaud, temos uma extensa e divertida linha narrativa que toma um ponto de início com o felino e aos poucos vai se expandido naturalmente para outros seres e suas respectivas vidas no ciclo natural...
.
.
.
Para ver o complemento do texto (que o Instagram não deixou sair na íntegra) acessem o blog Uma HQ Por Dia (link ta na bio) e conheçam mais da obra. Ainda tem um vídeo legal lá sobre a HQ.

#HQs #banddesinee #quadrinhos #ankama #Love #letigre #365hqsed
No calor da floresta, a natureza segue o seu cotidiano e todos os seres vivos vivem o seu ciclo de vida, reprodução e morte. Mas, dentre eles, um animal reina soberano… ou pelo menos algo próximo disso. E esse é o mote do dia #242  (#607 ) com Love #1  – Le Tigre, de Frédéric Brrémaud e Federico Bertolucci. “No reino animal, os animais não se amam nem se odeiam. Amor e ódio são partes de um todo natural. Um equilíbrio Supremo que muitos consideram ser universal. Ou até divino. Um amor elementar. Um amor que a humanidade nunca poderia experimentar” Essa introdução é o único texto presente em Love #1 , uma HQ de 74 páginas que registra através de seu talentoso traço um dia na vida do Tigre em meio a selva tropical asiática. Além dele, outros seres também seguem a sua trajetória que se encontra ou se afasta do grande mamífero listrado. Desde as Panteras que desejam um minúsculo rato até a esperta raposa que se aproveita de uma confusão para ter a sua presa, passando pela fugitiva Anta e os espertos macacos que espreitam pelas árvores, essa obra é uma instigante ficção documental que retrata o reino animal em toda sua magnitude. Pela escrita de Brrémaud, temos uma extensa e divertida linha narrativa que toma um ponto de início com o felino e aos poucos vai se expandido naturalmente para outros seres e suas respectivas vidas no ciclo natural... . . . Para ver o complemento do texto (que o Instagram não deixou sair na íntegra) acessem o blog Uma HQ Por Dia (link ta na bio) e conheçam mais da obra. Ainda tem um vídeo legal lá sobre a HQ. #HQs  #banddesinee  #quadrinhos  #ankama  #Love  #letigre  #365hqsed 
E o dia #241 (#606) do #365hqs faz um retorno ao passado para trazer a instigante Grandes Heróis Marvel #48 – Mandarim versus Homem de Ferro, de John Byrne, Paul Ryan e Mark D. Bright.

Com problemas graves em relação a sua saúde, sofrendo com o uso de um biochip que modificou seu sistema nervoso e o tornou marionete de inimigos, Tony Stark vai até a China na busca pela única pessoa que poderá salva-lo: a doutora Su Yin. Entretanto, o tratamento só pode acontecer se o magnata disponibilizar o Homem de Ferro em uma batalha de vida ou morte contra o Mandarim, que segue conquistando o país asiático ao lado do monstruoso dragão Fin Fang Foom. E quando James Rhodes cai diante destes poderosos oponentes, o próprio Stark terá que lutar contra o seu pior inimigo em uma aventura que reservará inúmeros segredos e uma inusitada união.

Um dos autores mais influentes da indústria dos quadrinhos entre meados dos anos 70 ao início dos 90, John Byrne sempre deixou marcas importantes nos títulos em que passou. O que não foi diferente com o Homem de Ferro, que teve uma eloquente fase nas mãos do roteirista/desenhista com direito a uma superação física sem limites, a descoberta de segredos sobre sua origem e o retorno de um dos seus mais clássicos inimigos.

Dentro disso, Grandes Heróis Marvel #48 reúne parte do final deste período e não decepciona no que se propõe. Uma história de revelações que consegue enriquecer o Universo Marvel ao beber da ficção científica para dar mais conteúdo a dois clássicos personagens coadjuvantes da Casa da Ideias:

De um lado, o Mandarim completa um ciclo que lhe dá uma magnitude nunca antes reconhecida sobre o seu papel como antagonista, mostrando muito mais do que uma antiga sombra da Guerra Fria e lhe dando um universo cada vez mais autoral em relação ao Homem de Ferro. Algo bem pensado por Byrne em um momento no qual os conflitos ideológicos da Guerra Fria se apaziguavam e a própria China ganhava mais “liberdade” em sua representação pelo ocidente (ainda que caibam problemas nesse quesito)...
.
.
.
Ops... A limitação do Instagram não deixou colocar o texto todo aqui. Então vai  no Blog Uma HQ Por dia (o link tá na bio) e lê o texto completo lá
E o dia #241  (#606 ) do #365hqs  faz um retorno ao passado para trazer a instigante Grandes Heróis Marvel #48  – Mandarim versus Homem de Ferro, de John Byrne, Paul Ryan e Mark D. Bright. Com problemas graves em relação a sua saúde, sofrendo com o uso de um biochip que modificou seu sistema nervoso e o tornou marionete de inimigos, Tony Stark vai até a China na busca pela única pessoa que poderá salva-lo: a doutora Su Yin. Entretanto, o tratamento só pode acontecer se o magnata disponibilizar o Homem de Ferro em uma batalha de vida ou morte contra o Mandarim, que segue conquistando o país asiático ao lado do monstruoso dragão Fin Fang Foom. E quando James Rhodes cai diante destes poderosos oponentes, o próprio Stark terá que lutar contra o seu pior inimigo em uma aventura que reservará inúmeros segredos e uma inusitada união. Um dos autores mais influentes da indústria dos quadrinhos entre meados dos anos 70 ao início dos 90, John Byrne sempre deixou marcas importantes nos títulos em que passou. O que não foi diferente com o Homem de Ferro, que teve uma eloquente fase nas mãos do roteirista/desenhista com direito a uma superação física sem limites, a descoberta de segredos sobre sua origem e o retorno de um dos seus mais clássicos inimigos. Dentro disso, Grandes Heróis Marvel #48  reúne parte do final deste período e não decepciona no que se propõe. Uma história de revelações que consegue enriquecer o Universo Marvel ao beber da ficção científica para dar mais conteúdo a dois clássicos personagens coadjuvantes da Casa da Ideias: De um lado, o Mandarim completa um ciclo que lhe dá uma magnitude nunca antes reconhecida sobre o seu papel como antagonista, mostrando muito mais do que uma antiga sombra da Guerra Fria e lhe dando um universo cada vez mais autoral em relação ao Homem de Ferro. Algo bem pensado por Byrne em um momento no qual os conflitos ideológicos da Guerra Fria se apaziguavam e a própria China ganhava mais “liberdade” em sua representação pelo ocidente (ainda que caibam problemas nesse quesito)... . . . Ops... A limitação do Instagram não deixou colocar o texto todo aqui. Então vai no Blog Uma HQ Por dia (o link tá na bio) e lê o texto completo lá
E dentre tantas edições abaixo da média, uma publicação resgata o que foi visto no início da trajetória do personagem. É o que vemos no dia #240 (#605) do #365hqs com Damage Annual #1, de Robert Venditti e Aaron Lopresti.

Antes de abandonar o exército, o que fez o Detonador chegar a essa decisão? Essa é a história contada nesta edição, na qual conhecemos mais detalhes do que aconteceu na última missão da Arma Viva e as consequências da mesma para que Ethan Avery retomasse o controle sobre suas ações. Ou pelo menos, é o que ele pensa.

Em um formato especial de 39 páginas, Damage Annual retorna ao passado para funcionar como uma "edição zero" do personagem, destrinchando a virada que o fez se transformar na fera incontrolável do atual Universo DC. Com boa dose de conteúdo e informação, a revista consegue retomar o mesmo espírito que a série mensal apresentava em seu primeiro arco, valorizando o psicológico do seu protagonista e entregando um cenário de contraponto a outras questões pertinentes que o tema trabalha.

Assim, temos uma trama que deixa espaço para se trabalhar os personagens e também valorizar todo o temor perante o experimento Detonador e suas consequências no mundo. Pode não ser algo novo na ficção, mas não se pode deixar de elogiar a maneira na qual Robert Venditti utiliza a reinterpretação do conceito de super-herói para o viés armamentista e cria desse ponto uma discussão moral que também se reflete no cotidiano militar. Dentro disso, o autor faz de Ethan um interessante reflexo dessa realidade vivida pelos soldados, transformando-o na bussola moral do seu poderoso alter-ego.

Na arte, Lopresti ajuda a dar intensidade para os embates presentes na HQ, levando méritos pela caracterização dos personagens e a fluidez mostrada nas sequências dos quadros. Ainda é distante da diagramação colossal que deu a série um destaque especial, mas consegue suprir em muito o que está faltando na atual fase da revista.

Para aqueles que não conhecem e tem curiosidade pelo que acontece em Damage, essa revista pode funcionar como um interessante "ponto zero" que vai bem por meia dúzia de números até minguar no atual momento.
E dentre tantas edições abaixo da média, uma publicação resgata o que foi visto no início da trajetória do personagem. É o que vemos no dia #240  (#605 ) do #365hqs  com Damage Annual #1 , de Robert Venditti e Aaron Lopresti. Antes de abandonar o exército, o que fez o Detonador chegar a essa decisão? Essa é a história contada nesta edição, na qual conhecemos mais detalhes do que aconteceu na última missão da Arma Viva e as consequências da mesma para que Ethan Avery retomasse o controle sobre suas ações. Ou pelo menos, é o que ele pensa. Em um formato especial de 39 páginas, Damage Annual retorna ao passado para funcionar como uma "edição zero" do personagem, destrinchando a virada que o fez se transformar na fera incontrolável do atual Universo DC. Com boa dose de conteúdo e informação, a revista consegue retomar o mesmo espírito que a série mensal apresentava em seu primeiro arco, valorizando o psicológico do seu protagonista e entregando um cenário de contraponto a outras questões pertinentes que o tema trabalha. Assim, temos uma trama que deixa espaço para se trabalhar os personagens e também valorizar todo o temor perante o experimento Detonador e suas consequências no mundo. Pode não ser algo novo na ficção, mas não se pode deixar de elogiar a maneira na qual Robert Venditti utiliza a reinterpretação do conceito de super-herói para o viés armamentista e cria desse ponto uma discussão moral que também se reflete no cotidiano militar. Dentro disso, o autor faz de Ethan um interessante reflexo dessa realidade vivida pelos soldados, transformando-o na bussola moral do seu poderoso alter-ego. Na arte, Lopresti ajuda a dar intensidade para os embates presentes na HQ, levando méritos pela caracterização dos personagens e a fluidez mostrada nas sequências dos quadros. Ainda é distante da diagramação colossal que deu a série um destaque especial, mas consegue suprir em muito o que está faltando na atual fase da revista. Para aqueles que não conhecem e tem curiosidade pelo que acontece em Damage, essa revista pode funcionar como um interessante "ponto zero" que vai bem por meia dúzia de números até minguar no atual momento.
Revolução! Esta é a palavra que melhor resume o dia #239 (#604) do #365hqs que traz a sétima edição de Magi, de Shinobu Ohtaka.

Ali Babá toma coragem e vai de encontro ao seu irmão, o rei Abmad, para libertar o seu povo da tirania e um futuro de escravidão pelo Império Huang. Uma batalha que trará um resultado inesperado para a história do mundo, e um prelúdio para um novo e poderoso oponente a serviço das trevas.

Com o mesmo ritmo da última edição (falada aqui no dia #603) Shinobu Ohtaka segue com a intenção de aumentar gradativamente a mitologia deste universo e não mede esforços em implementar mais algumas discussões relacionadas aos conflitos sociais e políticos apresentados na série.

Sem poupar críticas as estruturas de poder, a autora cria um capítulo importante não só para questionar a legitimidade de sistemas de governo anti-democráticos, quanto também dos perigos de uma revolução mal-intencionada. E é neste panorama, que mais elementos místicos são colocados para dar a história um rumo especial, no qual o inimigo começa a mostrar sua cara e as portas para novas descobertas se abrem para o infante Aladim.

E falando no protagonista, podemos abrir aqui um parentese para a estrutura apresentada pela autora aos seus personagens. Todos com muita personalidade, são o ponto alto da série por conseguirem ter independência da trama e serem diversificados em relação a motivações e comportamento. O que não diminui mesmo com a entrada de mais e mais rostos novos em cada capítulo da HQ, formando um verdadeiro caldeirão de personalidades e visuais distintos. 
Além disso, a arte de Ohtaka segue com muito movimento e tem um destaque especial neste número por conta do grande volume de ação presente. Com sequências coerentes, a autora cria uma boa linha de conflito e sabe reproduzi-la no que lhe cabe. Aqui, o destaque vai para Morgiana e sua incrível força e determinação. Uma protagonista que ganha cada vez mais destaque e não decepciona em relação ao que é mostrado. 
Em relação a edição nacional, a JBC traz um número sem erros aparentes e com um trabalho que manteve a qualidade do traço.
.
.
Para ver outras resenhas do desafio, dá uma olhada no blog (link na bio).
Revolução! Esta é a palavra que melhor resume o dia #239  (#604 ) do #365hqs  que traz a sétima edição de Magi, de Shinobu Ohtaka. Ali Babá toma coragem e vai de encontro ao seu irmão, o rei Abmad, para libertar o seu povo da tirania e um futuro de escravidão pelo Império Huang. Uma batalha que trará um resultado inesperado para a história do mundo, e um prelúdio para um novo e poderoso oponente a serviço das trevas. Com o mesmo ritmo da última edição (falada aqui no dia #603 ) Shinobu Ohtaka segue com a intenção de aumentar gradativamente a mitologia deste universo e não mede esforços em implementar mais algumas discussões relacionadas aos conflitos sociais e políticos apresentados na série. Sem poupar críticas as estruturas de poder, a autora cria um capítulo importante não só para questionar a legitimidade de sistemas de governo anti-democráticos, quanto também dos perigos de uma revolução mal-intencionada. E é neste panorama, que mais elementos místicos são colocados para dar a história um rumo especial, no qual o inimigo começa a mostrar sua cara e as portas para novas descobertas se abrem para o infante Aladim. E falando no protagonista, podemos abrir aqui um parentese para a estrutura apresentada pela autora aos seus personagens. Todos com muita personalidade, são o ponto alto da série por conseguirem ter independência da trama e serem diversificados em relação a motivações e comportamento. O que não diminui mesmo com a entrada de mais e mais rostos novos em cada capítulo da HQ, formando um verdadeiro caldeirão de personalidades e visuais distintos. Além disso, a arte de Ohtaka segue com muito movimento e tem um destaque especial neste número por conta do grande volume de ação presente. Com sequências coerentes, a autora cria uma boa linha de conflito e sabe reproduzi-la no que lhe cabe. Aqui, o destaque vai para Morgiana e sua incrível força e determinação. Uma protagonista que ganha cada vez mais destaque e não decepciona em relação ao que é mostrado. Em relação a edição nacional, a JBC traz um número sem erros aparentes e com um trabalho que manteve a qualidade do traço. . . Para ver outras resenhas do desafio, dá uma olhada no blog (link na bio).
Mais batalhas épicas e o nascimento de um verdadeiro Rei são as premissas principais do dia #238 (#603) do #365hqs com Magi: O Labirinto da Magia #6, de Shinobu Ohtaka.

Após a batalha contra Judar, com consequências chocantes para todos os presentes, surge um novo inimigo nas terras de Barbad, e nem o próprio Aladim terá muitas chances contra eles. Agora, é a vez de Ali Babá mostrar que está pronto para seguir o seu destino, nem que para isso desafie o seu melhor amigo e se coloque no sacrifício de sua própria vida pela proteção dos habitantes de seu reino.

Com uma narrativa cada vez mais eloquente, Magi segue surpreendendo com a entrada de interessantes novos personagens  e uma abordagem cada vez mais crítica aos problemas que estão além de uma simples aventura de Dungeons e magia árabe. Sem deixar de lado o espírito de uma HQ infanto-juvenil masculina, Shinobu Ohtaka segue no aprofundamento de questões políticas e sociais que traduzem o panorama vivido não só neste mundo fictício quanto no nosso, em que especulação financeira, imperialismo e imposição cultural marcam o grande ciclo de miséria e dominação que assolam o globo.

Entretanto, diferente do número anterior, aqui temos um maior equilibro entre o lúdico e o político, com novos e velhos personagens se tornando o grande chamariz para o sexto número da série. Se de um lado, o Império Huang mostra mais de sua força com novos guerreiros e magias elaboradas, os aliados de Aladim tem mais espaço para evoluir os seus próprios poderes e ideais, principalmente se pensarmos em Ali-Babá, o verdadeiro protagonista deste momento da história...
.
.
.
.
.
Isso foi o que deu para postar com o limite de caracteres do Instagram. Para ler o texto na íntegra, acessem o blog Uma HQ Por Dia (link ta na bio), vejam o restante do release e comentem. Valeu!

#HQs #manga #quadrinhos #magi #magiolabirintodamagia #JBC #365hqsed #Shogakukan
Mais batalhas épicas e o nascimento de um verdadeiro Rei são as premissas principais do dia #238  (#603 ) do #365hqs  com Magi: O Labirinto da Magia #6 , de Shinobu Ohtaka. Após a batalha contra Judar, com consequências chocantes para todos os presentes, surge um novo inimigo nas terras de Barbad, e nem o próprio Aladim terá muitas chances contra eles. Agora, é a vez de Ali Babá mostrar que está pronto para seguir o seu destino, nem que para isso desafie o seu melhor amigo e se coloque no sacrifício de sua própria vida pela proteção dos habitantes de seu reino. Com uma narrativa cada vez mais eloquente, Magi segue surpreendendo com a entrada de interessantes novos personagens e uma abordagem cada vez mais crítica aos problemas que estão além de uma simples aventura de Dungeons e magia árabe. Sem deixar de lado o espírito de uma HQ infanto-juvenil masculina, Shinobu Ohtaka segue no aprofundamento de questões políticas e sociais que traduzem o panorama vivido não só neste mundo fictício quanto no nosso, em que especulação financeira, imperialismo e imposição cultural marcam o grande ciclo de miséria e dominação que assolam o globo. Entretanto, diferente do número anterior, aqui temos um maior equilibro entre o lúdico e o político, com novos e velhos personagens se tornando o grande chamariz para o sexto número da série. Se de um lado, o Império Huang mostra mais de sua força com novos guerreiros e magias elaboradas, os aliados de Aladim tem mais espaço para evoluir os seus próprios poderes e ideais, principalmente se pensarmos em Ali-Babá, o verdadeiro protagonista deste momento da história... . . . . . Isso foi o que deu para postar com o limite de caracteres do Instagram. Para ler o texto na íntegra, acessem o blog Uma HQ Por Dia (link ta na bio), vejam o restante do release e comentem. Valeu! #HQs  #manga  #quadrinhos  #magi  #magiolabirintodamagia  #JBC  #365hqsed  #Shogakukan 
O atormentado Ethan Avery segue na busca pela sua origem no dia #237 (#602) do #365hqs com Damage #8, de Robert Venditti, Diogenes Neves e Tom Derenick.

Depois da tragédia na embarcação, Ethan é levado ao hospital e conhece o misterioso Soldado Desconhecido, a única pessoa que pode ajuda-lo sobre o projeto Detonador e a origem secreta deste experimento. Entretanto, a chegada da Coronel Jonas é uma ameaça real a vida do combatente em seu intervalo pré-transformação.

Com muito potencial em seu início, sendo um equivalente de Mr. Hyde e Incrível Hulk para o Universo DC, Damage apresenta uma queda gradativa em seu conteúdo e não apresenta o mesmo impacto que exerceu na sua estreia. Cada vez mais sem proposito, a série se arrasta pelas edições e demora muito para trabalhar com conteúdos palatáveis que deem importância aos arcos. Esse é justamente o caso da oitava edição, que não cumpre nada que seu próprio texto promete e se torna um grande prólogo para mais uma luta sem a magnitude de outrora.

Sem o ritmo e a intensidade dos primeiros fascículos, Venditti tem condicionado cada número com pequenas informações que caberiam facilmente em uma introdução de duas a três páginas. Isso sem contar que o uso de "personagens convidados" para a história também se tornou um problema, já que estes são mal-utilizados e não adicionam nada ao ritmo da trama.

No atual caso, coube ao Soldado Desconhecido ser um destes "coadjuvantes de luxo", desvalorizando a força simbólica do mesmo e o próprio clima de mistério criado anteriormente. Soma-se a isso o traço cada vez mais questionável utilizado para o título, que foge da perspectiva e ousadia marcante nos primeiros fascículos para ser o mais genérico possível.

Com pouco conteúdo e uma arte sem ritmo, Damage cai rapidamente e se desencontra totalmente com a própria intenção original da revista. Uma daquelas decepções que mostram um festival de equivocos editoriais e questionam mais uma vez o rumo tomado pela grandes editoras com os pequenos projetos.

Para saber mais da resenha dessa obra, dá uma olhada no link da Bio e acessa o blog Uma HQ Por Dia.

#HQs #comics #quadrinhos #DC #Damage #Detonador #365hqsed
O atormentado Ethan Avery segue na busca pela sua origem no dia #237  (#602 ) do #365hqs  com Damage #8 , de Robert Venditti, Diogenes Neves e Tom Derenick. Depois da tragédia na embarcação, Ethan é levado ao hospital e conhece o misterioso Soldado Desconhecido, a única pessoa que pode ajuda-lo sobre o projeto Detonador e a origem secreta deste experimento. Entretanto, a chegada da Coronel Jonas é uma ameaça real a vida do combatente em seu intervalo pré-transformação. Com muito potencial em seu início, sendo um equivalente de Mr. Hyde e Incrível Hulk para o Universo DC, Damage apresenta uma queda gradativa em seu conteúdo e não apresenta o mesmo impacto que exerceu na sua estreia. Cada vez mais sem proposito, a série se arrasta pelas edições e demora muito para trabalhar com conteúdos palatáveis que deem importância aos arcos. Esse é justamente o caso da oitava edição, que não cumpre nada que seu próprio texto promete e se torna um grande prólogo para mais uma luta sem a magnitude de outrora. Sem o ritmo e a intensidade dos primeiros fascículos, Venditti tem condicionado cada número com pequenas informações que caberiam facilmente em uma introdução de duas a três páginas. Isso sem contar que o uso de "personagens convidados" para a história também se tornou um problema, já que estes são mal-utilizados e não adicionam nada ao ritmo da trama. No atual caso, coube ao Soldado Desconhecido ser um destes "coadjuvantes de luxo", desvalorizando a força simbólica do mesmo e o próprio clima de mistério criado anteriormente. Soma-se a isso o traço cada vez mais questionável utilizado para o título, que foge da perspectiva e ousadia marcante nos primeiros fascículos para ser o mais genérico possível. Com pouco conteúdo e uma arte sem ritmo, Damage cai rapidamente e se desencontra totalmente com a própria intenção original da revista. Uma daquelas decepções que mostram um festival de equivocos editoriais e questionam mais uma vez o rumo tomado pela grandes editoras com os pequenos projetos. Para saber mais da resenha dessa obra, dá uma olhada no link da Bio e acessa o blog Uma HQ Por Dia. #HQs  #comics  #quadrinhos  #DC  #Damage  #Detonador  #365hqsed 
Outra cidade americana aterrorizada se torna palco da incrível jornada dos irmãos Chamberlain em The Curse of Brimstone #5, obra de Justin Jordan, Philip Tan, Jose Luis e Inaki Miranda e presente no dia #236 #601 do #365hqs .

Mais uma vez guiados pelo livro amaldiçoado do Salesman, Joe e Annie chegam a outra desolada localidade arrasada pelas investidas do demoníaco vilão. Entretanto, o que os dois encontram envolve muito mais do que já viram anteriormente. Agora, o inimigo envolve crianças e será difícil realizar o que precisa se feito.

Dentre os títulos envolvendo as consequências da saga Metal, The Curse of Brimstone carrega um desenvolvimento que extrapola o conceito simples que temos do Multiverso Sombrio e sua consequente invasão a Terra principal do Universo DC. Nesta série, a analogia deste cenário sombrio e assustador com o inferno é uma ideia elogiável que ganha mais corpo quando é associado a realidade da atual crise econômica norte-americana e o crescente desespero de uma geração perante este cenário sem esperanças.

Por isso, não é difícil entender como o terror se desdobra por entre as páginas da HQ e cria corpo em pequenos thrillers que não poupam referências as inúmeras histórias deste gênero em livros e no cinema, principalmente as que utilizam o insólito cenário das pequenas cidades estadunidenses e o pavor aparente em meio ao desconhecido da alma humana.

Neste número, Justin Jordan usa de um excelente recurso muito conhecido pelos amantes deste segmento para iniciar um novo arco na série: crianças e possessão demoníaca. Em um contraponto sobre inocência e o caos natural do ser humano, o roteirista traz esse artificio para renovar as perspectivas da obra, trabalhando uma problemática que ainda envolve o seu protagonista e sua aparente deterioração moral que vem crescendo mais e mais perante os inimigos.

Na prática é um denso pano de fundo, mas que neste fascículo é apenas uma introdução tímida, apesar de bem construída...
.
.
.
.
.
Para ver o texto na íntegra, dá uma lida no blog Uma HQ Por Dia (link tá na bio) e comenta lá o que achou. 😁
Outra cidade americana aterrorizada se torna palco da incrível jornada dos irmãos Chamberlain em The Curse of Brimstone #5 , obra de Justin Jordan, Philip Tan, Jose Luis e Inaki Miranda e presente no dia #236  #601  do #365hqs  . Mais uma vez guiados pelo livro amaldiçoado do Salesman, Joe e Annie chegam a outra desolada localidade arrasada pelas investidas do demoníaco vilão. Entretanto, o que os dois encontram envolve muito mais do que já viram anteriormente. Agora, o inimigo envolve crianças e será difícil realizar o que precisa se feito. Dentre os títulos envolvendo as consequências da saga Metal, The Curse of Brimstone carrega um desenvolvimento que extrapola o conceito simples que temos do Multiverso Sombrio e sua consequente invasão a Terra principal do Universo DC. Nesta série, a analogia deste cenário sombrio e assustador com o inferno é uma ideia elogiável que ganha mais corpo quando é associado a realidade da atual crise econômica norte-americana e o crescente desespero de uma geração perante este cenário sem esperanças. Por isso, não é difícil entender como o terror se desdobra por entre as páginas da HQ e cria corpo em pequenos thrillers que não poupam referências as inúmeras histórias deste gênero em livros e no cinema, principalmente as que utilizam o insólito cenário das pequenas cidades estadunidenses e o pavor aparente em meio ao desconhecido da alma humana. Neste número, Justin Jordan usa de um excelente recurso muito conhecido pelos amantes deste segmento para iniciar um novo arco na série: crianças e possessão demoníaca. Em um contraponto sobre inocência e o caos natural do ser humano, o roteirista traz esse artificio para renovar as perspectivas da obra, trabalhando uma problemática que ainda envolve o seu protagonista e sua aparente deterioração moral que vem crescendo mais e mais perante os inimigos. Na prática é um denso pano de fundo, mas que neste fascículo é apenas uma introdução tímida, apesar de bem construída... . . . . . Para ver o texto na íntegra, dá uma lida no blog Uma HQ Por Dia (link tá na bio) e comenta lá o que achou. 😁
Mais um dia festivo!

Hoje chegamos ao dia #600 do #365hqs. E para celebrar o momento, nada como uma publicação especial como Monstress: Despertar, lançado pela @editorapixel e que reúne os seis primeiros volumes da série original. 
Entretanto, a resenha desse material não será feita aqui e sim em um novo espaço próprio para ela: Um site que dividirá espaço com as postagens daqui, simbolizando uma mudança importante na minha proposta relacionada ao desafio. O link é umahqtododia.wordpress.com (tá na bio tb). Mas calma! Antes de ir lá, deixa eu contar uma historinha:

Quando entrei "na onda" de @bellefelix_ e iniciei o meu #365hqs, a meta era apenas de criar um estímulo para aumentar meu fluxo de leitura, diminuir a pilha de pendências e ter uma rotina diária para valorizar a mídia que tenho mais afinidade. Tanto que naqueles primeiros meses, os textos eram tímidos e com opiniões rápidas, bem intuitivas e de registro.

Nesse caminho aconteceu de um tudo: adaptar o desafio ao fluxo de trabalho e carnaval foi heróico,  ler no "intervalo" da balada foi bem louco (@renata_rfb e @anitaraquelr tão de prova hahaah), mas sempre seguindo a máxima de ler de forma verdadeira e assimilando tudo aquilo para ser uma verdadeira fruição.

Daí em diante, muita coisa foi acontecendo na vida e o gosto de ler fez renovar o gosto por escrever, detalhar... Mesmo que ainda porcamente fui colocando mais do meu senso crítico no papel e (re)descobrindo boas obras, além do gosto pela escrita. Mesmo que as vezes tenha batido uma bad ou um cansaço, tudo se renovava quando percebia que isso era feito para mim mesmo e me dava muito valor próprio.

Chegamos ao segundo ano e as coisas seguiram mudando. Assim, novas metas foram se apresentando e tudo se esclareceu após o @sidney_gusman me convidar para escrever resenhas para o @universohq: Por que não elaborar mais? Dar um trato melhor e valorizar o que tá legal? 
Daí, as dicas de @babilisiak e @mauriciotdantas fizeram sentido: montar um site para isso, melhorar tudo lá

E agora foi: não vou abandonar o que existe aqui. Mas o Instagram servirá como uma ponte pro blog, que reúne TUDO que fiz e o que virá. Espero que curtam, sigam e opinem. Valeu
Mais um dia festivo! Hoje chegamos ao dia #600  do #365hqs . E para celebrar o momento, nada como uma publicação especial como Monstress: Despertar, lançado pela @editorapixel e que reúne os seis primeiros volumes da série original. Entretanto, a resenha desse material não será feita aqui e sim em um novo espaço próprio para ela: Um site que dividirá espaço com as postagens daqui, simbolizando uma mudança importante na minha proposta relacionada ao desafio. O link é umahqtododia.wordpress.com (tá na bio tb). Mas calma! Antes de ir lá, deixa eu contar uma historinha: Quando entrei "na onda" de @bellefelix_ e iniciei o meu #365hqs , a meta era apenas de criar um estímulo para aumentar meu fluxo de leitura, diminuir a pilha de pendências e ter uma rotina diária para valorizar a mídia que tenho mais afinidade. Tanto que naqueles primeiros meses, os textos eram tímidos e com opiniões rápidas, bem intuitivas e de registro. Nesse caminho aconteceu de um tudo: adaptar o desafio ao fluxo de trabalho e carnaval foi heróico, ler no "intervalo" da balada foi bem louco (@renata_rfb e @anitaraquelr tão de prova hahaah), mas sempre seguindo a máxima de ler de forma verdadeira e assimilando tudo aquilo para ser uma verdadeira fruição. Daí em diante, muita coisa foi acontecendo na vida e o gosto de ler fez renovar o gosto por escrever, detalhar... Mesmo que ainda porcamente fui colocando mais do meu senso crítico no papel e (re)descobrindo boas obras, além do gosto pela escrita. Mesmo que as vezes tenha batido uma bad ou um cansaço, tudo se renovava quando percebia que isso era feito para mim mesmo e me dava muito valor próprio. Chegamos ao segundo ano e as coisas seguiram mudando. Assim, novas metas foram se apresentando e tudo se esclareceu após o @sidney_gusman me convidar para escrever resenhas para o @universohq: Por que não elaborar mais? Dar um trato melhor e valorizar o que tá legal? Daí, as dicas de @babilisiak e @mauriciotdantas fizeram sentido: montar um site para isso, melhorar tudo lá E agora foi: não vou abandonar o que existe aqui. Mas o Instagram servirá como uma ponte pro blog, que reúne TUDO que fiz e o que virá. Espero que curtam, sigam e opinem. Valeu
Um grande embate marca a quinta edição de Magi, de Shinobu Ohtaka, pelo dia #234 (#599) do #365hqs - Ano 2. 
Ao ouvir a história da vida de Ali Babá, Aladim entende os motivos do amigo para  liderar a Gangue da Névoa contra os poderosos de Barbad. Uma causa que sensibiliza um dos maiores heróis deste mundo e pode mudar completamente o resultado do confronto. Entretanto, a chegada de um segundo Magi muda completamente a história e dá um novo tom a trama.

Seguindo uma narrativa crescente, Ohtaka não tem pudor de fortalecer alguns elementos já pincelados em números anteriores. Sendo assim, Magi #5 segue como uma história de aventura infanto-juvenil, com foco principal neste tema, mas que não esconde uma forte mensagem que aborda o tema da injustiça social. 
Isso remete a trama para uma abordagem crítica sobre vários aspectos oriundos deste tema, como a segregação das pessoas de baixa renda, a distribuição desigual de riqueza e o descaso da economia de mercado perante as necessidades da população. Tudo de uma maneira fluida e que se enquadra perfeitamente ao enredo principal e sua mensagem sobre um contraponto de harmonia em um mundo caótico.

E dentro desse caldeirão ainda existe espaço para o que é mais característico a este tipo de história: magia, mistério e muita ação. Com uma repentina reviravolta na parte final da edição, a autora traz um empolgante confronto que não só valoriza a HQ como incrementa outros tantos elementos para o andamento da trama. Aqui, cabe um elogio a sequência visual criada por uma narrativa apurada e com ótimas caracterizações. Uma prova de que a mangaká entende perfeitamente a força de sua criação e sabe valoriza-la quando cabe usar este recurso.

#HQs #manga #quadrinhos #magiolabirintodamagia #magi #365hqsedt #JBC
Um grande embate marca a quinta edição de Magi, de Shinobu Ohtaka, pelo dia #234  (#599 ) do #365hqs  - Ano 2. Ao ouvir a história da vida de Ali Babá, Aladim entende os motivos do amigo para liderar a Gangue da Névoa contra os poderosos de Barbad. Uma causa que sensibiliza um dos maiores heróis deste mundo e pode mudar completamente o resultado do confronto. Entretanto, a chegada de um segundo Magi muda completamente a história e dá um novo tom a trama. Seguindo uma narrativa crescente, Ohtaka não tem pudor de fortalecer alguns elementos já pincelados em números anteriores. Sendo assim, Magi #5  segue como uma história de aventura infanto-juvenil, com foco principal neste tema, mas que não esconde uma forte mensagem que aborda o tema da injustiça social. Isso remete a trama para uma abordagem crítica sobre vários aspectos oriundos deste tema, como a segregação das pessoas de baixa renda, a distribuição desigual de riqueza e o descaso da economia de mercado perante as necessidades da população. Tudo de uma maneira fluida e que se enquadra perfeitamente ao enredo principal e sua mensagem sobre um contraponto de harmonia em um mundo caótico. E dentro desse caldeirão ainda existe espaço para o que é mais característico a este tipo de história: magia, mistério e muita ação. Com uma repentina reviravolta na parte final da edição, a autora traz um empolgante confronto que não só valoriza a HQ como incrementa outros tantos elementos para o andamento da trama. Aqui, cabe um elogio a sequência visual criada por uma narrativa apurada e com ótimas caracterizações. Uma prova de que a mangaká entende perfeitamente a força de sua criação e sabe valoriza-la quando cabe usar este recurso. #HQs  #manga  #quadrinhos  #magiolabirintodamagia  #magi  #365hqsedt  #JBC 
O improvável aconteceu: o casal mutante símbolo dos anos 90 se casou e terá que lidar com a sobrevivência de sua união no dia #233 (#598) do #365hqs - Ano 2 em Mr. & Mrs. X #1, de Kelly Thompson e Oscar Bazaldua.

De maneira inusitada, Gambit e Vampira se casaram. E quando tudo parecia dar errado na cerimônia, nada aconteceu fora do normal. Estranho para um casal que sempre teve seus problemas pessoais interferindo na relação, principalmente quando o sinonimo de família e ex-namorados envolvem gangues de bandidos, terroristas e psicóticos. Mas tudo segue as mil maravilhas até a Lua de Mel, quando o chamado de uma estranha missão coloca o casal frente a um antigo inimigo.

Casamentos são sempre questionáveis no universo dos quadrinhos de super-heróis. Com raras exceções, o resultado quase sempre deixa alguns fãs de cabelo em pé e cria uma odisseia de sobrevivência que testa os limites da relação entre dois personagens. Imagina então, unir dois mutantes conhecidos por um histórico pessoal turbulento e uma montanha de reviravoltas em sua vida conjunta? É nesse clima que Kelly Thompson leva a história, brincando com o provável desastre e demonstrando que flertar com esse resultado é o que pode fazer a união se tornar interessante o suficiente para se estabilizar no cânone das HQs. 
Com um clima descontraído, a autora cria uma trama sem exageros aparentes, com bastante honestidade com a sua proposta. E isso é o que dá um respiro para o título, pois ultrapassou o clima de bomba-relogio de outros casamentos em quadrinhos, transformando a possibilidade em um deboche que aparentemente não tem a intenção de acontecer. 
No traço, Bazaldua tem um bom uso da narrativa e também se destaca pela movimentação dos personagens, principalmente em cenas de ação. Entretanto, algumas vezes sua caracterização exagera um pouco no traço limpo e dá um ar jovial demais para alguns personagens. Isso não acontece a todo momento, mas é aparente quando ocorre.

Em meio a tantas reviravoltas, retornos e separações, Mr. & Mrs. X experimenta uma dinâmica mais moderna as relações entre os super-heróis. E os votos são de que dê a esta ideia o conceito real de "ser eterno enquanto dure".
O improvável aconteceu: o casal mutante símbolo dos anos 90 se casou e terá que lidar com a sobrevivência de sua união no dia #233  (#598 ) do #365hqs  - Ano 2 em Mr. & Mrs. X #1 , de Kelly Thompson e Oscar Bazaldua. De maneira inusitada, Gambit e Vampira se casaram. E quando tudo parecia dar errado na cerimônia, nada aconteceu fora do normal. Estranho para um casal que sempre teve seus problemas pessoais interferindo na relação, principalmente quando o sinonimo de família e ex-namorados envolvem gangues de bandidos, terroristas e psicóticos. Mas tudo segue as mil maravilhas até a Lua de Mel, quando o chamado de uma estranha missão coloca o casal frente a um antigo inimigo. Casamentos são sempre questionáveis no universo dos quadrinhos de super-heróis. Com raras exceções, o resultado quase sempre deixa alguns fãs de cabelo em pé e cria uma odisseia de sobrevivência que testa os limites da relação entre dois personagens. Imagina então, unir dois mutantes conhecidos por um histórico pessoal turbulento e uma montanha de reviravoltas em sua vida conjunta? É nesse clima que Kelly Thompson leva a história, brincando com o provável desastre e demonstrando que flertar com esse resultado é o que pode fazer a união se tornar interessante o suficiente para se estabilizar no cânone das HQs. Com um clima descontraído, a autora cria uma trama sem exageros aparentes, com bastante honestidade com a sua proposta. E isso é o que dá um respiro para o título, pois ultrapassou o clima de bomba-relogio de outros casamentos em quadrinhos, transformando a possibilidade em um deboche que aparentemente não tem a intenção de acontecer. No traço, Bazaldua tem um bom uso da narrativa e também se destaca pela movimentação dos personagens, principalmente em cenas de ação. Entretanto, algumas vezes sua caracterização exagera um pouco no traço limpo e dá um ar jovial demais para alguns personagens. Isso não acontece a todo momento, mas é aparente quando ocorre. Em meio a tantas reviravoltas, retornos e separações, Mr. & Mrs. X experimenta uma dinâmica mais moderna as relações entre os super-heróis. E os votos são de que dê a esta ideia o conceito real de "ser eterno enquanto dure".
Um dos destaques do atual cenário das HQs norte-americanas, os guerreiros de Alameda dos Anjos seguem com tudo no dia #232 (#597) do #365hqs - Ano 2 com Mighty Morphin Power Rangers Annual 2017, de Kyle Higgins, Goni Montes, Tom Taylor, Dan Mora, Jamal Cambpell, Trey Moore, Frazer Irving, Caitlin Kittredge e Da Jung Lee.

Mais uma edição anual que funciona como uma antologia de histórias do Rangers. Aqui, temos cinco tramas com temas e abordagens distintas, incrementando mais elementos ao universo desta franquia. Em uma delas, entendemos o ponto diferencial que originou a origem de Drakkon. Já em outra, presenciamos uma aventura solo de Trini, enquanto Zack ganha um conto próprio no qual é chamado para um encontro inusitado de outras versões do Ranger Negro no Multiverso. Para completar, temos ainda uma história focada em Finster - o criador de monstros de Rita Repulsa - e uma pequena aventura protagonizada por Goldar e Scorpina em um dia de "folga". O grande destaque dessa edição é de conseguir reunir mais um conjunto de artistas para dar sua contribuição ao título dos Power Rangers. Com inspirações pertinentes, temos histórias com narrativas, traços e perspectivas bem distintas e muito ricas nas suas abordagens. Enquanto o Higgins se aproveita para dar um pouco mais da origem do grande vilão do título mensal, outros autores valorizam diferentes personagens e daí tiram as mais variadas inspirações. 
Grande destaque para o conto relacionado a Finster e a sua motivação em criar os monstros para a vilã. Se na mensal já temos um foco que lembra muito o espírito fundamentalista, aqui entendemos o âmago de um espírito motivado pelas trevas e o fascínio pela arte criada a partir do sofrimento. Uma interpretação inédita para os padrões da série, mas que não desmerece o que é visto lá, e com a arte sombria de Frazer Irving utilizada com todo o potencial que ela merece.

Independentes do que acontecem na trama principal, essa é uma edição que saiu recentemente em encadernado com o Annual 2016 e merecia um espaço nas prateleiras brasileiras. 
#HQs #comics #quadrinhos #powerrangers #365hqsed #boomstudios  #mightymorphinpowerrangers
Um dos destaques do atual cenário das HQs norte-americanas, os guerreiros de Alameda dos Anjos seguem com tudo no dia #232  (#597 ) do #365hqs  - Ano 2 com Mighty Morphin Power Rangers Annual 2017, de Kyle Higgins, Goni Montes, Tom Taylor, Dan Mora, Jamal Cambpell, Trey Moore, Frazer Irving, Caitlin Kittredge e Da Jung Lee. Mais uma edição anual que funciona como uma antologia de histórias do Rangers. Aqui, temos cinco tramas com temas e abordagens distintas, incrementando mais elementos ao universo desta franquia. Em uma delas, entendemos o ponto diferencial que originou a origem de Drakkon. Já em outra, presenciamos uma aventura solo de Trini, enquanto Zack ganha um conto próprio no qual é chamado para um encontro inusitado de outras versões do Ranger Negro no Multiverso. Para completar, temos ainda uma história focada em Finster - o criador de monstros de Rita Repulsa - e uma pequena aventura protagonizada por Goldar e Scorpina em um dia de "folga". O grande destaque dessa edição é de conseguir reunir mais um conjunto de artistas para dar sua contribuição ao título dos Power Rangers. Com inspirações pertinentes, temos histórias com narrativas, traços e perspectivas bem distintas e muito ricas nas suas abordagens. Enquanto o Higgins se aproveita para dar um pouco mais da origem do grande vilão do título mensal, outros autores valorizam diferentes personagens e daí tiram as mais variadas inspirações. Grande destaque para o conto relacionado a Finster e a sua motivação em criar os monstros para a vilã. Se na mensal já temos um foco que lembra muito o espírito fundamentalista, aqui entendemos o âmago de um espírito motivado pelas trevas e o fascínio pela arte criada a partir do sofrimento. Uma interpretação inédita para os padrões da série, mas que não desmerece o que é visto lá, e com a arte sombria de Frazer Irving utilizada com todo o potencial que ela merece. Independentes do que acontecem na trama principal, essa é uma edição que saiu recentemente em encadernado com o Annual 2016 e merecia um espaço nas prateleiras brasileiras. #HQs  #comics  #quadrinhos  #powerrangers  #365hqsed  #boomstudios  #mightymorphinpowerrangers