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Images at MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

こんばんは☺
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折角いろんな方とインスタを通して繋がっているのに何も交流がないのは寂しいなぁと思ってました
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そんな矢先私の未熟な写真にコメントして下さる方がいらして本当に嬉しかったです✨
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ありがとうございます🎵
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今度は私から皆さんに勇気を出して語りかけてみようかなと思います
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「写真を撮り始めた理由について」です
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私は今🇧🇷にいます
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🇧🇷の全てが美しいのです
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「この美しさをより美しく切り取りたい」
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そんな思いから始めました
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皆さんの「写真を始めたキッカケ」は何ですか?
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コメント欄で教えて下さい😍
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#practice_beauty
こんばんは☺ . 折角いろんな方とインスタを通して繋がっているのに何も交流がないのは寂しいなぁと思ってました . そんな矢先私の未熟な写真にコメントして下さる方がいらして本当に嬉しかったです✨ . ありがとうございます🎵 . 今度は私から皆さんに勇気を出して語りかけてみようかなと思います . 「写真を撮り始めた理由について」です . 私は今🇧🇷にいます . 🇧🇷の全てが美しいのです . 「この美しさをより美しく切り取りたい」 . そんな思いから始めました . 皆さんの「写真を始めたキッカケ」は何ですか? . コメント欄で教えて下さい😍 . #practice_beauty 
BORN TO RUN 🚀

Chega a paleta mais versátil já lançada por @urbandecaycosmetics ! 21 cores (neutras e coloridas) x embalagem compacta x aquela pigmentação incrível de sempre  que te acompanha em todos os momentos viajantes - daquele bate e volta até uma longa viagem 💥 você encontra ela belezura na @sephorabrasil 
Realizamos um shooting muito especial em SP com pessoas incríveis que amamos, que têm o espírito wanderlust da BTR. Na primeira foto, nosso bb @romolocricca 💜 #urbandecaybrasil #borntorunpalette

Make: @prilunaud @gabiigap @maxmarionmua @brunomanson

Foto: @brenodamatta
Assistente: @renatadamatta

Hair: @jessikahairmakeup
Produção: @lenamoreira
Apoio de produção: @escolamadre
BORN TO RUN 🚀 Chega a paleta mais versátil já lançada por @urbandecaycosmetics ! 21 cores (neutras e coloridas) x embalagem compacta x aquela pigmentação incrível de sempre que te acompanha em todos os momentos viajantes - daquele bate e volta até uma longa viagem 💥 você encontra ela belezura na @sephorabrasil Realizamos um shooting muito especial em SP com pessoas incríveis que amamos, que têm o espírito wanderlust da BTR. Na primeira foto, nosso bb @romolocricca 💜 #urbandecaybrasil  #borntorunpalette  Make: @prilunaud @gabiigap @maxmarionmua @brunomanson Foto: @brenodamatta Assistente: @renatadamatta Hair: @jessikahairmakeup Produção: @lenamoreira Apoio de produção: @escolamadre
Reconhecer o legado africano para além do mundo do trabalho, da natureza e do erotismo, como é comum na pintura do modernismo brasileiro, foi uma grande contribuição de Pedro Figari (1861-1938), intelectual, advogado, escritor e pintor uruguaio que ganha exposição no MASP a partir desta sexta-feira, 14/12.
Com 63 obras distribuídas por seis conjuntos temáticos, “Pedro Figari: Nostalgias africanas” apresenta até 10/2/2019 as cenas do passado uruguaio por meio de trabalhos que trazem o sempre incerto olhar da memória. 
A exposição é realizada em parceria com o Museo Figari e o Museo Nacional de Artes Visuales, em Montevidéu, para onde a mostra segue depois de São Paulo. A curadoria é de Mariana Leme, curadora assistente do MASP, e Pablo Thiago Rocca, diretor do Museo Figari.
Também nesta sexta, o MASP abre a exposição “Lucia Laguna: vizinhança’”. As mostras encerram o ciclo de histórias afro-atlânticas, que guiou a programação do museu neste ano. Em 2019, a programação vai girar em torno de “Histórias das mulheres, histórias feministas”. Legenda da imagem: Pedro Figari, Candombe, acervo MASP
#pedrofigari #históriasafroatlânticas
Reconhecer o legado africano para além do mundo do trabalho, da natureza e do erotismo, como é comum na pintura do modernismo brasileiro, foi uma grande contribuição de Pedro Figari (1861-1938), intelectual, advogado, escritor e pintor uruguaio que ganha exposição no MASP a partir desta sexta-feira, 14/12. Com 63 obras distribuídas por seis conjuntos temáticos, “Pedro Figari: Nostalgias africanas” apresenta até 10/2/2019 as cenas do passado uruguaio por meio de trabalhos que trazem o sempre incerto olhar da memória. A exposição é realizada em parceria com o Museo Figari e o Museo Nacional de Artes Visuales, em Montevidéu, para onde a mostra segue depois de São Paulo. A curadoria é de Mariana Leme, curadora assistente do MASP, e Pablo Thiago Rocca, diretor do Museo Figari. Também nesta sexta, o MASP abre a exposição “Lucia Laguna: vizinhança’”. As mostras encerram o ciclo de histórias afro-atlânticas, que guiou a programação do museu neste ano. Em 2019, a programação vai girar em torno de “Histórias das mulheres, histórias feministas”. Legenda da imagem: Pedro Figari, Candombe, acervo MASP #pedrofigari  #históriasafroatlânticas 
O MASP abre ao público nesta sexta, 14/12, “Lucia Laguna: vizinhança”. A mostra é uma seleção de 21 obras da produção mais recente da artista, que passou a se dedicar à pintura nos anos 1990, depois de se aposentar como professora e frequentar os cursos livres da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, no Rio. 
As pinturas são inseparáveis do local onde foram feitas: o ateliê-casa onde vive Laguna, e os arredores do bairro de São Francisco Xavier, zona norte do Rio, que podem ser vistos pela janela de seu estúdio. 
A artista divide sua produção em três principais temas: Jardim, Estúdio e Paisagem. Está dentro do último a obra criada pela pintora especialmente para a exposição no MASP, “Paisagem n° 114” (2018), na qual se veem diversas referências a obras da coleção do museu, como fragmentos de quadros presentes no MASP e o desenho sintético de uma vista lateral do edifício feito por Lina Bo Bardi.
A exposição, com curadoria de Isabella Rjeille, encerra ao lado de “Pedro Figari: Nostalgias africanas” o ciclo de Histórias afro-atlânticas, que guiou a toda a programação do museu neste ano. Em 2019, a programação vai girar em torno de “Histórias das mulheres, histórias feministas”.
Legenda da imagem: Lucia Laguna, “Paisagem n° 114” (MASP), 2018, acervo MASP, doação da artista, 2018 #lucialaguna #lucialagunamasp
O MASP abre ao público nesta sexta, 14/12, “Lucia Laguna: vizinhança”. A mostra é uma seleção de 21 obras da produção mais recente da artista, que passou a se dedicar à pintura nos anos 1990, depois de se aposentar como professora e frequentar os cursos livres da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, no Rio. As pinturas são inseparáveis do local onde foram feitas: o ateliê-casa onde vive Laguna, e os arredores do bairro de São Francisco Xavier, zona norte do Rio, que podem ser vistos pela janela de seu estúdio. A artista divide sua produção em três principais temas: Jardim, Estúdio e Paisagem. Está dentro do último a obra criada pela pintora especialmente para a exposição no MASP, “Paisagem n° 114” (2018), na qual se veem diversas referências a obras da coleção do museu, como fragmentos de quadros presentes no MASP e o desenho sintético de uma vista lateral do edifício feito por Lina Bo Bardi. A exposição, com curadoria de Isabella Rjeille, encerra ao lado de “Pedro Figari: Nostalgias africanas” o ciclo de Histórias afro-atlânticas, que guiou a toda a programação do museu neste ano. Em 2019, a programação vai girar em torno de “Histórias das mulheres, histórias feministas”. Legenda da imagem: Lucia Laguna, “Paisagem n° 114” (MASP), 2018, acervo MASP, doação da artista, 2018 #lucialaguna  #lucialagunamasp 
“Vejam com os olhos livres e apreciem algo que não entenderam”
“Vejam com os olhos livres e apreciem algo que não entenderam”